“ONU” E SEU “CONSELHO GERAL” DE HIPOCRISIAS

 

Antes da nossa reflexão sobre a atuante da ONU “Assembléia Geral” em defesa de “direitos civis” na Síria, é preciso não esquecermos que o prestígio dos Poderes reinantes (NOM) crescem de acordo com a simulações de desordem e o palavrório descontente de seus bons oradores (mídia).

O segredo dos iluministas pela Era das Unificações “Supernações” é fortalecer as medidas que alimentam a sociedade global com sentimentos de “cisma” e “insegurança”, o que lhes servirá de pretexto para emergir agentes encarregados (ONU) no “sentimento de dever” a qual tomarão posse no seio da classe administrativa para se “divertir” com seus informes secretos, prisões executadas, vigilância, abusos de direito e ainda ganhar bilhões de dólares com a indústria bélica.

Esforçam para que seja comum para o público “visão global” a instauração de um “Grande Poder” com direitos maiores do que outros países. Canhões, soldados de boina azul e navios abarrotados de aviões embarcando nas fronteiras de outros, entrando e saindo de propriedades alheias, confiscando o direito privado para empanar a auréola da infalibilidade de um “Novo Poder” [exemplo reconhecível no Oriente Médio].

O legalismo da autocracia mundial (besta) poderá acontecer antes que venha a supressão das constituições, a quebra de barreiras diplomáticas, a fadiga dos povos pelas desordens como a frivolidade de seus governantes. Como Igreja de Cristo na terra estamos muito perto desta exclamação:

“Expulsai-os e dai-nos um rei universal para que possa reunir e destruir as causas de nossas discórdias, as fronteiras de nossas Nações e religiões, os cálculos dos Estados; um rei que nos dê a Paz e o repouso que não podemos obter em nossos governantes e representantes.”

O progresso deste sistema e os meios da “especulação” destruindo pouco a pouco, passo a passo, tudo o que, a princípio, passa por cima de suas disposições, neste caso (Síria), com medidas que eles (ONU) próprios tomarão, responsabilizando em seu lugar a figura política. Apelarão para o povo o direito de convocar um novo parlamento, dissolver o poder Executivo de todos estes atos e, o chefe de Estado deverá interpretar a plena e definitiva sabedoria “código político” destas idéias já com o receio devido e antecipado das mudanças segundo o plano (presságio).

**ONU** O interessante neste “prestígio de poder” é quando decresce! Todas as vezes que se descobre conspirações contra ele próprio. Ver a ONU aprovando uma resolução contra a violência na Síria, de violações de direitos humanos, é assinar sentença de violências e hipocrisias.

Voltando um pouco para a história da ONU, a organização que começou a existir “oficialmente” em 24 de outubro de 1945, e surgiu numa tentativa de poder levar a paz para os países em conflito. Em 02 de agosto de 2002, a história de pouco mais de 57 anos quase desmoronou com o maior escândalo envolvendo membros desta Organização.

Capa do livro ‘The Whistleblower’, ainda sem tradução nacional (Divulgação) denuncia um esquema de tráfico de pessoas por agentes da ONU, que incluía mulheres de vários países próximos, inclusive crianças de 12 anos. Essas mulheres prestavam serviços sexuais em vários bares de Sarajevo (Bósnia) para o lucro de homens de alta patente desta organização. A denunciadora do caso, Kathryn, uma policial civil, foi ameaçada por agentes e policiais da ONU, e se viu obrigada a revirar arquivos e confiar nas pessoas certas para conseguir trazer a verdade à tona. O tráfico de pessoas é um dos problemas mais graves hoje em dia, e é uma violação dos direitos humanos para a ONU.

No site do Movimento Contra o Tráfico de Pessoas (MCTP) existe uma frase que representa bem as vítimas desse problema: “É uma ofensa aos direitos humanos porque explora a pessoa humana, degrada sua dignidade, limitada sua liberdade de ir e vir. A conseqüência do desrespeito aos direitos humanos porque o tráfico de pessoas é fruto da desigualdade socioeconômica, da falta de educação, de poucas perspectivas de emprego e de realização pessoal, de serviço de saúde precários e da luta diária pela sobrevivência”.

Para se ter uma noção, em 2010 cerca de 60 mil brasileiros foram vítimas do tráfico internacional de pessoa, segundo dados fornecidos pela Secretaria Nacional de Justiça (SNJ). A maioria são mulheres, entre 18 e 25 anos, oriundas de famílias de baixa renda, e que são levadas para países como Espanha, Portugal e Suíça. Depois de levada para o exterior, a vítima fica presa a uma rede internacional de prostituição, sujeita a trabalhos forçados, em cárcere privado e exposta a doenças sexualmente transmissíveis.

O que não conseguimos compreender neste episódio, a participação dos trabalhadores internacionais, dos funcionários da ONU e da polícia local no esquema de tráfico das mulheres na Bósnia (1995), é a disposição e a capacidade do poder internacional: “a cumplicidade“.

Não se trata de uma idéia que vem do fundo dos séculos para ser esquecido. Pior, esta ocorrência na Bósnia “tráfico de pessoas” permanece historicamente sob a afinidade dos Estados Unidos da América, à quase meio século de embate ideológico capitalista e comunista com a União Soviética, dividindo o mundo com esta guerra, e não soube, ou não fez conta de saber o que a ONU andava fazendo por lá. Os crimes contra a humanidade que incentiva o governo dos EUA invadir a Síria, esta organização as representou indiretamente sob sua vigilância enquanto brincava de guerra.

Poderiam dar inúmeras maneiras de processar estes indivíduos que cometeram estes crimes em terras estrangeiras durante missões pacificadores ou militares na Bósnia, um destaque merecido na mídia corporativista talvez, e se o fizeram em juízo, o fizeram em oculto e não participamos.

Surpreenda-nos com esta história de “Conselhos” que julgam crimes contra humanidade. Diremos: “aonde está a resolução que condenará o Governo Bush ou uma justificativa de sua ação sanguinária na ocupação do Iraque, iniciada em março de 2003, que já causou a morte de 700 mil iraquianos e de mais de 3 mil soldados estadunidenses. A garantia que Saddam Hussein produziu armas biológicas, químicas e nucleares; um papel destacado no apoio operacional aos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 e estreitas ligações com a rede terrorista Al-Qaeda de Osama bin Laden? A força bruta e cega que sacrificou o bem geral para conseguir o próprio bem”.

As mentiras dos pupilos de Bush, entretanto, não convenceram os membros do Conselho de Segurança da ONU. Algumas das “provas cabais” até causaram mal-estar e ironia. As fotos desfocadas poderiam ser de qualquer parte do deserto da região; já as gravações, todas trucadas, foram forjadas pela CIA; quanto aos tubos de alumínio, inspetores da ONU já tinham provado, em 2001, que eles não poderiam ser usados em centrifugadoras destinadas ao enriquecimento do urânio, já que era “pesados demais, grossos demais e, na certa, vazariam”. Não havia risco de “um ataque nuclear em 45 minutos”, como alardeava Dick Cheney.

Os indícios levam para a violência e o terror praticado por um mecanismo de estrutura governamental de uma minoria de burgueses. A exemplo na guerra da Bósnia, a empresa privada de serviços militares chamada DynCorp, envolvida no escândalo de tráfico de mulheres, que ameaçou e demitiu a funcionária delatora do esquema de corrupção, juntamente com a atuação do Escritório da ONU, continua oferecendo serviços para “Missões de Paz”, dando operações de suporte de treinamento, apoio de inteligência, operações de contingência, segurança e manutenção em veículos terrestres, ao ponto de se totalizar uma renda que chagaria a 3 bilhões em receitas anuais para os cofres do governo Federal dos EUA.

O mecanismo “Missão das Nações Unidas” para Estabilização do Haiti que vem desorganizando e gerando vítimas sexuais e muitas acusações de usurpação de poder. Não temos uma resolução especial para isso ou uma Assembléia Geral para discutir a impotência da governabilidade da ONU no cenário do caos!

Concluímos…

Uma Assembléia Geral para o governo Sírio que leva os mesmos padrões da ONU na Bósnia e no Haiti. Um tribunal internacional que só julga os que quebram as regras ou as leis dos mais fortes (G7). Investigam, julgam e penalizam de acordo com os negócios e direitos dos homens mais ricos do mundo. Especialistas em reunir informações pela rotina teórica, de observações imparciais, que são necessárias, para agir segundo a administração de seus próprios direitos(capitalismo).

Esta resolução condena a satisfação “aparência das coisas” que se darão ao trabalho de sugerir o despotismo tão majestoso. O terror econômico aqui sempre terá uma defesa honesta e legal e, como a mesma jurisprudência de Bush (NOM). A ONU está habituada a defender os interesses de seus clientes, como sabe ser imparcial, quando lhe convém, na atuação de corrupção de seus assessores. Recebem honorários na qualidade investigativa de possíveis “armas químicas” na Síria, entre outras coisas, mas não quer punir cruelmente os fornecedores de armas para rebeldes no Oriente Médio (EUA; RÚSSIA). Homens que nunca poderiam ser interrogados em seu tribunal, por que representam os laços econômicos e militares que continuarão gerenciando as guerras (3º) e provocando pânico para as desestabilizações socais.

O povo encerrado na cegueira, a multidão enlouquecida, os Estados emoldurados para o equilíbrio e nível da Serpente Simbólica (Nova Ordem Mundial). Sessões do Parlamento para as tendências liberais, reuniões administrativas para o distúrbio, o pretexto da solidariedade por quem faz a guerra, a mídia para falastrões e jornalistas audaciosos, e o que mais me decepciona é ver a “Igreja de Cristo”, por evangélicos banais e ambiciosos, credenciada e curvada a toda esta mentira de Paz e Estabilização: ONU (Comitê de Miquéias).

MARANATA, JESUS ESTÁ VOLTANDO! 

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Uma resposta para “ONU” E SEU “CONSELHO GERAL” DE HIPOCRISIAS

  1. Raimundo Nonato disse:

    PAZ DO SENHOR JESUS.
    ASSISTO SUAS PREGAÇÕES E GOSTO POR SER CONFORME A DOUTRINA DOS APÓSTOLOS, SÓ AS PALMAS QUE NÃO FAZ PARTE DA MENSAGEM BÍBLICA É UMA PRATICA DO NEO PENTECOSTALISMO IMPLANTADA NAS IGREJAS PELOS ADEITOS DO MOVIMENTO G12 CRIADO POR CESAR CASTELLANOS DOMINGUES DA IGREJA MCI MINISTERIO CARISMATICO INTERNACIONAL DE BOGOTAR COLOMBIA.

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