“Um salto” o slogan do PT para as eleições presidenciais de 2014 nos faz pensar por uma sociedade desencantada, fria e sem coração.

A verdadeira sabedoria tem por princípio o temor com Deus. Desde o primeiro momento procurei compreender e entender o que recebi do Senhor. Em 2008 o Senhor Jesus deu o aviso de que o Brasil seria vítima de um golpe de Estado (Ditadura). Isto se repetiu em 2009, aonde, por inúmeras vezes, alertou-me acerca do PT e de sua política (Governo Lula) desativando os poderes Legislativo e Judiciário com objetivo de estabelecer o Executivo como única força política no Estado (pode ocorrer via estado de defesa, estado de sítio ou um golpe de estado).

Minha tristeza, obter o conhecimento de que este processo se estende para lados diversos. Tornei esta causa o motivo de minha oração. Principalmente por todas vítimas deste sistema, as que se foram e pelas que virão. Minha indignação pela Igreja de Cristo que está suja com toda esta política. Minha revolta por quem vende ovelhas para eleger este mecanismo satânico.

O que vou redigir abaixo, leva minha opinião como Pastor e cidadão brasileiro. O vídeo é uma montagem, muito real, por quem quis se indignar como muitos e, sem pensar, ajudou a confirmar o que Jesus, o Cristo, revelou a Igreja Cenáculo da fé para as Nações desde o início. Um alerta do que está para vir, e  presente em todo cenário político na America Latina.

Igreja Cenáculo da fé para as Nações

Pr. Daniel Batista

UM SALTO PARA O ABISMO

“Um salto” o slogan do PT para as eleições presidenciais de 2014 nos faz pensar por uma sociedade desencantada, fria e sem coração. O tempo de raciocinar e observar trocados por uma cor política hipnotizante. O tom vermelho da Era Lula e suas multidões enlouquecidas apontam para o abismo político histórico.

O pretexto da solidariedade que coroou as greves dos patrões, envenenou o Parlamento e estabeleceu o anarquismo territorial. Inventou o código político dos invasores e estabeleceu o controle da alta-propriedade alheia. As interpretações liberais “direitos humanos” que desenham todo este triunfo com as teorias sentimentalistas. Para tornar possíveis tais desejos é preciso saber fazer especulação: agitar as massas sociais.

“Um salto tecnológico” o conduto de espreitas de atentado ao Poder Público como à escápula dos indivíduos de delito e crime político. O vale-tudo que nos deu uma concessão jornalística capaz de escrever toda espécie de absurdos misturados com cousas sérias. A mecânica da falsa informação que tem o controle social e participa da expansão estatal programada. Esta política moderna possui uma força indispensável “terrorismo psicológico” para continuar fazendo vítimas políticas com aparência de “nova constituição”.

“Um salto orçamentário” que fez partidos, conselho de ministros, sobretudo o Senado, reconhecerem sua impotência por medidas de ambições, desordens e bancarrotas à cima da expectativas. Brasília – DF cresceu, triplicou partidos, aparelhou a máquina estatal e ampliou os ministérios. Deu êxito a sua obra facínora que por toda parte penetrou a corrupção. Aumentou, e agora, a velhaca da traição está prestes à fazer deste mecanismo governamental “despotismo” um sistema hereditário para este país.

“Um salto de justiça” para os motivos de “crimes comuns” aonde pessoas que se ocupam com questões inescrupulosas, aquelas que chegam ser às mais brutais e animais, não receberam a solidariedade dos tribunais como os políticos. A inflexibilidade dos Poderes, que confundi a opinião pública, avistamos os cãezinhos do judiciário abanando o rabo para os elefantões do socialismo. Encobriu os crimes políticos deste Partido com o desprezo às leis, como foi decisiva, sobretudo, na incapacidade de não colocar no banco da condenação os réus do roubo, e de todos os crimes abomináveis e vis até aqui não julgados.

“Um salto de desenvolvimento” que propôs a propaganda de categorias de crimes desta ignomínia e abriu os contingentes do mal. A deterioração dos serviços prestados pelo Estado, como saúde, habitação e principalmente educação – o que está entre os mais subdesenvolvidos. O segredo que fez crescer o número de desempregados, insanos e ignorantes para o “bolsa família” alavancar campanha. A massa divertida dos excluídos sociais (os sem-teto, os sem-emprego, os sem-nada ) que não puderam ter acesso à um trabalho e, avolumam-se nas filas do Banco estatal para sacar um salário “eleitoral” por cada filho. Ficar em casa esperando a próxima reeleição para apertar “13” e torcer como um proletário encurvado pelo Estado.

Concluímos…

Nossa profunda repugnância por este histórico de confirmações. O Desenvolvimento político “Golpe de Estado” que está interpretado pela fala dócil de um Presidente(a), amigo e irmão político de ditadores, em medidas que deram um meio de destruir pouco a pouco, passo a passo, tudo o que, a princípio, foi adquirido democraticamente neste país. Um equilíbrio constitucional de expectativa econômica fenomenal que brevemente será destruído por que está rodeada de pressupostos

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