“REDE DE ESCADALOS” POLÍTICOS EVANGÉLICOS, CORRUPÇÃO E CANDIDATISMO

 

Diante de 42,2 milhões de evangélicos espalhados pelo país – com um crescimento de mais de 60% entre 2000 e 2010, segundo o IBGE, a busca por votos de fiéis já começou.

A arena está montada e, dentro de pouco tempo surgirão novas reuniões administrativas em presbitérios e panfletários para féis sob o pretexto de que tais nomeações “apoio partidário” são emanadas por Vontade Divina. Medidas estas que deram aos homens de Belial, como Silas Malafaia, R.R Soares, Valdomiro Santiago, Edir Macedo e Manoel Ferreira e, outras principais lideranças religiosas do segmento, todos meios para destruir passo a passo, pouco a pouco, tudo o que a princípio foi estabelecido por Cristo para a Igreja na terra [normativa, metodologia, inspiração]. Destes abusos nasceram decepções, insucessos e fadigas espirituais para os fracos. O detrimento das instituições cristãs e as vítimas que agora são incalculáveis.

A tomada do poder. À exemplo, a Frente Parlamentar Evangélica da Câmara dos Deputados projeta um crescimento de 30% nas eleições para este ano. Espera passar dos atuais 73 parlamentares para até 95 – ocupando algo em torno de 18% das cadeiras disponíveis segundo matéria do Estadão. Especialistas ouvidos por esta reportagem não acham difícil que isso ocorra, pois o grupo nunca teve tanta força. E, em ano de sucessão presidencial, o poder de fogo desse setor da sociedade deve ficar ainda maior.

Chamo toda vossa atenção para este fato e sobre o seguinte: o que fará a liderança evangélica como maioria no Parlamento? Farão o que outros fizeram! O direito de interpretação sobre o pretexto de salvaguardar o segredo da política suja. A paixão política destes líderes evangélicos “padrinhos da maçonaria”, operantes no sentido de complacências, tem as mãos do poder oculto, que aqui se estendem para ambos os lados com pinças de “socialismo científico” para deslindar paixões incandescidas para estabelecer um tipo de cristianismo cujo interesse estão derramados na ambição, promiscuidades e satanismo.

Posso lhes adiantar uma destas perspectivas:

(1) Lobismo empresarial na religião! Privatização do espaço público. Falamos de Concessões de rádio e TV – por causa de programas e canais, comerciais e comunitários ligados a igrejas. Há ainda projetos específicos caros ao setor. Um deles é o que dá poder às igrejas para contestar leis junto ao Supremo Tribunal Federal. O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça e aguarda mais uma comissão antes de ir a plenário. A aprovação desse projeto será prioridade do grupo neste ano 2014. Aviso para os ingênuos de que se trata de privatização [uso exclusivo].

(2) A privatização da religião em questão, à exemplo o que tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 114/05, elaborado pelo Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que defende a regulamentação da profissão de teólogo e a criação de uma Ordem de Magistrados (Conselho Nacional de Teólogos), com o intuito de regulamentar e legislar atividades teológicas junto as comunidades evangélicas. O próprio diabo deverá supervisionar, coordenar, planejar, elaborar, programar, implantar, dirigir, executar, analisar ou avaliar estudos, trabalhos, pesquisas, planos, programas, e projetos atinentes á realidade científica da religião (as responsabilidades e funções de um teólogo). Alem disso, todos que procuram obter função pastoral, deverão submeter-se a um exame obrigatório de ordem avaliativo-teológico (código de ética e disciplina), para o direito licenciado (habilitação) e assim, passar a ter atividades pastorais reconhecidas pelo Estado e pela CNT.

(3) Uma presidência evangélica. Reinantes como Magno Malta e Marcos Feliciano, que cogitam se candidatar em 2014, empanarão a auréola da infalibilidade do terror [Estado na Igreja]. Com medidas que eles próprios elaboraram, tomados do discurso da necessidade, reinterpretarão como reitores a forma de ordens ministeriais [repertório legalista para igrejas]. Passarão por cima de qualquer um que se opor a eles – como fazem no Poder hoje. E que forma de administração se pode dar a sociedade quando lhe sugere a idéia de uma ressurreição Testamentária? A Era-reis como pano de fundo para a missão da Igreja atual ? Se dizendo Nova Aliança a Antiga não deveria ser antiquada?

Um quadro sombrio de governantes degenerados e de gente pecadora, que resultou na escravidão deste Povo, o desvio da Lei de Deus da mente dos homens (cultos pagãos e sacrifícios a deuses estranhos). A divisão do Reino, Judá e Israel. Para as escrituras a Era que promoveu a imediação do conceito messiânico do Messias Guerreiro e Messias Rei. O que nesta composição a ação do Deus de Israel e do seu messias é descrita de modo debochado e violento: divertirá e ridicularizará às custas dos povos. Falará com ira e raiva. Quebrará e esmagará os adversários com vara de ferro . O objetivo dessa ação bélica é conquistar os povos e as suas terras .Esta descrição faz parte da história de Israel. A atividade desse movimento político e religioso persistiu nos dias de Jesus. A evidência de sua atuação pode ser encontrada no grupo que colocou uma placa na cruz de Jesus, após a crucificação. Inconformado e decepcionado com a atuação de Jesus que não restaurou politicamente Israel o grupo, de forma irônica, titulou-o este é Jesus, o rei dos judeus (Mt 27,37). A figura de um messias-rei está bastante ligada à expectativa do messias-guerreiro. Não basta esta lição? O Cristo, Jesus, fora dos palácios, posteriormente seus legítimos seguidores e por fim a primeira Igreja!

Concluímos…

Todos sabem que política na Igreja é heresia. O que conforta a corja é o fato de ser um negócio muito rentável. Comprar votos para siglas partidárias faz com que arrecadações de dízimos e ofertas sejam dinheiro de cafezinho para esta liderança podre. Farra de passaportes diplomáticos, fórum privilegiado para corruptos investigados pelo Poder Público, altos salários injustificáveis como parlamentares eleitos pela Igreja, comissões financeiras em licitações, lobismo industrial etc.

Veja, O MPF (Ministério Público Federal) pediu à Justiça a condenação da Fundação Renascer e do deputado estadual paulista José Antonio Bruno (DEM), ex-bispo da igreja Renascer, por atos de improbidade administrativa cometidos na execução de dois convênios celebrados com o FNDE (Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação). Segundo o Ministério Público, houve desvio de dinheiro e má utilização de quase R$ 2 milhões de verba pública federal. José Antonio Bruno foi bispo da Renascer e representante legal da Fundação Renascer até pouco tempo.

 

 

 

 

 

Relembro os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, foram cassados por decisão da Justiça Eleitoral – 13 parlamentares estão na rua da amargura por receber doações ilegais na campanha eleitoral de 2008. Em maio, o Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou 29 vereadores de São Paulo por recebimento de doações ilegais na campanha de 2008. Na ocasião, o promotor Maurício Antônio Ribeiro Lopes disse que a AIB é impedida por lei de colaborar financeiramente com campanhas eleitorais. Pelos cálculos do promotor, as doações da AIB para esse grupo de 29 vereadores totalizaram R$ 3,1 milhões. Entre os denunciados, estão o vereador da Igreja Comunhão Plena – Carlos Apolinário (DEM) e o ilustre Carlos Alberto Bezerra Júnior (PSDB), o bezerrinha da Igreja Comunidade da Graça.

Outro pego, o Bispo Rodrigues. Conhecido Carlos, que é ex-deputado federal pelo PL e Filho espiritual do Bispo Macedo da Universal do Reino de Deus, que recebeu 400.000 reais de Marcos Valério. Foi flagrado carregando 150.000 reais. Renunciou ao mandato para escapar da cassação, mas não voltou a ocupar cargo público. Isso não o impediu de seguir tendo seu nome envolvido em escândalos. Foi preso em maio de 2006, na esteira da Operação Sanguessuga, da Polícia Federal. A ação desbaratou uma quadrilha cujo montante do roubo alcança 110 milhões de reais, na compra de mais de 1.000 ambulâncias para prefeituras de seis estados. Os sanguessugas agiam no Congresso Nacional, aliciavam parlamentares para incluir emendas de compra de ambulâncias no Orçamento, prefeitos para montar licitações dirigidas e funcionários do alto escalão do governo para liberar rapidamente o dinheiro a ser pago pelas ambulâncias. Rodrigues passou 32 dias na prisão, em Brasília e em Cuiabá. O processo em que serão julgados os envolvidos no esquema corre no Supremo. Hoje, é sócio de ao menos cinco emissoras de rádio e TV no país. Em 2009, foi reintegrado à Igreja Universal, da qual fora afastado em 2004, por envolvimento no escândalo Waldomiro Diniz. Ainda assim, não tem mais o título de bispo. Por seu envolvimento no mensalão, foi julgado no STF e condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Sua pena: seis anos e três meses de reclusão, mais multa. Teve a prisão decretada em 5 de dezembro de 2013, e se entregou à Polícia Federal no mesmo dia. Está preso na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.

Caso igual para o Magno Malta “sanguessugas” que estourou em meados de 2006, o escândalo que enlameou de vez a 52ª legislatura do Congresso Nacional – a mesma dos vampiros, mensaleiros e que tais. Em 4 de maio de daquele ano, uma operação da Polícia Federal revelou um esquema rústico de pagamento de propina a parlamentares em troca de 10% do valor das emendas. A fraude ocorreu na compra de mais de 1.000 ambulâncias para prefeituras de seis estados e ao longo de cinco anos causou prejuízos de 110 milhões de reais, segundo as investigações. O escândalo entra hoje para a Rede de Escândalos , de VEJA.com. Com isso, a ferramenta lançada em 9 de dezembro, Dia Mundial de Combate à Corrupção, passa a colecionar 61 casos envolvendo quase 330 parlamentares, chefes do executivo, burocratas, lobistas, empresários, juízes, entre outros personagens.

Deputados evangélicos são investigados por envolvimento em esquema de corrupção da “Máfia do Asfalto”

Outro caso na Assembléia de Deus Ministério Belém. O Ministério Público (MP) anunciou a investigação do envolvimento de deputados estaduais e federais por suposto recebimento de propina da chamada Máfia do Asfalto, que ganhou repercussão durante a Operação Fratelli, realizada pela Polícia Federal em conjunto com o MP. Entre os acusados no esquema de corrupção estão os deputados evangélicos Paulo Freire (PR-SP) e Jefferson Campos (PSD-SP).

 

A política que nos deu ouro “30 moedas” para Judas trair o Cristo. A religião “evangélica” que redeu votos para alimentar a política anticristã do PT neste país [aborto, homossexualidade, prostituição legalista, descriminalização das drogas]. O filho que eles agora fingem não ser o Pai. Os votos que rederam a sociedade uma Igreja corrupta tão igual a de Roma.

Caros leitores, apoios políticos de púlpito servem para camuflar e disfarçar a maneira que “pobres” pastores viram ricos da noite para o dia. A farra com o dinheiro público realçada com projetos sociais e medidas sócio-educativa por uma corja de pastores que trabalham por “amor” como manda a arte política.

O candidatismo em cultos para eleger representantes e siglas partidárias é a ponta das vestes da corrupção desta que julgamos meretrizes. São muitos ingênuos que acreditam que tais Ministérios eclesiais deslocados a favor de políticas, sob a direção espiritual de um pastor inteiramente dispostos à criar e fortalecer bases estatais no Parlamento, o fazem por paixão à ciência social. A verdade dói! Admitir que os códigos desta política suja não tem nada ver com cristianismo. O candidatismo nestas igrejas promovem a liberdade que consiste na inviabilidade, e o direito de exercita-se a si próprio. Do que é feito este laço secreto que uni estas forças “Pátria e Religião” e quais benefícios que concernem o progresso destas atividades espúrias e malignas que podemos ressaltar?

Não cabe neste texto os exemplos ruinosos consequentes desta união satânica! Religião e Pátria, Igreja e Estado, Fé e Política, Pastor e Parlamento, Jesus e Roma! A mistura mais poderosa do que os milhões de homens que já semearam divergências e guerras contra Deus.

Muitos capítulos ainda virão para esta novela de horror (política na Igreja). Cabe à todo cristão piedoso interpretar a linguagem desta corrupção que vem como “liberdade” e exigências sociais “infalíveis” que na verdade são provinciais deste mesmo regime (besta). Respondemos com armas que vem de Cristo (SEPARAÇÃO).

Maranata, Jesus está voltando !

 

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