“FALA MALAFAIA” ABNER FERREIRA E A MAÇONARIA EM VERSO DE “AGUIA DE HAIA” 

 

“FALA MALAFAIA” ABNER FERREIRA E A MAÇONARIA EM VERSO DE “AGUIA DE HAIA” 

Maçonaria e suas tramas. Estes “Agentes revolucionários” de ação política sabem, como ninguém, expandir Milícia. Dividida em fases de desenvolvimento institucional, expansão territorial e ascensão política, a maçonaria esbanja vasta lista de ex-presidentes, dirigentes de empresas multinacionais, banqueiros, megainvestidores, filósofos, cientistas, membros do parlamento, clérigos, lideres religiosos etc. Intelectuais de todos os níveis nas mais diversas áreas infiltrados na sociedade para implementar mentiras. Uma fortaleza política que concentra poderes e cresce por meio de seleções. A mente arquiteta do futuro governo do anticristo (Nova Ordem Mundial) que não pode ser vista ou identificada, por que sabe se esconder.

O símbolo da expansão. Domina por que agrupa manipuladores de massas. A estratégia existe e funciona: “deixar entrar na Ordem qualquer que tenha o papel de excitar ou inflamar as paixões do povo.” Figuras humanas que possam oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que chegam se perder da visão global. Eles trabalham para que a sociedade pública chegue a conclusão que o melhor é não ter opinião. São “cordeiros levados aos lobos” por causa de suas mentiras. Estas ferramentas “humanas” da maçonaria precisam de popularidade e o papel da mídia seria torná-los notáveis. A maçonaria precisa de celebridades, as celebridades da popularidade.

 Ética Maçônica. Organizados em grêmios secretos, de aspecto laicista, sempre envolvidos no mistério e sentimentos ocultos. Permutam sinais, toques e gestos. Encobrem para se descobrirem. Recorrem ao vocabulário próprio. Fica claro, o sincretismo e o caráter misterioso é a arma de ferro desta Ordem. Um bom maçom nunca revela os segredos da maçonaria. Não expõe idéias ou convicções da irmandade. Evita ser identificado como maçom. Sempre especulativo no campo para cumprir o papel de manipulador. Deixa rastros e aperfeiçoa métodos, e sabe que o símbolo da expansão sempre tenta transformar mentiras em verdades.

Maçonaria Evangélica. Neste caso, a metodologia de um maçom evangélico não muda: (1) Encobrir para se descobrirem (2) Permutar sinais, toques e gestos (3) Recorrer ao vocabulário ou versos próprio. Como “agentes revolucionários” da maçonaria precisam transmitir confiança aos seus adeptos como se “não gostassem” de maçonaria. O maçom quer ser pastor precisa de um disfarce que esteja acima de qualquer suspeita. Rende mais quando oculto. Um maçom “pastor” sem carisma evangélica não gera paixões e excitações para Ordem. Para cristãos terem hábitos e pensamentos maçônicos, a saber a “Filosofia”, e a Igreja vir estabelecer coligações com a República, estes “enviados” são capazes de se travestir de tudo.

“Fala Malafaia”. Caso típico de um maçom evangélico. Silas diz não ser maçom, mas está coberto de razões maçônicas ou coligações que falam por si mesmo. Em seu programa “Fala Malafaia” Silas chamou para debate o que considerou “Filho de um grande líder das Assembléias de Deus” (Bispo Manuel Ferreira adepto da Igreja da Unificação de Rev. Moon e um dos promotores do ecumenismo “diálogo inter-religioso” que a maçonaria “idealista” vem representando pelos encontrões religiosos no “Global Chip”). Silas ainda faz questão de considerar “amigo seu” o então Abner Ferreira (Representante das Assembléias de Deus Madureira, a mesma de seu pai Manuel Ferreira) que alguns instantes à frente de suas considerações amorosas a Silas citará um verso de “Rui Barboza” cujo título poético seria “Águia de Aias” (54:25 do vídeo acima).

 Rui Barboza Grão Mestre

Para os doentes por política. Rui Barboza era Grão Mestre da Maçonaria do Grande Oriente do Brasil e um dos principais colaboradores da expansão. Iniciado como maçom na Loja América em 1869, ele é um dos pilares da pirâmide de fundação da maçonaria política no Brasil.Fim do Império e o Início da República sob a vista de uma era militar. A campanha Republicana de 1883 e 1889 incrementada pela questão militar, causando um sério atrito entre maçons de visão liberal e conservadores que levou ao levante “Golpe Militar” de 1889 pela implementação do regime Republicano, sob a liderança de maçons Benjamim Constant Botelho de Magalhães( do partido liberal e responsável pela idéia a inscrição “Ordem e Progresso“) e Manoel Deodoro da Fonseca(pag.147; h.g.o.b) põe fim a soberania de D. Pedro II. Proclamação da República sob a liderança de Marechal Deodoro no dia 15 de novembro de 1889. Nomes como Benjamim Constant Botelho de Magalhães, Pai da República e maçom, desenvolveu uma par de revoluções e atividades militares com atuação de muitos maçons, Lojas e clubes republicanos de inspiração maçônica, destacando-se Quintino Bocayva(Grão Mestre e fundador do Jornal A República); Campos Sales(futuro Presidente da República); Prudente de Moraes( Primeiro Presidente civil da República); Silva Jardim, Rangel Pestana; Francisco Glicério; Américo de Campos; Pedro de Toledo; Américo Brasiliense; Ubaldino do Amaral; Aristides Lobo; Bernardinho de Campos e outros.(pag 146-h.g.o.b). A Iniciativa maçônica era intervir no 3º Reinado apresentado a Câmara Municipal de São Borja em 31 de outubro de 1887 propondo uma Assembléia Geral a intervenção na sucessão de Reinado, uma Senhora obcecada por uma educação jesuíta e casada com um príncipe estrangeiro. D. Princesa Isabel ficaria condicionado ao respeito e tolerância a Maçonaria e obediência total a G. O. B. Preparado em segredo, nos meios militares e nas rodas republicanas, com grande números de maçons, o levante que deveria acontecer no dia 20 de novembro de 1889. Dia 10 havia sido decidida a queda do império em uma reunião na Casa de Benjamim Constant ao qual estiveram presentes Francisco Glicério e Campos Sales, todos maçons. Implantada a República, Deodoro assume o poder.

República Velha. (1ª República) Estabelecido “Governo Provisório” chefiado pelo Marechal. Deodoro da Fonseca, no qual todos os membros do ministério empossado no dia 15 de novembro eram maçons.Durante o governo provisório, foi decretada a separação entre Estado e Igreja; Foi concedida a nacionalidade brasileira a todos os imigrantes residentes no Brasil; Foram nomeados governadores para as províncias que se transformaram em estados.

Eleitos pela maçonaria para desenvolver cargos na República, sendo todos maçons(pag.149, 310; h.g.o.b):

Chefe do Governo: Marechal Deodoro da Fonseca

Ministro do interior: Aristides Lobo

Ministro da Justiça: Campos Sales

Ministro da Fazenda: Ruy Barboza

Ministro Relações Exteriores: Quintino Bocayuva

Ministro da Marinha: Eduardo Wandenkolk

Ministro da Agricultura: Demétrio Ribeiro

Ministro de Guerra: Benjamim Constant

Desde a implantação da República até a eclosão do golpe de 1930 a maioria dos presidentes do Estado eram maçons: Prudente de Moraes; Jorge Tibiriçá; Américo Brasiliense; Bernardinho de Campos; Campos Sales; Fernando Prestes; Albuquerque Lins; Altino Arantes; Washington Luiz; Carlos de Campos; Júlio Prestes(pag.160 h.g.o.b).

“Fala Malafaia”. Para piorar a situação de Silas. Seu “AMIGO” e “IRMÃO” Abner Ferreira das Assembléias de Deus Madureira, com todos os cortejos com Silas, cita o verso de um dos maiores Grão Mestre da maçonaria na história brasileira, e como político e parlamentar eleito pela povo evangélico, faz questão da pronúncia “Águia de Haia” que seria muito mais que um verso de um maçom histórico , também, uma loja maçônica de Belo Horizonte – MG (Águia de Haia nº 214).

Concluímos…

A pessoa do maçom não pode falar pela figura do “Pastor”. Homens como Silas Malafaia e Abner Ferreira, como outros líderes evangélicos, não podem ser sinceros a tal ponto de arriscarem suas gargantas. O papel é excitar e inflamar as paixões do povo evangélico com as políticas e utopias com seus programas diários. Quando Silas fala que não é maçom a maçonaria entende. Esta atitude busca não comprometer o plano de ação desta Ordem dentro da Igreja, ou então, não servem mais para a maçonaria. (1) A primeira compreende os dias da loucura dos cegos (2) A segunda é a demagogia, de onde nasce a anarquia, depois o despotismo legal, invisível e ignorado, exercido por uma sociedade secreta na figura patética do pastor. A força reside no invisível, precisa ser inteiramente ignorada pelo público cristão. Os mesmos que agora destroem o próprio princípio da Divindade e do Espírito, substituindo a Fé pelos cálculos e necessidades materiais. Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo para raciocinar e observar por estarem distraídos pelos debates “direitos civis” e “vida pública”. Destruindo a cristandade com especulações industriais e os choques da vida econômica, ao mesmo tempo, que despertam profunda repugnância pela política superior e pela religião que representam. Este caso é típico de um maçom. Encobrir para se descobrirem. Permutar sinais, toques, gestos e versos. Recorrer ao vocabulário ou versos próprio. Como “agentes revolucionários” da maçonaria precisam transmitir confiança aos seus adeptos como se “não gostassem” de maçonaria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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11 respostas para “FALA MALAFAIA” ABNER FERREIRA E A MAÇONARIA EM VERSO DE “AGUIA DE HAIA” 

  1. joaofreirese disse:

    O povo esta sendo destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.
    Como eles se multiplicaram, assim pecaram contra mim; eu mudarei a sua honra em vergonha.
    Comem da oferta pelo pecado do meu povo, e pela transgressão dele têm desejo ardente.
    Por isso, como é o povo, assim será o sacerdote; e castigá-lo-ei segundo os seus caminhos, e dar-lhe-ei a recompensa das suas obras.
    Comerão, mas não se fartarão; entregar-se-ão à luxúria, mas não se multiplicarão; porque deixaram de atentar ao Senhor.
    A luxúria, e o vinho, e o mosto tiram o coração.
    O meu povo consulta a sua madeira, e a sua vara lhe responde, porque o espírito da luxúria os engana, e prostituem-se, apartando-se da sujeição do seu Deus.
    Oséias 4

    Andar na verdade e ser conduzido pelo amor. Estes são os gêmeos de uma vida sábia, o amor como líder e a verdade como o nosso motivador. Que o amor seja a nossa estratégia e a verdade a nossa tática. “Porque a tua benignidade está diante dos meus olhos; e tenho andado na tua verdade.
    (Salmos 26:3)

  2. Maranata aos que amam à Cristo em sua obra na cruz. Já começou o juízo de Deus, e começa pela igreja. Os que dizem ser cristãos e amam e praticam a iniquidade já estão sendo revelados há tempos (em particular por essa obra: Cenaculo da fé), nada ficará em oculto. Esses que dizem ser pastores cada vez mais envolvidos e sujos com uma sociedade adúltera, perversa e má desde os dias de Noé (quem sabe desde os dias de Adão…). Dia apos dia os homens estao se distanciando da santidade e amor à Cristo para amarem o mundo com suas paixões. Quer saber meus irmãos? Quem é santo está buscando ser santo cada vez mais, agora quem esta sujo, está se sujando mais ainda. Os homens (publico crente) estao cada vez mais omissos a verdade, impenitentes à correção, rebeldes ao Espirito Santo. Se eles se julgam servos de Deus, o que eu vou dizer dos praticantes do espiritismo, catolicismo, mormons, testemunhas de Jeová, e tantas outras seitas que só sabem pregar amor, obras, vida nesta vida? Bom para mim todos esses são iguais, precisando de arrependimento e conversão verdadeira gerado pelo novo nascimento, bom para os que se dizem mestres: AI DE VOCES QUE FAZEM TROPEÇAR UM DESTES PEQUENINOS QUE CREEM EM CRISTO. Seus dias estao contados filhos das trevas! Arrependam-se enquanto há esperança….Se é que voces sabem o que é isso.

    MAranta! Ora vem Senhor Jesus!

  3. Sandro Tandler disse:

    pr daniel aqui é o pr sandro, de união da vitória…
    eu também tenho um pouco de duvida em relação a esses “homens da fé”, moderna, agora essa citação sobre o verso de aguia de haia, significa que ele estudou isso foi fundo nisso, agora será que a palavra de DEUS não é suficiente para eles, precisa buscar conhecimento e se espelhar num maçônico, como esse tal barbosa, irmão estamos nos ultimos dias mesmo, DEUS abençõe em nome do SR JESUS…um abraço…

  4. Elias Bonassar Neto disse:

    Ele é o pai da mentira( ele é mentiroso desde o início).
    Jesus é o caminho, verdade e vida!

    Os mercenários vem para roubar, matar, e destruir.

    JESUS, tentado,ha ser o dono das industrias, dos edificios prédios muito mais luxuosos, que as piramedes, ser imperador, ter toda a terra a seus dispor como seus aviões, iates, vida nababesca.
    respondeu: Somente a teu Deus adorarás e a Ele darás culto.

    O lucifer te dará tudo aqui na terra se prostares e o adorares..

    Te dará a conhecer, a árvore do bem e do mal.

  5. Elias Bonassar Neto disse:

    O seu timer esta no horário adiantado

  6. Elizabeth Lordello disse:

    uma observação sobre esse famoso versículo do Evangelho , que é tão grosseiramente distorcido, por esses lobos gulosos, referindo-se unicamente oa diabo, para despistar a quem realmente se refere: aos mencenários: “o ladrão vem para roubar, matar e destruir, Eu vim para que tenham vida (eterna ) e a tenham com abundância” A pesar do diabo roubar a cena , esse ladrão se refere aos falsos pastores e mestres, que usam a própria Palavra em seu próprio beneficio, e sempre citam essa passagem para se referir ao diabo unicamente. è certo que o diabo está bem satisfeito em continuar manipulando o povo que não quer conhecer a verdade.Abram os olhos, igreja!

    • Elias Bonassar Neto disse:

      diante de tanta hipocresia, Lucifer chega até ficar vermelho, de tanta ganância, entre os famosos da gospel que acreditam, que a riquesa, suas vestes, suas carruagens, serão iguais a o
      Senhor JESUS! e em seu Nome dirão, expulsamos demonios, curamos os enfermos etc.

      Sabe a resposta?

      É isso ai, afastai de mim.
      irmã Elizabeth Lordello

      Seja sempre iluminada pelo ESPIRITO SANTO DE JESUS CRISTO.

  7. Carlos Augusto disse:

    Pastor, fico muito lisonjeado por vossa resposta! – Acredito ser este, um trabalho sério e, não mais um local de críticas religiosas insanas, ao que acontece ao redor das igrejas ou, “extra cristianismo”. Não sei o quanto és conhecedor acerca deste assunto, sobre os verdadeiros graus e as verdadeiras ritualísticas maçônicas. Até onde pude aprender e conhecer, todas as sessões, tratamos de assuntos focados ao crescimento quanto individuo e, debates focados ao que podemos melhorar em nosso meio. Tenhamos por visão que, alguns defendem a tese que somos “produto do meio”. No entanto, devemos entender que, alguns, realmente, assim os são, cabendo a nós, Cristãos (pois o sou – batista) a sermos “agende de mudanças” de nosso meio. Um dos preceitos é sermos livres e de bons costumes. De certo são exigidos alguns outros detalhes que, apenas uma pessoa “reta” poderá ser. Mas, vamos compreender um pouco mais. Livre e de Bons Costumes implica que, apesar de todo homem ser livre na real acepção da palavra, pode estar preso a entraves sociais que o privem de parte de sua liberdade e o tornem escravo de suas próprias paixões e preconceitos. Assim é desse jugo que se deve libertar, mas, só o fará se for de Bons Costumes, ou seja, se já possuir preceitos éticos (virtudes) bem fundamentados em sua personalidade.

    O ideal dos homens livres e de bons costumes, que nossa sublime Ordem nos ensina, mostra que a finalidade da Maçonaria é, desde épocas mais remotas, dedicar-se ao aprimoramento espiritual e moral da Humanidade, pugnando pelos direitos dos homens e, pela Justiça, pregando o amor fraterno, procurando congregar esforços para uma maior e mais perfeita compreensão entre os homens, a fim de que se estabeleçam os laços indissolúveis de uma verdadeira fraternidade, sem distinção de raças nem de crenças, condição indispensável para que haja realmente paz e compreensão entre os povos.

    Livre, palavra derivada do latim, em sentido amplo quer significar tudo o que se mostra isento de qualquer condição, constrangimento, subordinação, dependência, encargo ou restrição.

    A qualidade ou condição de livre, assim atribuído a qualquer coisa, importa na liberdade de ação a respeito da mesma, sem qualquer oposição, que não se funde em restrição de ordem legal e, principalmente moral. Em decorrência de ser livre, vem a liberdade, que é faculdade de se fazer ou não fazer o que se quer, de pensar como se entende, de ir e vir a qualquer parte, quando e como se queira, exercer qualquer atividade, tudo conforme a livre determinação da pessoa, quando não haja regra proibitiva para a prática do ato ou não se institua princípio restritivo ao exercício da atividade.

    Bem verdade é que a maçonaria é uma escola de aperfeiçoamento moral, onde nós homens nos aprimoramos em benefício de nossos semelhantes, desenvolvendo qualidades que nos possibilitam ser, cada vez mais, úteis à coletividade. Não nos esqueçamos, porém, que, de uma pedra impura jamais conseguiremos fazer um brilhante, por maior que sejam nossos esforços.

    O conceito maçônico de homem livre é diferente, é bem mais elevado do que o conceito jurídico. Para ser homem livre, não basta Ter liberdade de locomoção, para ir aqui ou ali. Goza de liberdade o homem que não é escravo de suas paixões , que não se deixa dominar pela torpeza dos seus instintos de fera humana.Não é homem livre, não desfruta da verdadeira liberdade, quem esta escravizado a vícios. Não é homem livre aquele que é dominado pelo jogo, que não consegue libertar-se de suas tentações. Não é homem livre, quem se enchafurda no vício, degrada-se, condena-se por si mesmo, sacrifica voluntariamente a sua liberdade, porque os seus baixos instintos se sobrepuseram às suas qualidade, anulando-as.

    Maçom livre, é o que dispõe da necessária força moral para evitar todos os vícios que infamam, que desonram, que degradam. O supremo ideal de liberdade é livrar-se de todas as propensões para o mal, despojar-se de todas as tendências condenáveis, sair do caminho das sombras e seguir pela estrada que conduz à prática do bem, que aproxima o homem da perfeição intangível.

    Sendo livre e por conseqüência, desfrutando de liberdade, o homem deve, sempre pautar sua vida pelos preceitos dos bons costumes, que é expressão, também derivada do latim e usada para designar o complexo de regras e princípios impostos pela moral, os quais traçam a norma de conduta dos indivíduos em suas relações domésticas e sociais, para que estas se articulem seguindo as elevadas finalidades da própria vida humana.

    Os bons costumes, referem-se mais propriamente à honestidade das famílias, ao recato das pessoas e a dignidade ou decoro social.

    A idéia e o sentido dos bons costumes não se afastam da idéia ou sentido de moral, pois, os princípios que os regulam são, inequivocamente, fundados nela.

    O bom maçom, livre e de bons costumes, não confunde liberdade, que é direito sagrado, com abuso que é defeito, crê em Deus, ser supremo que nos orienta para o bem e nos desvia do mal. O bom maçom, livre e de bons costumes, é leal. Quem não é leal com os demais, é desleal consigo mesmo e trai os seus mais sagrados compromissos, cultiva a fraternidade, porque ela é a base fundamental da maçonaria, porque só pelo culto da fraternidade poderemos conseguir uma humanidade menos sofredora, recusa agradecimentos porque se satisfaz com o prazer de haver contribuído para amparar um semelhante.

    O bom maçom, livre e de bons costumes, não se abate, jamais se desmanda, não se revolta com as derrotas, porque vencer ou perder são contingências da vida do homem, é nobre na vitória e sereno se vencido, porque sabe triunfar sobre os seus impulsos, dominando-os, pratica o bem porque sabe que é amparando o próximo, sentindo suas dores, que nos aperfeiçoamos.

    O bom maçom, livre e de bons costumes, abomina o vício, porque este é o contrário da virtude, que ele deve cultivar, é amigo da família, porque ela é a base fundamental da humanidade. O mau chefe de família não tem qualidades morais para ser maçom, não humilha os fracos, os inferiores, porque é covardia, e a maçonaria não é abrigo de covardes, trata fraternalmente os demais para não trair os seus juramentos de fraternidade, não se desvia do caminho da moral, quem dele se afasta, incompatibiliza-se com os objetivos da maçonaria.

    O bom maçom, o verdadeiro maçom, não se envaidece, não alardeia suas qualidades, não vê no auxílio ao semelhante um gesto excepcional, porque este é um dever de solidariedade humana, cuja prática constitui um prazer. Não promete senão o que pode cumprir. Uma promessa não cumprida pode provocar inimizade. Não odeia, o ódio destrói, só a amizade constrói.

    Finalmente, o verdadeiro maçom, não investe contra a reputação de outro, porque tal fazer é trair os sentimentos de fraternidade. O maçom, o verdadeiro maçom, não tem apego aos cargos, porque isto é cultivar a vaidade, sentimento mesquinho, incompatível com a elevação dos sentimentos que o bom maçom deve cultivar.

    Os vaidosos buscam posições em que se destaquem; os verdadeiros maçons buscam o trabalho em que façam destacar a maçonaria.

    O valor da existência de um maçom é julgado pelos seus atos, pelo exercício do bem.

    Agora, ficamos com uma questão, no sentido de que, caso fôssemos, advindos, nós maçons, de algo “diabólico”, não deveríamos “sermos cheio de paixões”; “termos o ego acima de tudo”; “termos a vaidade, continuamente, pregada” e ainda, “termos os mais abomináveis costumes” ?

    Desta forma, ilustre e respeitado Pastor Daniel Batista, diante do exposto e de muitos outros assuntos de que ainda tenho conhecimento, ainda acredito por praticar o bem. Vamos entender ainda, inclusive um pouco mais, que tudo é baseado na Palavra Sagrada, ou por nós chamado o livro da Lei, a Bíblia. Gostaria ainda, de expor esta analogia, sobre o Cristianismo e a Mitologia…Desde suas origens na Antiguidade, a mitologia fascina o ser humano e confunde-se com a religiosidade, inclusive a fé cristã. Em pleno século 21, na Era da Tecnologia, cada vez mais pessoas se interessam pela mitologia. Divindades, heróis e aventuras épicas que foram se acumulando ao longo da história da humanidade constituem um riquíssimo acervo de mitos, que, com base real ou não, povoam o imaginário das civilizações. E, tal como os imaginários habitantes do Monte Sagrado da Antiga Grécia, que envolviam-se com os mortais a ponto de gerarem filhos com eles, os mitos do passado vez por outra ressurgem com força, estimulando a arte, a crença e a imaginação de muita gente ao longo dos tempos. O segredo do mito é justamente este – com o passar dos anos, sua origem se perde no passado, a ponto de ninguém mais saber se referem-se a fatos reais ou não. Mas pouco importa: o valor do mito não está necessariamente na sua veracidade, mas na importância para o imaginário coletivo.

    Num dos capítulos de O Livro de Ouro da Mitologia (Ediouro), escrito no século 18, o norte-americano Thomas Bulfinch apresenta três teorias defendidas por filósofos para explicar a origem da mitologia: a teoria alegórica, ou seja, simbólica e não condizente com a verdade propriamente dita; a teoria histórica, que, ao contrário da anterior, defende a hipótese dos mitos terem, de fato, existido em determinadas épocas; e a teoria bíblica, que pressupõe que as lendas mitológicas tenham se originado nas narrativas das Escrituras – embora a mesma tese também admita que as histórias tenham sido distorcidas no decorrer dos séculos. Independentemente de que teoria se aproxime mais da verdade, o que não se pode negar é que até hoje deuses e heróis da Antiguidade greco-romana ainda despertam enorme interesse, seja entre estudantes, pesquisadores e até teólogos – prova disso é que o livro de Bulfinch tem sido adotado por escolas e universidades em todo o mundo.

    Se cada interessado por mitologia tem um motivo peculiar para se deixar levar por essas histórias fantásticas, o propósito que os move parece ser bastante similar, ou seja, tentar explicar o mundo contemporâneo alicerçando-se em supostos acontecimentos ou meras narrativas ocorridas num tempo não identificado, e que a literatura tratou de eternizar como lendas, ou melhor, como mitos. Etimologicamente, a palavra grega teogonia quer dizer origem dos deuses. Na literatura, Teogonia, de Hesíodo – o mais antigo entre os poetas gregos –, assim como Ilíada, de Homero, são as obras mais estudadas pelos especialistas no anseio de explicar a origem dos deuses e heróis da mitologia grega, isso desde o século 9 a.C.

    Passados quase três milênios, os estudos iniciados lá no passado ainda suscitam muitas dúvidas, e talvez o exemplo mais latente dessa incerteza seja se a mitologia pode, de fato, ser considerada uma religião. Para Jorge Pinheiro, pós-doutor em teologia e pastor da Igreja Batista de Perdizes, zona oeste de São Paulo, a resposta é não, embora as duas vertentes muitas vezes caminhem lado a lado: “Dos mitos restaram somente os rituais religiosos, os mistérios das seitas e a enorme influência de toda uma história da qual permanecem apenas os rastros”. Conteúdo moral – Mestre em Ciências das Religiões, a advogada Maria de Fátima Moreira de Carvalho, que congrega na Igreja Assembleia de Deus de João Pessoa (PB), compactua com a afirmação do teólogo: “Mesmo que se refiram a deuses, mitologia não pode ser considerada religião; refere-se apenas a narrativas arcaicas que nos transmitem algum ensino moral”, afirma. Pode-se atribuir o início dessa desmitificação de deuses e ídolos gregos ao apóstolo Paulo, com seu célebre discurso realizado em Atenas, relatado no livro de Atos.Na capital dos filósofos do Mundo Antigo, ele mostrou-se perplexo com o ambiente de idolatria reinante naquela sociedade, a ponto de as pessoas adorarem a deuses desconhecidos. Foi justamente essa a deixa que ele aproveitou para falar-lhes de Jesus: “Esse, pois, que vós honrais sem o conhecer, é o que vos anuncio” (Atos 17.23). Segundo o apóstolo, a religiosidade dos atenienses era imperfeita, embora aproveitável. Apesar dos atenienses continuarem militando nos caminhos da filosofia pagã, o discurso teve lá seus resultados positivos, com várias pessoas se convertendo – entre eles, Dionísio, membro da aristocracia local e integrante do prestigiado Areópago de Atenas. No entender de Jorge Pinheiro, mitologia e cristianismo seguem por caminhos bastantes díspares: “A cultura grega apresentou uma leitura mítica do destino, que traduzia a maneira de pensar e viver o helenismo – período da história grega compreendido entre os anos 323 e 30 a.C. Já a fé cristã embute a ideia de que o mundo é uma criação divina, a vitória da crença na perfeição do ser em todos seus aspectos sobre o medo trágico e a matéria que resiste ao divino”, aponta.

    Mitos ou não, simbolismos e similaridades envolvendo mitologia e cristianismo é o que não falta. Um dos mais antigos enigmas da história da humanidade, a lenda do cálice sagrado – ou Santo Graal –, que algumas doutrinas apontam ter sido usado por Jesus na sua última ceia e no qual, supostamente, José de Arimatéia teria recolhido o sangue de Cristo, é um exemplo do que muitos classificam como mitologia cristã. Uma segunda versão da lenda defende que Maria Madalena teria sido a detentora do cálice – afinal, segundo a Bíblia, ela era a única mulher além de Maria presente no Calvário durante a crucificação. A lenda transcendeu os séculos subsequentes e, na Idade Média, a busca ao cálice sagrado se tornou uma obsessão para os cavaleiros medievais. Até o cinema rendeu-se à história, em produções como Indiana Jones e a Última Cruzada, terceiro filme da célebre série de aventura do herói Harrison Indiana Jones Ford, de Steven Spielberg, e O Código Da Vinci, adaptação do best seller de Dan Brown. “O cálice sagrado é um exemplo típico de mitologia cristã, mas não é bíblico; deriva das doutrinas cátaras”, explica Maria de Fátima. “O Graal foi uma reinterpretação de um mito celta que se referia a um prato de poderes divinos que revestia a comida posta sobre ele.” Um dos principais pilares que sustentava a religião dos cátaros – povos que ocupavam o norte da península itálica no século 12 e que se opunham ao cristianismo – era a crença de que Jesus não era filho de Deus, mas um importante profeta.

    Cavaleiros da cruz – Por sua vez, a Ordem dos Cavaleiros Templários (maçons), uma espécie de organização fundada no mesmo século 12, em Jerusalém, por cavaleiros franceses para proteger os reinos cristãos da invasão dos mouros, realmente existiu. Contudo, eles foram bastante mitificados ao longo do tempo. A ação perpetrada pelos templários marca o início das grandes expedições de caráter religioso e militar – historicamente chamadas de Cruzadas – para impedir o domínio das terras bíblicas pelos muçulmanos. No início do século 14, Felipe IV, então rei da França, ordenou a destruição da organização, fazendo com que os cavaleiros remanescentes se refugiassem em Portugal. Extinta, a Ordem dos Cavaleiros Templários cedeu lugar à Ordem de Cristo, tendo como seu principal fundador o papa João XXII. A experiência marítima adquirida pelos templários nas muitas peregrinações à Terra Santa colaborou para que os portugueses, a partir do século 15, aventurassem-se por mares nunca antes navegados, no processo de expansão que os levou ao Oriente e à América, culminando com a descoberta do Brasil. Na tentativa de explicar as origens da mitologia por um viés bíblico, como exposto no livro de Bulfinch, os gregos foram muito além dos limites determinados entre a razão e a imaginação, e apontam vários personagens citados nas duas correntes – mítica e religiosa – como bases de sustentação para suas argumentações. Para eles, Deucalião nada mais é do que um segundo nome de Noé, o homem que, segundo o livro bíblico do Gênesis, salvou a humanidade e a vida animal do Dilúvio. A justificativa para a comparação é, aparentemente, simples: depois que Zeus – considerado o pai de todos os deuses na mitologia grega – resolveu acabar com a maldade da face da terra com uma enchente de proporções globais, Deucalião e sua mulher, Pirra, foram aconselhados a construir um barco que lhes garantisse a sobrevivência. E as coincidências se estendem a outros heróis: Hércules, por exemplo, seria identificado com Sansão; Árion, com o profeta Jonas. Já o dragão guardião da macieira dos pomos de ouro, cultivada no jardim das três deusas Hespérides, seria ninguém menos que a serpente maligna que enganou Eva. Diante de tantas confrontações, há até quem ouse comparar Zeus com Deus, o criador do universo na concepção cristã. Afinal, dentro de cada uma das concepções, eles representam o Poder supremo. Não é o caso de Jorge Pinheiro, que contrapõe citando as torturas sofridas pelos judeus no livro apócrifo de Macabeus na década de 170 a.C., que preferiam a morte a fazer sacrifícios ao deus grego. “O que tem o Deus Eterno, criador dos céus e da terra, com o Zeus olímpico? Nada”, resume o pastor. Mitos e temores – Se geograficamente a Grécia e a Itália são separadas apenas por algumas milhas do Mar Mediterrâneo, as relações históricas entre as duas nações é ainda mais estreita e vem desde a Antiguidade. Desde o século oitavo antes da Era Cristã, a cultura grega, e principalmente sua mitologia, exerce influência direta sobre a arte romana, com vários heróis reproduzidos com as mesmas características estéticas. De diferente, mesmo, apenas a nomenclatura, traduzidas do grego para o latim. A influência grega exercida sobre a arte romana chegou ao Renascimento – período compreendido entre os séculos 13 e 17, que marca a transição da Idade Média para a Idade Moderna. Até mesmo para representar a religião cristã os italianos foram buscar inspiração no classicismo grego, cuja primazia era representar seus personagens históricos e mitológicos completamente nus – daí a expressão tão comum nos dias de hoje, o nu artístico. Rafael Sanzio, um dos principias artistas da época, e que traz a suavidade como principal característica em suas obras – como A Ressurreição de Cristo, pertencente ao acervo do Museu de Arte de São Paulo, o Masp –, e Michelangelo, o gênio que no século 16 cobriu de afrescos o teto da capela Sistina, no Vaticano, também recorreram a aspectos mitológicos em suas obras. O mestre florentino ainda legou à posteridade maravilhosas esculturas, como a representação “quase viva” do herói bíblico Davi e o colossal Moisés, que hoje encantam turistas na Itália. De tão perfeita, conta-se que, ao finalizar a obra, o próprio artista, em momento de êxtase, teria batido com o martelo no joelho da escultura e gritado: “Perché non parli?”. Fundada nos anos 1940, a Coletividade Helênica de São Paulo é uma entidade filantrópica que trabalha no sentido de preservar e divulgar as tradições e a cultura helênica por meio de atividades sociais e assistenciais. Ex-presidente da associação, Stayros Kyriopoulos, cristão ortodoxo, afirma que são muitos os aspectos e manifestações do mundo contemporâneo que ainda remetem à cultura grega, principalmente à mitologia. “Na minha opinião, o teatro, por exemplo, é uma das atividades que mais contribuem para a preservação cultural dos mitos gregos”, diz. Já para a doutora Maria de Fátima, o maior legado deixado pela mitologia para a humanidade foi um impulso causado no pensamento filosófico. “Foi justamente para contestar a existência dos deuses mitológicos que os filófosos pré-socráticos se manifestaram, dando início aos movimentos filosóficos no Ocidente”, atesta a doutora. “Do ponto de vista cultural, a mitologia nos mostra o quanto o pensamento grego, antes do cristianismo, era cercado de temores”, completa. Existe relação com nosso Cristianismo? – Sim.

    Ora, não precisaria eu, dizer isto tudo ao senhor, visto que deve conhecer sobre o assunto “teologia” muito melhor que eu. Mas o fato, não é criticar e sim, entender as relações entre histórias e as visões sobre os assuntos. Finalizando, uma grande verdade, é que na época de Jesus, Roma já enfrentava uma grande crise (serei resumido) política e com relação ao domínio do povo. Se estudarmos de forma um pouco mais profunda, veremos ainda, que nesta época, os Sacerdotes (religiosos), tinham grande influência sobre os reinados, concorda? – Havendo o problema político, o povo já “inflado” por problemas diversos (podemos até comparar ao que passamos atualmente), Roma resolve o assunto, fazendo com que ocorra toda a história sobre a morte de jesus (para mim, precedida) e mais a frente, em meio ao Caos (também já premeditado), perseguindo Cristãos, resolve o assunto adotando o monoteísmo. Nova fase no governo Romano. Mas como resolver o problema de um povo acostumado a adorar imagens? – Criando os Santos e suas respectivas imagens, no entanto, desta vez, com um ser em foco: DEUS e JESUS. Mais uma vez, as coincidências. Inclusive, coincidências, com a “Nova Ordem Mundial” que tanto falam. Tudo, meu caro, é questão de interpretação.

    Aqui, não estou dizendo que Deus ou Jesus não existiram, mas sim, entendendo alguns detalhes. Talvez, teríamos assuntos para muitas e muitas linhas. Mais uma vez, tetando chegar ao final, nossa bíblia, na verdade, é uma codificação da história, que faltam muitos detalhes e informações guardados a sete chaves pela “grande prostituta” a igreja católica e Vaticano. Para os mais leigos, se todas as escrituras fossem abertas, diriam que é mentira, que é coisa do “diabo”. Vejo muito das igrejas evangélicas, pregar mais sobre o dinheiro, o materialismo, que o espiritualismo. Quantas matérias podemos apreciar sobre este assunto? – Inúmeras, não? – E a pregação sobre o “diabo”? – Sim, vejo em várias igrejas, sair mais este nome, ao que nosso santificado Jesus. Aliás, atualmente, muitas das igrejas, vivem num tempo de religiosidade…

  8. Elias Bonassr Neto disse:

    A teoria da prosperidade, tem um deus minusculo de nome Mamon!

    O mistério, não é a igreja do Deus verdadeiro JESUS;

    Nada há em oculto, que não seja revelado.

    Novo Testamento: João 15, vers 16
    ” Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e
    e designei para que vades e deis fruto ”

    JESUS VERDADE CAMINHo E VIDA ETERNA.
    sem qual não existe SALVAÇÃO.

    Únicos mandamentos

    Amar a DEUS sobre todas as coisas,
    Amar o próximo como a ti mesmo.

    Tão simples que os religiosos
    mataram seu corpo o qual ressucitou ao terceiro dia.

    Estas no céu a direita do PAI ETERNO
    aqui deixou o ESPIRITO SANTO.

    Até o seu retorno para julgar os vivos e mortos,
    Depois da batalha do Armagedon.

    A todos os que vivem em JESUS o único Salvador.

    • Elias Bonassar Neto disse:

      O general americano Albert Pike em seu livro disse; ” Deus é bom e o Lucifer não é ruim!”

      A teoria de que O Luciferianismo é o último. degrau da loja Azul onde estãol os neófitos, inocentes para serem usados; para a adoração de Lucifer que é maior que nosso Senhor JESUS CRISTO, o MESSIAS DA HUMANIDADE, segundo o ocultismo.
      Nada em oculto, que não será descoberto!

      Oa iluminatis, estão agora, pedindo para o “Anti Cristo” chegar de vez.

      NOVA ORDEM MUNDIAL

  9. Pingback: O altar profanado | Setimo Portal

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