O papel dos utopistas definitivamente se encerra quando o regime da besta for reconhecido, até lá continuarão prestando serviço com invenções “teorias fantásticas” que terminam sempre na instauração de danos irreparáveis. Em destaque, aquela que caminha de acordo com o plano concebido politicamente pela besta na modernidade “teologia liberal”, não havendo uma só mentalidade, aquela que é incomparável na malandragem.
A conhecida Bispa Sônia Hernandes é o progresso deste serviço: o obscurecer da verdade de Cristo. Mentora de uma tropilha de aventureiros e arruaceiros, a discórdia organizada em operação, à mais de uma década emocionando a sociedade pela busca de ilusórios bens sociais em nome de Jesus. Deu fé que seus projetos poriam em relevo o caráter benéfico de seu domínio por um discurso cheios de torpezas e servidões materiais.
Esta mulher, a repugnância encarnada em cores vivas, cujo sistema estóico, que insiste dizer-se movimento evangélico “bem sucedido”, produziu uma história de conquistas de destruição das crenças divinas. O que poderia ser chamado “Renascer de ateus” contemporâneos que servirão de exemplo à gerações futuras, aquelas que somente ouvirão prédicas do existencialismo e a mística voluntariosa do judaísmo (fim da religião) por estarem entupidos de vergonhas e contradições.
Atenazaram o cristianismo durante anos com escândalos publicados, abriram precedentes para discussões, sublinharam seus erros, que são incontestáveis, para fazer progredir “fermentar” uma massa de desocupados da mente, casados, fadigados como vendidos por este evangelho sem Cristo.
Em entrevista à Folha de São Paulo, A Bispa em disparada à 21º Marcha para Jesus da Cidade de São Paulo, afirma que sua “missão” é pregar o evangelho, não julgar os homossexuais. Depois de expressar publicamente suas paixões sobre os mais diversos assuntos fúteis e o entreter do ilusório “De Bem com a vida”, a Bispa segue determinada a qualificar o espaço (800 igrejas) de suas futilidades e diversões como uma “Igreja aberta para todos”.
Impressionante como a liderança evangélica tende a modificar as expressões de êxito (Evangelho). Sônia desencoraja o Evangelho, segundo Jesus Cristo, do juízo crítico, como o obriga a uma obediência servil, de espírito puramente animal, à ingenuidade inconsciente. A base da sugestão de sua “missão” é apropriar “Jesus” à sede das emoções que lhe dêem aplausos e triunfos como instituição religiosa. Por conta disso, plenamente persuadidos e exprimidos pela infalibilidade de suas idéias ( função pública, a cumplicidade solidária e as questões industriais como certeza útil ao bem de todos cristãos), o número de vítimas oferecidas para manter a loucura capitalista destes líderes evangélicos aumenta a cada dia (Marcha para burrice). Os Hernandes cumprem muito bem o papel das utopias, melhor do que qualquer outro, sabem promover campanha superficial que nos dá um efeito colateral contra Cristo (outro evangelho).
Concluímos..
A Plenitude do tempo de Deus (Cristo) revela um Evangelho cujo prédica despedaça opiniões e todo comportamento vil, por que tende à exaltação de Cristo e não à de homens (Mt 21.42-44). De missão específica: a Salvação dos pecadores pelo arrependimento, onde não há espaço para paixões e sentimentalismo. Privilégios da Graça de Deus por intermédio da eleição de Cristo e, quem as rejeita, será reduzido a pó (condenação perpétua) e excluído do Amor de Deus.
Por quem exercitado, a saber o Evangelho verdadeiro, o constrangimento é inevitável na experiência de fé (Palavra e não Paz; Mt 10.34). A redenção proposta em Cristo Jesus revela que a mudança humana é fator primário e fundamental quem quer ser salvo (Jo 3.03). O trato e o apego doutrinário desta noção, regeneradora, está representado por fiéis e não por fanáticos ou extremistas religiosos. A Plenitude do Tempo de Deus (Cristo) nos traz um ministério Pastoral ordenado cujo dever é estar apto à boa instrução de suas ovelhas. O espírito “predador” de Sônia, como o restante da liderança evangélica estatal, habilita o plano político mundial da besta: a teosofia.
Sônia Hernandes acredita na possibilidade de uma “missão” cujo anunciamento cristão não dê Fé (comportamento) mas relações gerais da vida humana. No tempo de Jesus a prédica original da Igreja, por uma Missão Evangelística consistente, em caráter integral, levaria à consciência de todos homens um Caminho apertado, sem facilidades para o pecado e, a Porta estreita para que a maldita cosmo visão seja impedida ( Mt 7.13-14 ).
A Renascer de Sônia desafia a Lei espiritual da Redenção em Cristo (Renúncia), e recria um espaço “Igreja” aonde as mudanças comportamentais sejam inúteis e a única importância seja o êxito público sem disciplinas. Na Plenitude do Tempo de Deus (Cristo) homossexuais seriam recebidos pelo Amor e revelados pela Luz (Jo 3.16 – 21). No tempo de Jesus, bastava uma indagação direta por parte de seus opositores para que o sermão desse aos corações uma verdade absoluta. Aqui, a parcialidade e a vulnerabilidade do discurso desta mulher é guia para porcos e cães darem risadas. “Protocolo” modelo para diversas sociedade secretas e Lojas maçônicas do mundo se espelhar. O prestígio das instituições religiosas em troca da inviolabilidade da mística, que hipnotiza a sociedade mais do que está. A Maçonaria deveria indicá-la a sociedade Rosa Cruz, se é que já não faz parte.
Hoje, Sônia garante “Igreja para todos” sem Luz e um Evangelho insípido pelo repouso obtido à séculos de agitações, conturbações e erros cometidos com o cristianismo. Educados a dirigir cristãos, com discursos, projetos, artigos que lhe dão influência sobre os espíritos de crentes “cabeçudos” – o que mais lhe importam (repouso das vantagens). Sônia entende do Evangelho ideológico, dólares no meio da Bíblia, desfile de modas, luxo desenfreado, revista socialite, mansões, nobreza. A Perua de sonhos caros e a ditadura gay deveriam formar um time espacial.
Maranata, Jesus está voltando !