Lei do Aborto e Canibalismo Terapêutico

Aborto pela PL nº 176/95 . A prática da interrupção de gravidez indesejada, remoção prematura do feto do útero, vista pela ala pró-escolha, a cambada do liberalismo, como questão política de fazer saúde pública em defesa à liberdade individual da mulher, que de fato é verdade. Estamos aqui para colaborar ao estado de direito de quem quer ficar acima da vida do feto. Destaquemos alguns movimentos sociais consequentes desta lei “mata-mata” como setores privados que se mantém economicamente no mercado da morte.

A legalização do aborto na sociedade e o interesse mercadológico. O discurso político pela N.O.M. aparentemente é de caráter social e organizacional, frente as estáticas feministas, que ao final da mesma apontam-se para outras dimensões e realidades. Não trataremos aqui a questão da banalização de sua prática (a desvalorização generalizada da vida) e muito mais a disseminação da eugenia pelo controle da natalidade (a diminuição da população; o controle demográfico internacional), que é obvio. Falaremos da submissão política aos interesses mercadológicos de grupos médicos e empresas farmacológicas.

Terapia canibal

A antropofagia nunca vista como antes. Historicamente comprova-se que os grupos canibais mais famosos eram os astecas. Basta imaginarmos sua realização em contexto mágico cerimonial ou patológico classificada para cairmos no terror! Uma visão moderna disso. Imaginemos: parte, ou várias partes da totalidade de um ser humano em estágio de desenvolvimento intra-uterino (feto) transformados em pílulas para uso medicinal? A indústria farmacêutica desenvolvendo um medicamento diferenciado a base de cartilage humana que seja eficaz contra certas doenças? A indústria de cosméticos confeccionando produtos de beleza e vitaminas com esta matéria prima humana? A gravidez indesejada que realiza o sonho cientifico da elite global. A medicina mundial lucrando com a morte, para promover experiências científicas e tratamento com células-tronco?

A Atriz January Jones, 34, inaugura este tipo de consumo. Revela o segredo de sua disposição pós gestação, e diz ser consumista de sua própria placenta. Alguns passos de consumir o feto diz: “Tenho uma ótima orientadora que me encarrega de me fazer comer direito, com vitaminas e chás, e com cápsulas de placenta”, contou à People a “Betty” da série “Mad Men”. “Sua placenta é desidratada e transformada em comprimidos”, explicou. “È algo sobre o qual eu estava muito hesitante, mas somos os únicos mamíferos que não ingerem suas próprias placentas.” Ela disse que costuma tomar os comprimidos especialmente quando está se sentindo um pouco letárgica. “Não é bruxaria ou algo do tipo”, afirmou. “Eu sugiro fazer isso a todas as mamães.” Jones deu à luz ao menino Xander, seu primeiro filho, em setembro do ano passado.

China e o canibalismo terapeuta

O Estado do aborto. China é o exemplo de ornamento vigente e canibalismo terapêutico. Estatísticas revelam um número aproximado de abortos por ano neste país. Segundo um estudo de 1992 publicado pelo Journal of the Royal Society of Health, 46 por cento das mulheres de Taiwan já se submeteram a um aborto. A agência Associated Press informa que vários proeminentes ginecólogos de Taiwan actualmente crêem que há mais abortos que nascimentos por ano, uma cifra estimada em 230 mil abortos.

Nos últimos anos, a China atraiu milhares de estrangeiros doentes em busca dos tratamentos com células-tronco oferecidos pelos hospitais locais. São pacientes que têm de diabetes a doenças neurológicas degenerativas, como o Parkinson, que viajam até Pequim ou outras províncias chinesas para receber injeções de células-tronco que chegam a custar quase US$ 2 mil, cada aplicação. Em uma investigação primorosa, a jornalista Fiona Tam, do South China Morning Post (um jornal sediado em Hong Kong e portanto livre da censura do Partido Comunista Chinês) denunciou que boa parte dessas células é retirada de fetos abortados nos hospitais locais, vítimas da política do filho único chinesa. Segundo a reportagem de Fiona, as grávidas chinesas não têm conhecimento do que acontece com seus filhos depois que o aborto é realizado, muito menos dos direitos que possuem sobre eles. Uma investigação policial local levou à denúncia de três enfermeiros de um hospital chinês que venderam um feto abortado para um laboratório de pesquisas para produção de pele e córneas artificiais. Placentas também são vendidas clandestinamente para a indústria farmacêutica.

Além disso, Fiona levanta a discussão no seu país sobre a eficácia e os efeitos colaterais desse tipo de tratamento, altamente questionado nos países ocidentais e amplamente aceito na China. Segundo dados que a jornalista levantou, cerca de 10 mil estrangeiros de 70 países foram até a China em busca dessas injeções nos últimos anos. “Os hospitais chineses vendem tratamentos revolucionários que levam a cura de doenças como paralisia cerebral, autismo, esclerose lateral amiotrófica, Parkinson, lesões na coluna vertebral, na medula e no nervo óptico”, diz a reportagem. “Se o que prometem os hospitais chineses for verdade, estamos diante de um milagre”, disse Marius Wernig, pesquisador do Instituto de Biologia de Células-Tronco e Medicina Regenerativa da Universidade de Stanford, na Califórnia, nos Estados Unidos, à Fiona. Isso porque as células-tronco têm uma capacidade limitada de regenerar cicatrizes, ossos e gordura. Mas não existe nenhuma comprovação científica de que elas reconstroem tecidos de órgãos ou células neurais. Os efeitos colaterais ainda são desconhecidos pelos médicos, que na maioria das vezes não sabem como controlá-los. Fiona entrevistou o irmão de uma paciente que morreu dois dias depois de iniciar o tratamento com células-tronco retiradas de fetos em um hospital chinês.

Uma reportagem do ano passado da revista inglesa The Economist corrobora a investigação de Fiona, mas diz que, ao mesmo tempo, pesquisas sérias estão sendo realizadas no país com muito mais afinco do que nos países do Ocidente. Existem duas hipóteses por trás desse fenômeno. A primeira é a crença, disseminada na China e também na Coreia, de que os fetos não são seres humanos. A segunda seria ganhar a corrida pela liderança em pesquisas em biotecnologia do Ocidente, onde as discussões éticas são levantadas a cada nova descoberta científica. Essa combinação de fatores fez com que o governo chinês investisse pesadamente nas pesquisas com células-tronco nos últimos anos. A política do filho único e a realização de um grande número de abortos induzidos no país ajudaria, dessa forma, o governo a ter um banco ilimitado de fornecedores de células-tronco fetais, sem que as mães saibam que seus filhos estão sendo traficados ilegalmente para financiar as pesquisas e aumentar os lucros dos hospitais locais.

Sopa de Feto

O canibalismo terapêutico entre os chineses é cultural. O mais comum prato de sua culinária é a sopa de feto humano. Segundo fontes, é fácil de faze porque o aborto é um procedimento usual na China. Algumas mulheres chegam a vender o feto, que deve ter até seis meses. A sopa é feita com ervas da medicina tradicional chinesa que, acredita-se, aumentam a potência sexual, tipo bajitian, dangshen, o conhecido chinês wolfberry, entre outros mais populares, como gengibre. E leva outras carnes também, como galinha e porco. A sopa custa em torno de 3.500 yuans (US$ 515). O feto custa em torno de 300 a 500 yuans. As imagens da preparação, que circulam pela internet, são impressionantes e me recuso a divulga-las.

O caso de Chen Guangcheng é a ponta deste iceberg, 41 anos e cego desde os que cinco, ficou conhecido na década de 1990 por denunciar abortos e esterilizações forçadas em sua província como parte da “política do filho único” do governo de Pequim. Em 2006, a revista americana Time o nomeou uma das pessoas mais influentes do mundo e, em 2007, concedeu a ele o prêmio Magsaysay, conhecido como o Nobel Asiático. Em dezembro de 2010, Chen terminou de cumprir uma condenação por causar distúrbios e atrapalhar o trânsito, mas foi submetido junto com sua família à prisão domiciliar. Depois de quase um ano e meio, ele fugiu do cárcere privado em 22 de abril e se refugiou na embaixada dos Estados Unidos em Pequim, até ser conduzido a um hospital da capital chinesa, onde permanece sob custódia, e está marcado para morrer.

Concluímos…

Uma proteção constitucional para a mulher. O estado de direito de quem quer ficar acima da vida de quem está indefeso. A política público-governista do mercantilismo, muito interessada, garante a ética do assassínio, constitucionalidade para a pena de morte do que é puro e cria uma organização de saúde pública que descarte o lixo-humano para fins recicláveis. O lixo que vira matéria prima. A antropofagia nunca vista antes. A ciência que transforma canibalismo em terapia de cura. O ser humano que vira pílula e cardápio chinês. As crianças que morrem para a medicina viver. A corrida pela liderança em pesquisas em biotecnologia no Ocidente. O banco das células-tronco fetais e lucro dos hospitais. Os médicos assassinos e o tráfico de embriões. O tópico da beleza. As cadelas do século 21 e suas placentas comestíveis. A disseminação da eugenia pelo controle da natalidade. A diminuição da população e o controle demográfico internacional. A política da proteção do planeta dos macacos. O conceito cristão do aborto justificável e apostasia da fé promovendo teologia parcial. Um quadro do será e virá para este mundo, quando suas leis personificam o mal e o Estado estabelece o “direito” de querer sentar-se no lugar de Deus, querendo parecer ser Deus. Muitas razões nos levam contra esta lei “aborto”. Uma destas notificamos com muita tristeza.

Maranata, Jesus está voltando !

 

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2 respostas para Lei do Aborto e Canibalismo Terapêutico

  1. Pamela disse:

    Muitos acreditam na teoria de que os macacos evoluíram e tornaram-se homens, porém eu acredito no contrário, os homens estão virando macacos, ou melhor, animais irracionais. A cada dia percebemos que o amor se esfria. Para se ter uma ideia, o coração do feto começa a bater aos 18 dias após a fecundação! Isso significa que ele já é um ser humano.
    Segundo o DR. JOHN WILKE que fez palestras junto com sua esposa nos EUA e em mais de 60 países “Os médicos abortistas nunca permitem que a mãe ouça o batimento cardíaco”.
    É uma ignorância afirmar que o aborto pode ser justicável por questões financeiras ou qualquer outra.
    Em um vídeo que assisti, um médico analisa o pânico de uma criança ao se deparar com o espeto, isso nos mostra, que o feto já percebe a brutalidade e tenta com todas as forças manter-se vivo. Um abortista assistiu a gravação, e nunca mais realizou tal ato assassino!
    Muitos afirmam ser como Tomé: só acreditam se ver, portanto estes incrédulos têm olhos mais não qurem ver, têm ouvidos mas não querem ouvir.
    A única coisa que me conforta é saber que estas crianças rejeitadas pelos homens e sugadas como se fossem nada, estão nos braços de Deus que as ama e deu a elas o seu Reino…
    A cada minuto que passo neste mundo, percebo que não resta mais nada de bom aqui por isso digo: Vem Senhor nos livra logo desta geração perversa. Maranata para os que creem.

  2. SHANA disse:

    É realmente antes de me converter achava que isso era normal era um escolha da mulher moderna. Hoje sei que é errado passei entender que isso faz parte do homem da mulher sem Deus que viive na igonorancia deste mundo tem mentes cauterizadas por satanas e porque querem viver na prostutiççao tudo é licito esquece que vem consequencia filhos indesejados crianças não amadas tudo tempo errado . Hoje sei quem tem poder tirar vida e da la é Deus eu amo esse Deus e muito pois abriu meu entendimento meus olhos para veradade ,
    CONHECEREIS A VERDADE ELA NOS LIBERTARÁ .

    ORA VEM SENHOR JESUS .

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