“PAPA FRANSCISCO PELO DISCURSO DA IMBECIALIDADE”

Na última quinta feira o Papa “Francisco” publicou sua primeira mensagem do que pensa sobre tecnologia digital. Para Francisco todos católicos devem ser “cidadãos digitais” construtivos e solidários. Classificou a internet como “dom de Deus” para o serviço da humanidade “uma autêntica cultura de encontros”. Observem que o termo “dom de Deus” é aplicado e utilizado totalmente fora do contexto teológico e bíblico, como foi o uso das realidades de um “cidadão digital” que literalmente foi modificado. Habitual, como histórico, assistir o catolicismo licenciar mentiras e heresias no mundo das civilizações [vinho da prostituição].

Este tigre de aparência humilde particularmente segue unido pela marcha da máquina governamental mundial [liberalismo]. Assim como todos agentes maçônicos “requerentes do discurso” entre os quais também relacionam muitos pastores evangélicos!

A sede da emoção é cumprir as regras de um soldado militante da Ordem Mundial (ONU). Quanto ao fato de desenvolver um papel mentiroso no discurso, como chefe de Estado no campo administrativo e, autoridade eclesiástica apostata, é comum que a audácia utilize os benefícios da ingenuidade das massas para introduzir seus planos e, por fim atraia à atenção dos espíritos rebeldes as “novas questões”.

Na prática o “cidadão digital” está muito longe de ser um elemento básico de relações, espontâneo ou produto sócio-cultural. O Papa do diabo publicou uma versão errada a respeito desta tecnologia. A informatização das classes “inclusão digital” não veio para promover construção social, muito mais um mundo de liberdades. O plano que corre a todo vapor, dentro da realidade científica e tecnológica, reflete efeitos de uma globalização digital severa para com a vida das pessoas, por políticas neoliberais, que provocará abertura de um verdadeiro abismo digital escravizador, sem saída. Um amplo sistema cujo direitos legais, por parte de uma minoria, visa controlar comportamento de pessoas, economias, alterar relações de mercado, de governos e, principalmente, as relações interpessoais. Eles querem que todos pensem que se trata de uma moda fantástica!

Devemos admitir que construção desta cidadania planetária digitalizada está muito bem planejada pela Ordem, os sabichões. O que surpreende é que tais “novos princípios”, segundo o protocolo desta gestão, deveria ser implementado dentro de um único perfil ” infra-racional” por uma classe de imbecis, de espírito abarrotado de falsas idéias, atraídos por uma modernidade aparentemente equilibrada. Diferente do que muitos pensam, que o progresso virtual caminha por liberdades, como é formado por grupos sociais de uma excepcional inteligência. Até que a comunicação e a informação digital se transformassem em fatores fundamentais para a vida [direito a conectividade]. O que de fato está em vigor [idéia da alfabetização digital].

Os conhecidos “cidadãos digitais” em questão deverão estar moralmente constituídos por leis regimentais, de uma total dependência do setor virtual, com interesses e objetivos comuns, habituados as mudanças repentinas pelo domínio tecnológico arbitrário. Não erraríamos em afirmar de que estamos a beira de deste governo tecnológico e a sociedade global no vício da conectividade.

Segundo as profecias apocalípticas a “rede” se transformará em um órgão Governamental totalitário. Seus incluídos digitais para não permitir que seus filhos morram de fome, tenham saúde e um mínimo conhecimento para sustentar a sobrevivência, tendo suas necessidades básicas atendidas, podendo exercer os direitos de cidadania planetária de um cidadão digital, com condições sociais e econômicas codificadas e interadas em um único sistema, deverão se submeter as novas regras [direito a conectividade]. A penalidade para quem não se submeta a parte jurídica e administrativa da conectividade “infra-estrutura” será caracterizado “marginal” na vida planetária [digitalmente excluído por parte de quem tem o domínio dos códigos de barra]. Apocalipse 13 e 17.

A inclusão digital é o marca-passo do que será o governo do anticristo na terra [biochip]. O fenômeno idealista que emerge novas práticas sociais, linguagens e novos gêneros discursivos implementados por um único mediador disciplinar [besta]. Obviamente a exclusão como penalidade somente para cristãos que não aceitam a universalidade biométrica [monitoramento].

O “Papa papou” as propriedades do sistema político universal, a parte científica em questão, como solicitou aos ingênuos que sejam construtivos e solidários com as imposições da Era digital. Ocultou os gerentes proprietários desta engenhoca “sistema único” 666 que se dá por uma abstrata idéia de liberdade de informação, que no fim possibilitará que o governo secreto tenha o passe legal de gerente proprietário de informações pessoais de todos cidadãos digitais [G7].

O discurso “progresso de encontros culturais” na integra que renderá ao Vaticano o passaporte para oferecer à besta política em ascensão [anticristo] um líder religioso renomado, obviamente que saiba mentir como o Chico. Um grande serviço prestado a Franco Maçonaria, que mudou as versões originais do mundo digital para produzir imbecis “solidários” a estrutura servil desta genialidade!

Maranata, Jesus está voltando!

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