“GUARDAS DO SÁBADO” ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA DA ABERRAÇÃO

 

“Só quisera saber isso de vós: receberei o Espírito pelas obras da Lei ou pela pregação da fé?” Gl 3.2

A guarda do sábado é sem dúvida um dos principais pontos de controvérsia da doutrina do Adventismo do Sétimo dia! Guilherme (William) Miller, pastor batista do Estado de Nova Iorque/EUA, fundador desta seita, fez inúmeras controvérsias, uma delas, calculou que cada um dos 2.300 dias da profecia de Daniel representava um ano, tomando o regresso de Esdras do cativeiro no ano de 457 a.C como ponto de partida para o cálculo de que Cristo voltaria para a terra, em pessoa no ano de 1834. Esta previsão foi feita em 1818, aonde crentes vieram de várias partes do mundo, de diferentes Igrejas, doando suas propriedades, abandonando seus afazeres e se preparando para receber Jesus no dia 21 de março daquele ano. Depois de muitas tentativas, reconheceu seu erro (A história da mensagem Adventista, pág. 410). Não é o primeiro a implementar loucura com a Bíblia, nem o último que tentou oferecer calendário apocalíptico nas profecias da vinda do Cristo Ressurreto [“… como um ladrão, sem dizer o dia e a hora” ].

O próprio nome desta seita “Sétimo Dia” mostra quanta afinidade com o sábado, pois acredita que a observância do sábado é o selo de Deus [ a justiça de homens excedendo á de que Cristo?]. Uma doutrina insustentável para ser executada na Graça, pois dos 10 Mandamentos em “Êxodo 20”, o Novo Testamento ratifica apenas NOVE, excetuando o quarto, que fala de guardar o sábado. 50 vezes menciona o dever de adorar um só Deus; 12 vezes a advertência contra a idolatria; 4 vezes a advertência para não tomar o nome do Senhor em vão; 6 vezes a advertência contra o homicídio; 12 vezes a advertência contra o adultério; 6 vezes a advertência contra o furto; 4 vezes a advertência contra o falso testemunho; 9 vezes a advertência contra a cobiça. Em nenhum lugar no Novo Testamento é encontrado uma ordenança sobre a guarda do sábado para aqueles que estão respaldados na Nova Aliança em Jesus, o Cristo.

A necessidade da encarnação do Cristo em Jesus se constitui numa das mais evidentes provas da incapacidade do homem de cumprir a Lei Divina, por isso Ele mesmo disse: ” Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas, não vim para revogar, mas para cumprir. Porque em verdade voz digo: Até que o céu e a terra passem, nem um “i” ou um “til” jamais passará da lei, até que tudo se cumpra” Mateus 5.17,18. Não poucas passagens do Antigo Testamento mostram a irritação divina diante do legalismo frio e morto dos judeus, apresentando através de sacrifícios específicos e sucessivas cerimônias feitas com propósito de satisfazer a Lei. Quanto mais tempo se passava, mas imperfeito se manifestava o homem que tentava buscar a perfeição da Lei [enfermidade da Lei]. O estado de cumprimento da Lei “princípio moral” é uma forma de querer colocar-se acima da Cruz de Cristo!!

A origem Sabatina

Conhecida historicamente “Jornada do sábado” foi instituída por funcionários religiosos de Roma, feita de uma classe especial de judeus, muitos deles líderes israelitas, para forçar culturização helenísta dentro das convicções judaicas (cosmovisão). A luta era política, bem como cultural e religiosa que surgiram através de insistências partidárias [fariseus, saduceus, mestres da lei, zelotes e herodianos] até a época de Jesus. Estas ações organizadas deveriam aplicar a Lei de Deus às condições mais recentes “modernidade” e, se necessário, deveria ser reinterpretada. Entre os conflitos mais freqüentes entre os fariseus e Jesus estava a ênfase da “pureza ritual” e a “jornada do sábado”. A lei exigia uma distância que a pessoa podia percorrer no sábado, que lhe garantia que não violaria o mandamento do repouso Sabático. Mas conforme o Senhor Jesus lhes falou, eles eram tão rigorosos no cumprimento da Letra da Lei que deixaram de compreender a própria Lei e de implementar o Espírito da Lei. O Senhor recusou-se a ser limitado pelos acréscimos que os escribas fizeram a Lei, e assim ficou sendo alvo da inimizade deles (Mc 12.40, Luc 20.47).

Inspirados nesta insistência histórica e, organizada, dos três grupos que se ajuntaram para formar o Adventismo de Miller, o primeiro era fundamental para desgraça! Liderado por Joseph Bates, e sua adjunta Helen White que começou a alegar ter recebido uma “revelação” segundo o qual Jesus descobriu a arca do concerto e ela pode ver as tábuas da lei, que para sua surpresa o quarto mandamento estaria com uma auréola de luz. Um costu Hiram Edson deu a contribuição com respeito ao santuário celestial; Joseph Bates o legalismo sabatino e o terceiro grupo cooperou com uma profecia que por mais de meio século haveria de exercer influência predominante na fundação e crescimento da Nova Igreja. Nova?? Ap. Paulo já dizia ” … se alguém vos anunciar um outro evangelho além do que já recebestes seja anátema” Gl 1.9

Jesus violou o sábado?

Segundo a Bíblia, teve seu nascimento prometido segundo a Lei (Dt 18.15); Nasceu sob a Lei (Gl 4.04); Foi circuncidado conforme a Lei (Lc 2.21); Apresentado no templo segundo a Lei (Lc 2.22); Ofereceu sacrifício no templo conforme a Lei (Lc 2.24); Foi odiado segundo a Lei (Jo 19.7); Viveu, morreu e ressuscitou segundo a Lei (Lc 24.44,46). Apesar de Jesus ter cumprido toda a Lei, a respeito dele se lê que os judeus o odiaram e o perseguiram por que fazia estas coisas no sábado. Mas ele os dizia “Meu Pai trabalha agora, e eu trabalho também”. Por isso os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porquê não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era o seu próprio Pai, fazendo igual a Deus (Jo 5.16-18).

Abolição do sábado

Observe que assim como para os judeus era inadmissível Jesus ser o Filho de Deus enquanto violava o sábado, para o adventismo é igualmente impossível admitir que crentes em Jesus sejam filhos de Deus por não guardar o sábado!! Acusado pelos judeus de violar o sábado, Jesus afirma que o “sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem, Jesus, é o Senhor do sábado” Marcos 2.27,28. Com estas palavras, Jesus defende o princípio moral do quarto Mandamento do Decálogo, condenando abertamente o cerimonialismo, e revela sua autoridade divina sobre o sábado, para cumpri-lo, aboli-lo ou mudá-lo. O sentimento moral destes fariseus diz que à necessidade de se descansar um dia por semana, mas o Senhor faz o dia, a semana e o sábado existir!! (Rm 14.5,6).

Ao falar assim, Jesus não estava depreciando a importância e o significado da Lei, nem de forma alguma estava em contraversão contra a legislação do A. Testamento. Apontava para a verdade do sábado [justiça, misericórdia, fé]. Um dia especial para fazer o bem com o próximo! O sábado da Igreja (Lc 4.16). Um dia de santificação!! Um dia aonde as curas sejam obras de misericórdia, e o Senhor é Misericordioso (Jo 5.1-18; Lc 13.10-17;14.1-6). O primeiro dia da semana que deve ser o da ressurreição, a fim de os crentes cristãos começassem a se reunir neste dia para adorar ao Cristo ressurreto!! Suas observações eram dirigidas para a instituição de um “sábado” aonde os homens não deixem de observar a Palavra de Deus “observância do sábado” por causa de suas pesadíssimas tradições orais e formais!! Se vossas ações “justiça” não excedem á dos escribas e fariseus?? O que será vós?? Pois dizem e não fazem!!

Concluímos…

Protegeram tanto a Lei que aumentaram as suas exigências! Levantaram uma “Igreja” em redor da Lei “Sinai” na forma de mandamentos detalhados e específicos que impediram o Povo de reviver em Cristo e ser o fiel povo de Deus para adentrar no Reino dos céus! A Lei os levou para o Sinai “deserto” aonde todos morreram, mas a Graça de Deus nos últimos tempos chamando homens para o Calvário onde a Salvação de Deus se encarna e prevalece!

Nos registros dos Evangelhos, Jesus fez milagres e nos deu os mais puros gestos no “sábado” para atrair a atenção de todos religiosos mediante a “violação dos conceitos” sobre o sábado de que Ele é Deus, o Senhor do dia, da semana e do sábado!! O Pão vivo que desceu do céu, que os Pais patriarcas não comeram, mas quem comer viverá e ressurgirá no última dia para uma vida de Glória Eterna com Deus!! Queres estar debaixo da Lei? Escutai a Lei!! Cumpra toda Lei!! Queres estar debaixo da Graça? Escutai o Senhor do Sábado!! Na Lei estamos mortos pela Ira de Deus, em Cristo estamos salvos segundo a dispensarão da Graça por intermédio da Fé!!

 “A Lei mata pela suficiência de um justo, mas Jesus Cristo pode salvar pela fé de um simples miderável “

PASTOR DANIEL BATISTA

 

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36 respostas para “GUARDAS DO SÁBADO” ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA DA ABERRAÇÃO

  1. oliveira disse:

    amem pastor daniel. ta muito bem explicado. o DEUS de paz continue abençoando o pastor,familia e ministerio

  2. ERALDO BISPO DO NASCIMENTO disse:

    PASTOR VOCÊ E REALMENTE MAL INFORMADO A RESPEITO DA PALAVRA DE DEUS. QUE DEUS POSSA ACHAR LUGAR EM SEU CRAÃCAO

    • Eraldo então diga o que não sei da Palavra de Deus, pois quero conhecer!!!??

    • Flavio gomes disse:

      pastor Daniel, discordo de muitas coisas da igreja adventista, entre muitas outras na qual a sua também e um galho da grande tronco que é a igreja de roma, na qual vc também venera que é o nome adulterado do mesmo jesus que vocês adoram, quero dizer a vc que enquanto vc carregar essa mala a bagagem de roma não chegará a lugar algum, pois alem de profanar os mandamentos do eterno ainda ensina muitos outros procure nas veredas antigas onde acharás a verdade e seras liberto.

      • Meu caro ! Não acha que temos problemas mais preocupantes para lhe dar dentro da Igreja do que ficar perdendo tempo com este modismo hipócrita “transliteração”. Não sou adorador de nome adulterado coisa nenhuma ! O meu ministério não está baseado em abordagens mitológicas ou tradicionalistas. Falo de fontes literárias canônicas da vida e obra do Cristo; de evidências ministeriais; ensinos evangelísticos; declarações do Reino; parábolas de aspecto, morte substitutiva; morte voluntária; morte vicária; milagres; arrependimento; conversão; pensamento primitivo; Igreja ideal; preexistência do Cristo; etc. São princípios que estão se sucumbido por que ninguém prega!! O fato do nome JESUS estar romanizado, transliterado da forma grega do hebraico Josué “Yahweh” não irá alterar nenhum destes fatores acima, muito mais aproximará o meu ministério com Roma! O chama de Yahweh entre os tolos mas nega suas obras e guarda o Domingo como os outros!!

  3. s.uchoa de amorim disse:

    o problema deste sabado dos adventista e que eles guardam o calendario babilonico que é solar. o calendario verdadeiro e unisolar. as escrituras muitas coisas estão adulteradas umas delas são os nomes dos profetas. porque no aramaico e hebraico arcaico ou o hebraico novo que e com as massoreticas que são com as vogais, estes idiomas e sem a letra ( j ) e nem um consoante tem som deste letra. passa pela frente dos grandes pastores, apostolos e doutores. ha cegueira espiritual e terrivel.

  4. É tanta baboseira que sai da boca do ser humano metido a sabe tudo! Dizer que no Novo Testamento não tem nenhuma ordenança para a guarda do sábado? Para achar basta seguir o exemplo de Jesus Cristo e fazer o mesmo a respeito do sábado. Veja qual era o costume dEle: Lucas 4:16 está escrito “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. Como ver era costume de Jesus este que tu dizes que segue GUARDAR O SÁBADO como dia especial para adoração a Deus (o Criador); Os seguidores desse Jesus também como o Apóstolo Paulo tinha este costume. Veja Atos 17:2: “Paulo, segundo o seu COSTUME, foi procurá-los e, por três SÁBADOS, arrazoou com eles acerca das Escrituras.” São apenas alguns textos suficientes pra mostrar que não haveria nenhuma necessidade de no Novo Testamento falar tanto de sábado na teoria para quem tanto já sabia sobre ele, a saber o povo Judeu e os primeiros cristãos. Mas quer ver mencionado o sábado no Novo Testamento em Forma de ordenança para o povo de Deus? Leia Hebreus capitulo 4: 1 a 13 (Atenção especial para os versículos 4, 7 a 9). Não precisa ser tão hipócrita! Leia a Bíblia com respeito amigo! Quanto a dizer que a Igreja Adventista é uma seita, no bom sentido, qual o problema discordar da opinião da maioria? Neste ponto todas as igrejas são seitas. No mal sentido colocado por vocês, em nada temos, pois as nossas 28 doutrinas são 100% apoiadas na Bíblia, inclusive a respeito da guarda do sábado. Evangelize o mundo com a pureza da Bíblia ao invés de fazer papel ridículo de acusador dos irmãos adventistas e de sua fé.

    • Oswaldo Barboza, o versículo Luc 4.16 você utiliza para legislar o sábado como princípio moral,e como quer acreditar que exista esta possibilidade! O fato do Senhor ir num dia de sábado a Sinagoga não é problema! desde de que se trate na contextualidade do tema em questão! É evidente que buscava aproveitar este dia para pregar!!!!!!!!!! Visto que no culto de sábado o judeu que presidia podia convidar qualquer homem adulto-judeu para ler em voz alta uma passagem das Escrituras e explicá-las! O que fez Paulo, no texto sugerido por você “Atos 17.02”, pela missão que durou três semanas [ “durante três sábados” o que você interpretou como sabatina adventista], já que Paulo precisou trabalhar no seu ofício e sustentar-se durante este período (1 Ts 2.9; 2 Ts 3.7-10).

      O estranho dos “desmiolados do sábado” é que negam a pura e verdadeira essência de Jesus, o Cristo, no que pregou sobre o assunto! Vamos lá!! Segundo a Bíblia o Messias que se fez Jesus teve seu nascimento prometido segundo a Lei (Dt 18.15); Nasceu sob a Lei (Gl 4.04); Foi circuncidado conforme a Lei (Lc 2.21); Apresentado no templo segundo a Lei (Lc 2.22); Ofereceu sacrifício no templo conforme a Lei (Lc 2.24); Foi odiado segundo a Lei (Jo 19.7); Viveu, morreu e ressuscitou segundo a Lei (Lc 24.44,46). Apesar de Jesus ter cumprido toda a Lei, a respeito dele se lê que os judeus o odiaram e o perseguiram por que fazia estas coisas no sábado. Ele quebrou o sábado e foi odiado por isso!! Mas Jesus os dizia “Meu Pai trabalha agora, e eu trabalho também”. Por isso os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porquê não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era o seu próprio Pai, fazendo igual a Deus (Jo 5.16-18).

      Observe que assim como para os judeus era inadmissível Jesus ser o Filho de Deus enquanto violava o sábado, para o adventismo é igualmente impossível admitir que crentes em Jesus sejam filhos de Deus por não guardar o sábado!! Acusado pelos judeus de violar o sábado, Jesus afirma que o “sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem, Jesus, é o Senhor do sábado” Marcos 2.27,28. Com estas palavras, Jesus defende o princípio moral do quarto Mandamento do Decálogo, condenando abertamente o cerimonialismo, e revela sua autoridade divina sobre o sábado, para cumpri-lo, aboli-lo ou mudá-lo. O sentimento moral destes fariseus diz que à necessidade de se descansar um dia por semana, mas o Senhor faz o dia, a semana e o sábado existir!! (Rm 14.5,6).

      Ao falar assim, Jesus não estava depreciando a importância e o significado da Lei, nem de forma alguma estava em contraversão contra a legislação do A. Testamento. Apontava para a verdade do sábado [justiça, misericórdia, fé]. Um dia especial para fazer o bem com o próximo! O sábado da Igreja (Lc 4.16). Um dia de santificação!! Um dia aonde as curas sejam obras de misericórdia, e o Senhor é Misericordioso (Jo 5.1-18; Lc 13.10-17;14.1-6).

      Quem é maior?? Jesus ou o Sábado?? Jesus quebrou o sábado, teria pecado agora contra a lei??? Poderia ter autoridade para abolir ou modificar? Qual o caminho da justificação? A fé ou a lei??? Se seguir o exemplo de Jesus amigo vai deixar de rolezinho com a Bíblia para cair no campo da semeadura da fé e pregar JESUS CRISTO como justiça maior de Deus para os homens se salvarem!!

    • Renato disse:

      Sabe qual é o perigo dessa doutrina adventista? Negar o Espirito Santo de sendo ele o sinal de Deus nos homens para afirmarem que o sinal é a guarda do sábado, e isto a escritura não adimite e ( Blasfemia do inferno ) é exatamente isto que vocês fazem e são doutrinados. Doutrina fundamental da existência do adventismo no mundo é baseado na guarda do sábado, incluindo a falsa profeta wellen. Se isto não é seita herética, o que é?

      • joaquimrosa disse:

        Qual era o sinal 📍 que destinguia o povo de Israel no antigo testamento das outras nações? Não era o sábado? Vai me dizer que era o Espírito Santo ? Leia o antigo testamento pra vereficar.assim o sábado será.o sinal que destingue o povo de Deus nos últimos dias da história deste mundo.pous. O pvo de Deus está sendo assinalado nas suas testas( entendimento) pelo anjo de Deus .veja em apocalipse.

      • Reinaldo Bradalin disse:

        Não sou adventista, mas da Assembléia de Deus, mas ao ler os comentários do Waldecy a respeito do sábado, de obras e de Gálatas, confesso que balancei, pois ao conferir tudo nas Escrituras cheguei à conclusão de que não há uma linha de engano em suas colocações. O home é absolutamente talentoso em tudo o que escreveu e não há como desmenti-lo sem ingressar n mentira do farisaísmo. Meus sinceros parabéns e que continue a propagar a Verdade de Deus que se posiciona totalmente contra os do domingo.

      • Waldecy Antonio Simões disse:

        Minha resposta é dirigida ao pastor Daniel Batista que nomeou o Sétimo Dia como uma ABERRAÇÃO. Aberração de Deus? Ora, foi ele que instituiu o Sétimo Dia ainda na Criação, logo após ter criado o homem. Por isso mesmo Jesus afirmou que o homem não foi criado para o sábado, MAS O SÁBADO FOI CRIADO PARA O HOMEM.

        Acaso praticavam aberrações tanto Jesus quanto sua Igreja e até décadas após a ressurreição de Jesus? Todos os exemplos de Jesus e de sua Igreja foram realizados com o intuito de imitarmos, pois um exemplo vale mais que mil palavras. VAMOS VER A IGREJA DE JESUS E ELE PRÓPRIO SANTIFICANDO OS SÁBADOS, TAMBÉM O APÓSTOLO PAULO?

        E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.

        Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

        “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

        Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

        “O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, em Marcos 2:28.

        Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, ao ar livre, coerentemente santificando os sábados do Senhor:

        “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
        Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

        Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
        “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
        Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

        “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
        Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
        Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

        “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
        Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

        Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

        “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

        “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

        Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

        Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:

        “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28
        Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

      • Isabelle de Fátima Templar disse:

        A respeito da colocação do Reinadl Bradalin (repetida abaixo), eu o apoio incondicionalmente, pois eu também li todos os escritos do Waldecy Antonio Simões nesse nosso site, do pastor Daniel e amei, O cara vai fundo nas coisas espirituais e mostra um conhecimento bíblico sem par. Que continue a propagar a Palavra de Deus como tem de ser, mesmo que isso venha a desmentir a maioria das doutrinas evangélicas do domingo.
        isabelledefatimatemplar@uol.com.br

        Reinaldo Bradalin disse:
        fevereiro 16, 2016 às 14:10
        Não sou adventista, mas da Assembléia de Deus, mas ao ler os comentários do Waldecy a respeito do sábado, de obras e de Gálatas, confesso que balancei, pois ao conferir tudo nas Escrituras cheguei à conclusão de que não há uma linha de engano em suas colocações. O home é absolutamente talentoso em tudo o que escreveu e não há como desmenti-lo sem ingressar n mentira do farisaísmo. Meus sinceros parabéns e que continue a propagar a Verdade de Deus que se posiciona totalmente contra os do domingo.
        Waldecy Antonio Simões disse:

    • joaquim rosa disse:

      Apoiado irmão.essas igrejas são no futuro próximo ;a.imagem da besta feita pela besta que subio.da terra

      • Não sou Adventista, mas Batista co Sétimo Dia (www.ib7.org). Tenho lido comentários completamente absurdos nesse site tais como JESUS EXCLUIU OS SÁBADOS. OS ADVENTISTAS NÃO CREEM NA TRINDADE e coisas como temos de seguir os exemplos de Jesus. Ora, primeiramente é grossa mentira afirmar que os adventistas não creem na Trindade de Deus, pois eles creem fielmente. Quanto à tola afirmação de que JESUS EXCLUI OS SÁBADOS, declaro isso farisaísmo, pois isso NÃO ESTÁ ESCRITO EM LUGAR ALGUM DO EVANGELHO. Ao contrário, quando os fariseus (filhos do Diabo, chamados assim por Jesus) da época de Jesus o acusaram de violar os sábados, Jesus respondeu que apenas APARENTAVA isso:
        “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24

        Tá vendo? Jesus REJEITA a tese de que ele violava os sábados; Agora, quanto a seguir os exemplos de Jesus, primeiramente ele jamais ensinou a doutrina do domingo. Não havia ainda ressuscitado? Vamos ver os exemplos de Jesus e da sua Igreja Primitiva quanto à santificação do sábado, ANTES E DEPOIS DA SUA RESSURREIÇÃO?
        “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.

        Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

        “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

        Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

        “O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, em Marcos 2:28.

        Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, ao ar livre, coerentemente santificando os sábados do Senhor:

        “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
        Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

        Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
        “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
        Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

        “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
        Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
        Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

        “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
        Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

        Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

        “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

        “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

        Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
        Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
        “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28

        E aí, pastor Daniel e outros que se posicionam violentamente contra o sábado, chamado por Deis de Bendito e Santo e como UM SINAL ENTRE ELE E A HUMANIDADE, já que Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou raças, pois TODOS SÃO IGUAIS PERANTE ELE. como refutar, como tentar anular que Jesus e sua Igreja, até décadas após a Ressureição de Jesus com o apóstolos Paulo santificavam os sábados e jamais um só domingo, dia esse inventado pelo papado romano, e que os pastores evangélicos obedecem o papado católico até hoje?

        “…Nós detemos nesta terra o lugar de Deus Todo-Poderoso…” Declarações do Papa Leão XIII, em Praeclara Gratulationis Publicae. A Reunião da Cristandade. Encíclica promulgada em 20 de Junho de 1894. Idem, idem.

        “Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366. Idem, idem.

        “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962. Idem, idem.

        “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

        O DOMINGO É UMA GROSSA MENTIRA, e os pastores evangélicos, mesmo sabendo disso, pecam com alta gravidade fugindo da Bíblia para que não tenham de revelar a Verdade ais seus fiéis, trazendo grande confusão nas congregações, pois teriam de aceitar que os do sábado têm toda a razão;

        Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar? E para piorar muito o quadro, o Senhor Deus sempre mandou seus profetas escreverem suas palavras e sua vontade, mas de tanta importância que atribuiu às suas DEZ LEIS que regulam as relações entre ele e os homens (4 mandamentos) e entre os próprios homens (6 mandamentos), pelo menos até o Grande Dia da Volta de Jesus, ELE FEZ QUESTÃO DE ESCREVER PESSOALMENTE nas Rochas Sagradas das Leis, E O SÁBADO ESTÁ LÁ, PERPETUAMENTE, segundo a Verdade de Deus nas Escrituras, no Evangelho!

        “Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

        “Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

        Se a Palavra de Deus subsiste eternamente, O SÁBADO É PARA SEMPRE.

        E aí, nobre pastor Daniel?

        Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

  5. Josimo paiva disse:

    Nem Jesus, yahweh …pois és o mesmo…ler apocalipse cap..19 ver 12 …..e vamos para de bobeira…o nome dele é ( Jesus ) impronuciavel ….no céu Deus falou tu nao pode ir com o seu nome…tu com um apelido….que na nossa lingua …se pronucia..Jesus..e já no hebreico ..Yahweh…qual é o nome dele…só sei que ele existe e mas nada….eu creio ..seja qual for o nome dele….pois é um nome impronuciavel…para nós…..

  6. Josimo paiva disse:

    Seja qual for o nome ..dele ..pois és impronuciavel..apocalipse cap 19 , 12 ….este apelido és poderoso….Jesus ….me prove contrario….primeiro quando tu estava nas trevas..qual..foi o nome que foi pregado para você … foi Jesus ou foi outro nome…me diga….me responda…te falaram ..no nome Hebraico…em Aramaico , em Grego…me diga…nós nao sabemos o Nome Dele…pois esta escrito ..o quem tem é este e vamos aceita..e pronto…e este nome É JESUS….é PRONTO..

  7. Jozimo paiva disse:

    O Rolo és muito Grande….

  8. Jozimo paiva disse:

    Me diga sobre o Arrebatamnto da eclésia…com respaldo biblico…nao pode em 1 tesalonisse 4 , 17…pois o aventista…já usa…argumentando sobre este verciculo para eles ( Adventista ) …sendo a segunda vonta de Jesus …e nao em Arrebatamnto secreto….quero respoldo..biblico…deste fato….pois para eles ( adventistas ) sao seita ou como queres,falso profetas…e só eles estao sertos…pois eles guardao os mandamentos..de Deus…Ex : 20 …me diz o Arrebatamento…vai acontecer..ou nao…? Ou só a segunda volta de Jesus…! Nós os pentecostal estamos errados…como diz eles..

    • Jozimo, a segunda vinda de Jesus está diretamente relacionado com o arrebatamento da Igreja (Mt 24.31). Foi predita pelo Nosso Senhor (Mt 26.64; Lc 21.27 ; At 1.11; Hb 9.28) em ocasião desconhecida (Mt 24.27,36; Lc 14:40; 1 Ts 5:2; Ap 16.15) muito próxima (Fl 4.5; Hb 10.37; Tg 5.8; Ap 3.11; Ap 22.20) com sinais e confirmações na terra, no céu, no homem, na igreja (Mt 24; Mc 13: Luc 21). O propósito é para arrebatar os fiéis e recompensá-los (Mt 16:27; 25:31; 1 Co 4.5; 2 Tm 4:1) pessoas formadas em Cristo com atitudes corretas ( Mt 24.44; Lc 19.13; 1Co 1.7; 4:05; 1 Tss 5.23; 1 Tm 6.14; Tito 2.13; 1 Jo 2.28). Os adventistas comem capim, nós o que cremos em Jesus o Pão da vida eterna!!

  9. Ronald Araújo disse:

    Tiago fala que se nós guardamos 9 ii tropeçamos em 1 se tornamos transgressores de tds!
    Pq então em???

  10. Aw disse:

    Boa noite! sou exadventista Passei 23 anos,confesso que tem mt coisa boa e edificante, mais quando analisamos doutrina surge vários pontos controversos, que até mesmo pessoas dentro da igreja ñ conseguem responder ou por serem pessoas de berco adventista ignoram. A um questao matematica sobre 2300 tardes e manhãs o camarada realizou uma linha de tempo e projetou a volta de Jesus, Jesus ñ voltou.. Guilherme fez manobra agora ñ e a volta de Jesus e sim Deus passar para o determinado lugar dentro do santuario, santo para o santíssimo, e tbem confirmando o nascimento da igreja adv, totalmente absurdo. Sobre o sábado Jesus ñ enfatiza o sabado como os outros 9 mandamentos será porque? logo falar q e apenas sombra daquilo q virá a realidade e cristo. Jesus realmente trabalha dia de sábado?a ótica bíblica eu creio q sim, o trabalho e tda a atividade q pode obter renda ou apenas para se sustentar como colher Jesus fez justamente isso. Nem tdas as pessoas acreditam na totalidade de EGW.+ cada 1 tem suas

  11. Bia disse:

    Sabe o que é mais interessante? Os que falam sobre o sábado ser da lei, usam em suas igrejas a doutrina do dízimo, que também é da lei, no novo testamento não há nenhum apóstolo apoiando o dízimo e dizendo que ele continua, mas sim, que cada um contribua segundo propôs no seu coração, pois Deus ama ao que dá com alegria (2 Coríntios 9:7), ou seja, os adventistas dizem que são da graça mas misturam a lei com a graça e com isso perdem a salvação porque se justificam pela lei de Moisés, mas as demais igrejas, fazem a mesma coisa, condenam os adventistas mas aceitam a doutrina dizimista que era da lei e que NUNCA foi dinheiro e com isso misturam a lei com a graça, negando a justificação de Cristo, ambos colocam vinho novo (graça), em odre velho (lei) e sabemos que com isso os odres se rompem, isso é, estão perdidos, assim como todos os que não aceitam PLENAMENTE, a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
    A Palavra de Deus diz que aqueles que aceitam doutrinas da lei na graça de Jesus Cristo, são escravos e não filhos e que os escravos não herdarão a salvação, juntamente com os filhos legítimos.

    Gálatas 4:21-31
    Dizei-me, os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei?
    Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre.
    Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa.
    O que se entende por alegoria; porque estas são as duas alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar.
    Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos.
    Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós.
    Porque está escrito: Alegra-te, estéril, que não dás à luz; Esforça-te e clama, tu que não estás de parto; Porque os filhos da solitária são mais do que os da que tem marido.
    Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque.
    Mas, como então aquele que era gerado segundo a carne perseguia o que o era segundo o Espírito, assim é também agora.
    Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre.
    De maneira que, irmãos, somos filhos, não da escrava, mas da livre.

  12. Claiton disse:

    Bem explicado e aceito. E a questão do dízimo, e lei “velho testamento” ou também graça “novo testamento”?

  13. josadak sousa disse:

    Eu não sou adventista mais sou académico e se na bíblia diz que o sábado foi feito por causa do homem e nao o homem por causa do sábado então isso quer dizer ki enquanto existir o homem o sábado também existirar na vida cristã…
    Há também controvérsias cidadão porque vc disse que deus tirou o sábado, ou seja mudou já não é mais mandamento…errado pq na bíblia diz “eu o senhor nao mudo” diz tbém em outro local seca-se,mucha-se a flor, mais a palavra de deus subsite eternamente…vai estudar a biblia pq os dez mandamentos não são de Moisés mais sim de deus…pq diz assim “tábuas escritas pelo dedo de deus e não escrita pelo dedo de Moisés…se foi escrito pelo dedo de a lei é deus e não de Moisés…

  14. Não sou adventista, mas com respeito às acusações dos fariseus quanto a Jesus ter violado os sábados, não podemos nos esquecer de que em João, 8:44, em sua plena autoridade divina, JESUS OS CHAMA DE FILHOS DO DIABO. Portanto, não eram os santos vivos que acusavam a Jesus, mas os filhos de Satanás malditos.
    E justamente quanto a tal acusação, JESUS RESPONDEU A ELES QUE APENAS APARENTAVA QUE ELE VIOLAVA OS SÁBADOS.
    “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24

    Não nos esqueçamos de que além do Sermão do Monte no qual Jesus bradou que os Céus e a Terra poderão ser destruídos antes que das leis se consiga retirar um só til (um caractere) o mandamento do sábado tem 433 caracteres.

    Sobretudo, Jesus legitima incontestavelmente que o sábado foi feito para o homem:.

    “O sábado foi estabelecido por causa do homem…” . A Verdade de Jesus, no Evangelho, em Marcos 2:28.

  15. A maioria cristã interpreta errado a Carta aos Gálatas.

    Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16.
    Pertencente à Igreja Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/) cansado, triste, chateado e desconsolado por causa do despreparo, da ignorância espiritual, do farisaísmo e até da hipocrisia até da maioria dos pastores evangélicos, também dos mais famosos por todo o mundo, resolvi apontar seus crassos erros bíblicos, tais como “Jesus nos resgatou das maldições das leis”, onde por esse e por outros preceitos isolados ou não, por ignorância ou por pura conveniência doutrinária, atribuem as leis malditas citadas pelo apóstolo Paulo às leis do Decálogo do Senhor Deus, como se tal coisa fosse minimamente possível.
    Para quem se aplica a estudar a Carta aos Gálatas, dividida pelo homem em seis capítulos, vai notar que Está Escrito bem claramente que havia um grupo de Gálatas (há alguns que vos inquietam… Gálatas 1:7) cujos membros não se conformavam que as leis antigas, as de seus pais, das suas tradições, muitas vezes seculares, a partir de Jesus deixaram de existir na implantação da Nova Mensagem de Deus à Humanidade. Curiosamente, mesmo que não notado, isso caracterizou-se em mais um milagre grandioso de Jesus: Fez os judeus, em boa parte deles, abandonarem as ordenanças antigas, suas tradições antigas, suas leis antigas, enraigadas em suas almas, mesmo que algumas delas se caracterizassem como cargas pesadas – segundo o próprio Jesus, abaixo colocado – a favor da Religião da Graça, pois realmente foi difícil. Mas Está Escrito que tais leis, retrógradas, que escravizavam, que amaldiçoavam e que podiam matar dentro da lei, só vigoraram até João (Batista) Lucas 16:16.
    “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los…”. Jesus, em Mateus 23:4, se opondo contra os fariseus e suas leis retrógradas, as mesmas condenadas pelo apóstolo Paulo.
    A Verdade, como provaremos abaixo, é que as leis do Decálogo formaram os fundamentos do Evangelho, como também foram promulgadas por Deus para a humanidade, pois Está Escrito que o Senhor não faz distinção entre pessoas ou raças. Mesmo que resumidas, as 10 leis regulam perfeitamente todas as relações entre os homens e Deus e entre eles próprios, pois se todos obedecessem a essas leis de Deus o mundo seria um paraíso na Terra. Não haveria roubos, assassinatos e outros crimes; não necessitaríamos de muros, de fechaduras, de polícia, de exércitos, de armas, etc. etc. Por isso, mostraremos, sob as Escrituras, que quando o apóstolo Paulo repudiava as leis, essas nada tinham a ver com as leis do Decálogo. Para os que teimam em não aceitar isso, para esses provaremos, aqui a agora, que as Leis do Monte Sinai são perpétuas e absolutamente “imexíveis”.
    Vamos, então, colocar aqui os preceitos da Carta aos Gálatas mais usados pela maioria dos pastores citados na tentativa de burlar as leis de Deus, por pura conveniência doutrinária ou pelo menos na tentativa inútil de anular uma só delas, pois essa se consolida como uma pedra bem pontiaguda no sapato deles todos. Vejamos a VERDADE DE DEUS, impossível de refutar dentro da honestidade. Vem bem ao caso uma declaração de Paulo a um grupo de gálatas que tentava que certas leis antigas e retrógradas que escravizavam continuassem a validade também no Evangelho:
    Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16.
    Para quem se aplica a estudar a Carta aos Gálatas, dividida pelo homem em seis capítulos – vai notar que Está Escrito bem claramente que havia um grupo de Gálatas (há alguns que vos inquietam… Gálatas 1:7) cujos membros não se conformavam que as leis antigas, as de seus pais, das suas tradições, muitas vezes seculares, a partir de Jesus deixaram de existir na implantação da Nova Mensagem de Deus à Humanidade. Curiosamente isso se caracterizou em mais um milagre grandioso de Jesus não notado: Fez os judeus, em boa parte deles, abandonarem as ordenanças antigas, suas tradições antigas, suas leis antigas, enraigadas em suas almas, mesmo que algumas delas se caracterizassem como cargas pesadas – segundo o próprio Jesus declarou, abaixo colocado – a favor da Nova Religião, da Religião da Graça, e da Liberdade, pois realmente foi difícil, mas Está Escrito que as tais leis e ordenanças retrógradas, que escravizavam, que amaldiçoavam e que podiam matar dentro da lei, só vigoraram até João (Batista) Lucas 16:16. Portanto, principalmente em Gálatas e em Efésios.
    “Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando”. Gálatas 5:12. O Paulo, se referindo ao rebelde grupo de gálatas.
    “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los…”. Jesus, em Mateus 23:4, se opondo contra os fariseus e suas leis retrógradas, as mesmas condenadas pelo apóstolo Paulo, pois quanto às leis do Decálogo, veremos agora como o apóstolo Paulo se referia a elas:
    A hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    Então, o Evangelho nos prova que Paulo jamais abominou uma só das 10 leis do Decálogo, ao contrário, imitando Jesus no Sermão do Monte, legitimou-as como os fundamentos do Evangelho de Cristo.
    Não nos esqueçamos de que Está Escrito que Jesus nomeou, com plena autoridade divina, como filhos do diabo os fariseus que constantemente o acusavam em público de desrespeitar as leis. Então, quando nos atermos, no Evangelho, a qualquer acusação dos fariseus contra Jesus, supostamente por ele ter violado uma só da leis de Deus, principalmente o Quarto Mandamento, se tratava do próprio Adversário tentando atrapalhar e corromper, ao máximo possível, a implantação divina da Nova Mensagem, que tirava o povo das trevas para a Luz, da escravidão e das ordenanças retrógradas e até do pavor da morte por esfacelamento corporal a pedradas para a LIBERDADE, para a GRAÇA, para uma nova vida sem aquelas cargas pesadas. (Jesus anulou a lei da morte ao salvar a pobre mulher adúltera)
    Um dos grandes erros dos pastores evangélicos, parte deles, é que interpretam erradamente que a LIBERDADE e a GRAÇA citadas no Evangelho se caracterizariam como um tipo de libertação das leis do Decálogo, como se isso fosse possível. Impossível!!! Mas impossível mesmo!!! Para isso, valem-se erradamente de certos preceitos de Gálatas, interpretando que Jesus teria nos livrado das leis malditas e escravizantes, atribuindo essas leis aos Dez Mandamentos, afirmando, sob Satanás, que “Jesus cumpriu as leis por nós e agora não temos mais que cumprir”. Mas a verdade é que esses pastores, na maioria, despreparados ou pela dificuldade da observação de todas as 10 leis, defendem, erradamente a anulação delas todas apenas por causa de uma só que os incomoda bastante. Por causa de uma só lei do Decálogo pretendem acabar com todas, como se isso fosse minimamente possível.
    Bem, vamos agora à Carta aos Gálatas. (João Ferreira de Almeida: http://www.bibliaonline.com.br).
    “Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o Evangelho de Cristo”. Gálatas 1:6,7
    Acima, o apóstolo Paulo, que escrevia e falava sempre iluminado pelo Espírito Santo de Deus, repreende um grupo de Gálatas, inconformado com a visível anulação das leis de sua tradição secular na implantação do Evangelho:
    (…mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o Evangelho de Cristo”. Gálatas 1:7. Um grupo rebelde.
    Vejam que a Palavra Escrita de Deus acusa um grupo de Gálatas de tentar perverter o Evangelho, e isso é importante ressaltar, pois todas as acusações e colocações seguintes do apóstolo Paulo são dirigidas especificamente a esse grupo. E quando ele cita as leis como nocivas, nunca e jamais poderia estar se referindo às leis do Decálogo, pois, com respeito a essas, ele ressaltou-as como imprescindíveis no Evangelho e ainda revelou-se escravo delas:
    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    Então, estando perfeitamente esclarecido fundamentado no Evangelho que o apóstolo Paulo jamais poderia abominar as leis de Deus, as do Decálogo, sobraram para as leis antigas e retrógradas que só vigoraram até João, como Está Escrito, e que eram justamente essas tais leis que o grupo de gálatas pretendia que tivessem a continuação no Evangelho, principalmente a lei da Circuncisão, citada como nociva na Carta aos Gálatas. Continuando:
    “Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema”. Gálatas 1:9.
    Como já colocado e provado acima, que Paulo reconhece as leis do Decálogo como imprescindíveis para a identificação dos pecados na procura do caminho para a salvação, Está Escrito no preceito acima que será amaldiçoado quem ensinar diferente. Portanto, quem ousar sugerir que as leis do Decálogo nos trazem escravidão ou maldição, que seja anátema (que seja amaldiçoado).
    A seguir, Paulo relaciona, perfeitamente, um grupo de gálatas tentando transtornar o Evangelho ao tentar fazer valer a lei da Circuncisão a quem se convertesse ao cristianismo:
    “Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se. E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão, Aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição”. Gálatas 2:3,4
    Em Gálatas 2, de 2 a 15, Paulo admoesta o apóstolo Pedro que errou, tentando ser agradável ao grupo de gálatas que pretendia que a lei da segregação racial vigorasse, também, no Evangelho. A lei da separação racial não vem de Deus, pois Está Escrito no Evangelho que todos somos iguais perante ele, tanto raças como pessoas.
    “Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde”. Gálatas 2:21. Paulo declara que se as leis que escravizavam, que vigoraram até João, permanecessem no Evangelho, Cristo teria morrido em vão.
    Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Gálatas 3:2,3
    Acima, Paulo abomina, novamente, as leis retrógradas, leis da carne, as leis das obras da carne (tais como as leis da circuncisão, do sacrifício de animais nos templos, a lei da morte e outras mais) que nada tem a ver com a fé cristã. Mas atenção, nada a ver com as obras de caridade por amor ao semelhante, imprescindíveis para a salvação. Isso está bem explícito no exemplo que Jesus nos deixou através do evento Jovem Rico, na Parábola do Samaritano, do Rico e Lázaro, e principalmente em Mateus, 25:31 a 44 onde Jesus nos revela, sinequaon, a salvação pelas obras e a condenação pela falta delas. Em I Coríntios 13.13 Está Escrito que o amor (amor com obras) é maior ainda que a fé. Confira. Mas confira mesmo!
    “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”. Gálatas 3:10.
    Esse preceito acima é o mais usado pelos ignorantes do Evangelho na tentativa da derrocada das leis de Deus, as do Decálogo. Mas as obras da lei citadas são exatamente aqueles que o grupo de gálatas tentou fazer vigorar, também, no Evangelho da Liberdade e da Graça, que naturalmente abomina as leis citadas acima, principalmente a lei da morte a pedradas, a lei dos sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, como também a lei da circuncisão, lei da carne, um tipo de operação de fimose, à faca e sem anestesia. Quanto a isso, imaginem o apóstolo Paulo, frente a um grupo de pagãos convertidos ao cristianismo, dizendo a eles:
    “Meus irmãos, dou graças pela vossa conversão à religião de Jesus, mas para que ela se consolide, é necessário que eu agora, com esta faca, corte o prepúcio de vossos pênis para que se cumpra a lei. Vai doer em todos e em alguns vai infeccionar, mas só assim vocês poderão pertencer à religião da Liberdade e da Graça de Jesus”.
    Acima, se Paulo tivesse permitido que as leis das obras (como as citadas) integrassem o Evangelho, como pretendia o secreto grupo de gálatas, onde estaria a Liberdade e a Graça de Jesus? Por isso mesmo Paulo escreveu acima “que todos os que estão debaixo das leis das obras são malditos.
    “E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé”. Paulo cita, novamente, as leis retrógradas, que só valeram, num tempo, para regularizar as relações entre os hebreus israelitas nos sofridos 40 anos de deserto.
    “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Gálatas 3:13.
    Acima, Cristo nos livrou das trevas e nos conduziu para a Luz. Da maldição para a Graça. Das leis escravas para a Liberdade. Das Obras da carne para a fé.
    “Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo”. Gálatas 3:23-27
    Antes de Jesus, valiam as leis existentes, a dos sacerdotes, dos príncipes e fariseus dos templos, que como revela Paulo, serviram a eles como um tipo de aio até que veio Jesus. A palavra grega AIO é o mesmo que tutor. Assim Paulo revela que no Evangelho cessaram as atribuições do tutor a favor da lei da Graça e da Liberdade da religião de Jesus.
    Nos primórdios do primeiro século, principalmente entre os gálatas, aconteceram problemas por conta da exigência da separação das leis antigas, tal qual da lei da circuncisão, pois as leis de Levítico ainda permaneceram fortes pelo menos até o apóstolo Paulo que lutou bastante para que tais leis retrógradas e já sem efeito, fossem esquecidas completamente, mesmo que já estivesse Escrito que tais leis só vigoraram até João. Nada a ver com as leis do Decálogo, os fundamentos do Evangelho, imprescindíveis para a salvação, segundo Jesus nos revelou através do exemplo do Jovem Rico.
    — Mestre, como farei para me salvar?
    — Guarda os mandamentos. Tu sabes os mandamentos (a seguir, Jesus cita alguns mandamentos para mostrar que se referia aos mandamentos do Decálogo, legitimando-o, mas uma vez)
    — Mestre, isso já faço desde a minha infância.
    A seguir, Jesus lhe revela (e por tabela a nós todos) que somente pela guarda das dez leis não haverá salvação sem a integração forte do amor de caridade ao semelhante, que necessariamente tem de ser seguido pela divisão dos bens materiais aos mais necessitados. Jesus nos revela que sem as obras de caridade não haverá salvação.
    — Então te falta uma coisa. Vá e venda as tuas propriedades e reparta-as com os necessitados.
    “Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé”. Tiago 2:24.
    Então, Cristo nos revela, sem condições de refutação alguma, que sem as obras de caridade de 1 Coríntios 13:13 e de Tiago, capítulo 2:14 a 18, e sem a guarda das leis do Decálogo não haverá salvação. Outro dia, recebi uma mensagem de um pastor revidando esse exemplo de Jesus, valendo-se do evento do ladrão crucificado ao lado dele, ao qual foi prometido a salvação, sem que o mesmo tivesse observado as leis de Deus e que não tivesse realizado caridade alguma por amor ao semelhante. Ora, é fácil perceber que, Jesus, que conhecia os pensamentos dele, sabedor de seu sincero arrependimento por seus crimes contra o semelhante, por certo também soube que se ele pudesse viver mais um tempo, convertido, certamente guardaria as leis de Deus e promoveria obras por amor ao semelhante. Mas não teve tempo, por isso Jesus resgatou-o para a salvação, ao contrário do outro criminoso que não aceitou a Jesus nem na hora da morte. Por esse exemplo Jesus nos revelou, também, que se mesmo na agonia da morte nos arrependermos verdadeiramente de nossos pecados, nós nos salvaremos pela Graça de Deus. Mas essa possibilidade é muito perigosa, pois a morte pode nos pegar entre uma passo e outro, sem aviso algum.
    “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?”. Gálatas 4:9,
    Acima, não há possibilidade alguma de Paulo nomear as leis do Decálogo de Deus, fundidas nas Rochas das Leis, como fracas, pobres e de rudimentos inúteis, portanto, mais uma vez Paulo abomina as antigas leis que só vigoraram até João.
    A seguir, Paulo novamente abomina as leis antigas que escravizavam, amaldiçoavam e até matavam:
    “Eu bem quisera agora estar presente convosco, e mudar a minha voz; porque estou perplexo a vosso respeito. Dizei-me, os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei?” Gálatas 4:20,21.
    A seguir, até o verso 31, Paulo compara as leis antigas aos dois filhos de Abraão: o primeiro filho de uma escrava e o segundo filho de Sarah, segundo a Promessa. Isaque tornou-se o filho da Promessa.
    Provando, agora, que na Carta aos Gálatas Paulo reprendia um grupo de gálatas por querer a continuação das leis retrógradas no Evangelho, ele cita, diretamente, uma dessas leis e ordenanças da carne que escravizavam: a lei da circuncisão. Nesses versos Paulo deixa muito bem claro que um dos jugos da escravidão se tratava da lei da circuncisão:
    “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído”. Gálatas 5: 1 a 3.

    Somente pelo verso acima tomamos conhecimento de que Paulo nunca e jamais fez qualquer alusão nociva às 10 leis de Deus, instituídas para obediência da Humanidade.

    “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados”. I João 5:3

    “Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Porque nem ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a lei, mas querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne”. Gálatas 6:12 a13

    Então, por todas as colocações bíblicas acima, não há Verdade alguma sobre aqueles que atentam conta as Dez Leis de Deus, essas instituídas, promulgadas e propagadas a bem da Humanidade.
    Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16.
    Waldecy Antonio Simões
    walasi@uol.com.br
    http://www.segundoasescrituras.com.br. Nesse site, na página 2, de número 119, há uma arquivo completo e muito esclarecedor a respeito das leis de Deus e o que ele quer de nós: O TRATADO SOBRE AS LEIS DE DEUS.

  16. AS SETE VERDADES BÍBLICAS SOBRE O SÉTIMO DIA.

    Esse escrito é dirigido exclusivamente aos cristãos de todos os seguimentos. Se você for um deles, leia, pois é curto , mas muito interessante.

    A maioria cristã faz uma tremenda confusão a respeito de sábados e domingos. Os cristãos, em minoria, julgam corretamente que o Criador, que nunca muda, jamais aceitaria que uma só de suas leis fundidas nas Rochas Sagradas pudesse ser “lixada” pelos homens, portanto, creem firmemente que o Sábado é o Dia do Senhor. Outra parte considerável crê que Jesus teria revogado todas as dez leis a favor da religião da graça e da liberdade. Uma terceira parte, bem maior, prefere crer que pela ressurreição de Jesus ele teria revogado o Quarto Mandamento a favor do domingo, permanecendo, então, como válidos, os demais mandamentos (nove).

    ONDE ESTÁ, ENTÃO, DE FATO E DE DIREITO, A VERDADE BÍBLICA? Ora, vamos colocá-la aqui, resumidamente, mas de modo tão legítimo, tão cristalino e conclusivo que não dará chance alguma a qualquer refutação, sem se ingressar no farisaísmo religioso (o que é pior do que não ser cristão).

    Vamos às Sete Verdades que não têm como ser desmentidas, pois Está Escrito:

    1) O Mandamento do Sétimo Dia foi instituído na Criação do mundo (Gênesis 2:3), não para o próprio Criador, pois em sua perfeição jamais criaria um Mandamento para si próprio, não tem como e, como Espírito Perfeito jamais se cansa, então o Mandamento do sábado foi criado para o homem, pois ele, sim, necessita de um dia de descanso na semana. O próprio Jesus legitimou isso no Evangelho ao reger:

    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28. Se o Filho de Deus afirmou que o sábado foi criado para o homem, então o sábado foi criado para a Humanidade, assim como os castigos promulgados contra Adão e Eva foram, também, dirigidos à Humanidade.

    Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6, maior que Abraão (João 8:57), maior que Jonas (Lucas 11:32), maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles, portanto, também não desmereceu o santo sábado, pois é o Senhor de Tudo, pois está Escrito que Deus lhe deu toda a autoridade sobre tudo o que existe:

    “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. Jesus, em Mateus 28+18,

    2) A maioria evangélica, católicos e ortodoxos julgam, temerariamente, que a Ressurreição de Jesus teria anulado, teria riscado das Rochas de Deus o Mandamento do Sétimo Dia, dando lugar ao primeiro dia da semana, o tal domingo, mas isso é absolutamente impossível, pois não há uma só linha no Evangelho que autorize tal mudança, mesmo porque Está Escrito que Deus Nunca Muda em suas Promulgações à Humanidade:

    “Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

    “Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

    Então, segundo as Escrituras, o sábado é para sempre, e se teria havido mudança a respeito, essa foi criada pelo homem e nunca por Deus. Quanto a isso, num descuido, o clero católico confessa, por escrito, o seu gravíssimo erro ao atentar violentamente contra o Sétimo Dia.:

    “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

    3) Uma parte dos cristãos julga que Jesus acabou com as leis a favor da graça e da liberdade, mas Jesus fez tudo exatamente ao contrário, pois legitimou TODAS as leis do Decálogo em sua primeira pregação à Humanidade, no Sermão do Monte e ainda amentou o grau de observação em algumas das 10 leis (Mateus, 5:21 a 32.

    “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido”. Jesus, em Mateus 5:17 a 37. Está Escrito que tudo será cumprido na Consumação dos Séculos, no Grande Dia de Jesus, quando os Portais do Reino de Deus serão abertos aos mortais de Jesus, antes fechados desde Adão e Eva (João 14:1 a 3, como também em 1 Tessalonicenses 4:13 a 17).

    Se Jesus Cristo afirmou que das leis de Deus Pai nem mesmo um simples til se poderá retirar, é absolutamente impossível atentar contra a lei do sábado, pois o Quarto Mandamento contém 80 palavras ou 433 caracteres. E assim, pelo menos até o Grande dia da Volta de Jesus, o sábado é para sempre!

    4) A ampla maioria cristã alega que em sua vida pública Jesus teria violado os sábados ao trabalhar nesse dia, mas quem o acusou de violar os sábados foram os fariseus, os filhos do diabo, assim como Jesus Cristo os nomeou em João 8:44. A respeito dessa acusação dos filhos de Satanás, vamos ver que Jesus respondeu a eles que apenas APARENTAVA que ele desrespeitava os santos sábados:

    “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24

    “E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga (filho do diabo acusador), indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado. Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber? E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”. Lucas 13:14-16, Jesus revela que o amor de caridade tem preponderância sobre qualquer lei (1 Coríntios 13:13)..

    “E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles (os fariseus do diabo), para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por consequência, lícito fazer bem nos sábados. Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra. E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”. Mateus 12:10-14.

    “E os escribas e fariseus (filhos do diabo) observavam-no, se curaria no sábado, para acharem de que o acusar. Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé. Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra. E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”. Lucas 6:7-11.

    “E dizia-lhes Jesus: Invalidais o Mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”. Jesus, em Marcos 7:9

    5) O sábado é o ÙNICO Mandamento chamado por Deus de Santo e Bendito e o Único estabelecido como UM SINAL entre ele e a Humanidade: “Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.

    Ora, se o sábado foi estabelecido por Deus como UM SINAL entre ele e a Humanidade, de modo algum jamais sairá dessa condição divina. Quanto aos que julgam que esse Sinal foi dado apenas aos israelitas, então, nesse caso, nós não podemos nos servir de nenhum livro do Velho Testamento, nem dos Salmos, etc. e nem mesmo de Malaquias, muito usado para legitimar os dízimos. É ou não é? Dois pesos e duas medidas não vale! Além disso, abaixo, no capítulo 7, Está Escrito que nós somos os legítimos herdeiros dos israelitas e que Jesus, de todos nós, fez UM SÓ POVO.

    6) Dizem os sábios que um bom exemplo vale mais que mil palavras. É ou não é? É claro que é! então, vamos ver os vários exemplos de Jesus e de sua Igreja Primitiva santificando os sábados (que valem mais que milhões de palavras) até mesmo décadas após a Ressurreição? Essa parte ANULA completamente as pretensões dos que defendem erradamente o domingo “substituindo” o Sábado Santo, solene e Abençoado do Senhor:

    “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo, pois segundo o Mandamento e a Tradição israelita, guardou o sábado por toda a sua vida.

    Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

    “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

    Então, Jesus ensinou a sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, décadas depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo fazendo do sábado um dia de culto e louvor:

    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens! Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas, depois dessas revelações?

    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. Isso não poder ser negado!

    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7.

    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.
    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

    7) Os cristãos, em parte, alegam, altamente equivocados, que o Decálogo do Monte Sinai, no qual o sábado está intrínseco, teria sido dado apenas aos israelitas, e não a nós do Evangelho, por isso, alegam que “nós não temos obrigação de guardar”. Mas vejamos que a Verdade do Evangelho de Deus que nos faz herdeiros dos israelitas:

    “E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”. Atos dos Apóstolos 3:24 – 25. Os herdeiros não herdam apenas as bênçãos, mas também as obrigações.

    Novamente, a Verdade do Evangelho faz dos cristãos e de Israel um só povo:

    “Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”. Efésios 2:14 a 19.

    “…na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças…”. Esse verso, retirado do preceito acima, nada tem a ver com a derrocada do Decálogo, pois sendo isso impossível, o apóstolo Paulo, sempre dirigido pelo Espírito Santo de Deus, se refere às ordenanças e leis antigas, provindas de Levítico, criadas numa época para regular as ações dos israelitas nos difíceis 40 anos de deserto, mas que de forma alguma tiveram lugar no Evangelho de Jesus. E isso Está Escrito em Lucas 16:16, que revela:

    A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. Lucas 16:16 e 17 Esses dois preceitos nos mostram a derrocada (no Evangelho) das leis que escravizavam, que amaldiçoavam e até poderiam nos matar, se tivessem sido integradas no Evangelho. Em seguida a essas colocações, a Palavra de Deus novamente legitima o Decálogo de Deus (as 10 leis).

    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
    Nesse mesmo preceito, Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

    Para aquele que julga que todos os dias são de Deus, isso é verdade, mas só um ele elegeu como Um SINAL entre ele e o homem e o único dia que nomeou como Santo e Bendito.

    No arquivo anexado temos um escrito que completa perfeitamente esse presente, de nome O Tratado sobre as leis de Deus, onde nos mostra como o sábado de Deus foi corrompido e porquê.

    Quem precisa de mais que isso para inteirar-se de que O SÁBADO É PARA SEMPRE??? PONTO FINAL!

    Waldecy A Simões. walasi@uol.com.br

    http://www.segundoasescrituras.com.br

  17. Segundo Jesus, as boas obras são imprescindíveis como parte importante para a salvação na Eternidade.

    A bem da Verdade, vamos expor, aqui, um gigantesco erro bíblico praticado pela maioria dos pastores evangélicos, e até mesmo pelos teólogos, pois provaremos, sem dúvida alguma, que no Evangelho do Apóstolo Paulo há citações distintas que nos mostram, seguramente, a existência de dois tipos de obras e dois tipos de leis. E é exatamente por desconhecer essa importância bíblica, ou por ignorar segundo suas conveniências doutrinarias pelas quais promovem confusões, os pastores do mundo todo, na maioria, ensinam errado.
    Mostraremos, aqui, sem possibilidade alguma de refutação honesta, o próprio Filho de Deus, em várias colocações bíblicas, confirmando, diretamente, a Salvação pelas obras e a condenação pela falta delas.
    (Os textos bíblicos aqui expostos são da tradução de João Ferreira de Almeida (https://www.bibliaonline.com.br)
    A salvação na eternidade se dará pela fé, por obras ou por ambas?
    “Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras”. Tiago 2:18.
    O Espírito Santo de Deus já nos revelou, pelo apóstolo Paulo, que a maior das virtudes cristãs não é a Fé, e sim o Amor, mas o amor verdadeiro, que necessariamente tem de estar integrado às obras de caridade por amor ao semelhante. De outra forma, esse amor será inválido perante Deus. Amar ao semelhante sem socorrê-lo em suas necessidades básicas, também nas espirituais, é omissão e jamais amor cristão:
    “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”. I Coríntios 13:13.
    O que Jesus mais fez em seus três anos de Ministério senão Obras? Ensinou, consolou, curou, ressuscitou, deixou exemplos de humildade lavando os pés de seus amigos e, a principal de suas obras, essa Inefável, deu-se quando ofereceu-se em holocausto para redimir a Humanidade, habilitando-a a cruzar os Portais do Reino de Deus no Grande Dia da Volta de Jesus, antes fechado a todos (João 14:1-2).
    “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”. Jesus, em João 15:13
    Por isso, vamos mostrar aqui, sempre fundamentado nas Escrituras, o gigantesco erro de pastores e teólogos que, valendo-se de interpretações evangélicas não condizentes com a Verdade, principalmente da Carta aos Gálatas, ensinam errado quanto ao valor das obras.
    Os pastores evangélicos, em sua maioria, se desviam das revelações de Jesus quando essas atentam contra as suas doutrinas congregacionais, pelas quais ensinam que a salvação se dará pela fé, e não por obras.
    Bem, vamos agora à Verdade Total, pois o Espírito Santo de Deus é quem nos revelará, através do Filho, para que não haja a mínima dúvida: a salvação pelas obras e a condenação pela falta delas. São várias, indiscutíveis e contundentes as revelações, mas vamos apenas à dez delas, as mais relevantes:
    1) Mateus 25:31 a 44: “Quando vier o Filho do homem com seus anjos e na glória, reunirá toda as nações à sua frente, separará as ovelhas dos cabritos… e dirá às ovelhas: Vinde benditos de meu Pai, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me beber….”.

    Revelações do Filho de Deus, que nos revelam, de modo indiscutível, a salvação também pelas obras. Ou será que você, cristão, terá a ousadia nociva de contestar o próprio Jesus Cristo?

    Depois, Jesus se voltará aos cabritos e lhes dirá: “Tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber… E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”.

    E maioria evangélica alega que não seremos salvos pela guarda das leis, nem pela prática de boas obras, mas “pela misericórdia de Deus”, como se só isso, simples assim, fosse o bastante para o ingresso eterno no Reino de Deus, o que caracterizaria alcançar o Reino de Deus sem esforço algum. Que bom! Mas o Evangelho revela bem diferente:
    “E, se ao justo é difícil ser salvo, o que será do ímpio e pecador?”. 1 de Pedro 4:18.
    “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”. João, 15.10, lembrando que os Mandamentos do Pai são dez.

    2) Novamente o Espírito Santo nos revela, através do Filho, através da monumental e altamente esclarecedora Parábola do Samaritano (Lucas 10:30), a Salvação pelas obras e a Condenação pela falta delas (subentende-se):

    Os dois personagens bíblicos dessa maravilhosa Parábola tinham fé, senão não estariam, em suas montarias, dirigindo-se ao templo para honrar e louvar a Deus, no entanto, por isso mesmo, convenientemente se desviaram da maior das virtudes cristãs: O Amor de servidão ao semelhante, que vale mais que mil horas sob o teto do templo, pois negaram-se a socorrer um homem bastante ferido e distante do povoado. Faltaram as boas obras, que sempre representam um sacrifício pessoal e, nesse caso, o socorro teria de ter absoluta prioridade sobre a simples presença no templo a favor da fé.

    Mas o amor de caridade, o único válido (boas obras) surpreendentemente ocorreu através de um homem estrangeiro considerado pagão: ele abandonou a sua missão, os seus interesses, para socorrer o homem ferido que nem conhecia, colocou-o na montaria, e ainda gastou de seu próprio dinheiro para salvá-lo da morte.

    Entenderam o Recado de Jesus Cristo através dessa impressionante Parábola, pastores? Por ela, segundo o Messias de Deus, não adianta a alguém, sob o teto do templo, bradar, por todo o tempo: “Senhor! Senhor!” se esse desviar-se das boas obras, pois vale muito mais ser cristão fora do templo que dentro dele. Dentro de templo é fácil louvar a Deus, pois a corrente é favorável, mas fora dele é que nos defrontamos com inúmeras dificuldades que têm de serem superadas na verdadeira prática cristã, e as obras por amor ao semelhante é a maior e a mais importante delas todas. Sendo assim, ao nomear como muito mais cristão o pagão que os dois do templo, o Espírito Santo de Deus nos mostrou que a fé sem as boas obras é oca, insípida, inválida, e não somam merecimentos para o ingresso no Reino de Deus no Grande Dia da Volta de Jesus (João 14:1-3).

    3) Também pela esclarecedora Parábola do Rico e Lázaro (Lucas 16:19), Jesus nos revela a condenação pela falta de obras: Preocupando-se apenas consigo mesmo e com seus interesses terrenos, faltou ao avarento e insensível rico o necessário amor de servidão ao semelhante (boas obras) e por isso mesmo foi condenado ao Lago de Fogo.

    “Mas ai de vós, ricos! porque já tendes a vossa consolação”. Jesus, em (Lucas 6:24.

    “E transformarei as vossas festas em luto e os vossos cantos em lamentações”. Amós 8:10.

    4) Novamente, o Espírito Santo de Deus, através de Jesus, nos revela, direta e inequivocamente, a gigantesca importância das boas obras para a salvação – que equivale à metade dos merecimentos, – que são maiores que a fé, através do surpreendente exemplo do Jovem Rico (Marcos 10:17):

    O Jovem Rico certamente tinha fé, pois confessou a Jesus que desde a infância guardava as leis de Deus que são 10 (entende-se), portanto, se as guardava, se procurou a Jesus em consulta espiritual, com certeza tinha fé.

    Mas Jesus revelou-lhe que havia duas condições sinequanon para a salvação: obededecer a Deus guardando os seus mandamentos e depois complementar os merecimentos para a salvação praticando boas obras a favor dos necessitados. E por se apegar muito mais aos seus bens perecíveis que a Deus, o pobre rico negou-se a servir os seus semelhantes, mesmo sendo alertado pelo próprio Filho de Deus, e facilmente entende-se que foi condenado por isso, mesmo porque Jesus nos revelou, em seguida, que é quase impossível a um rico se salvar. Para se salvar, não adianta somente ser batizado, ter fé, reconhecer e aceitar a Jesus como o Senhor, se faltarem as duas condições citadas acima: a obediência ao Decálogo de Deus e a prática das boas obras do Evangelho da Graça de Jesus.

    Então, segundo o Jesus do Amor, o Jovem Rico foi condenado pela falta das obras. Obedecia ao Senhor observando as suas 10 Leis do Monte Sinai, mas faltou-lhe a outra metade dos merecimentos para a Salvação: desapegar-se dos bens materiais a favor das boas obras em socorro aos necessitados. Quanto a isso, atentem-se os pastores: O rico tinha fé, também em Jesus, pois procurou-o numa dúvida espiritual, mas mesmo dotado do dom da fé foi condenado por negar-se a praticar boas obras mesmo sendo alertado pelo próprio Messias de Deus. Se tivesse dividido pelo menos o excedente de suas riquezas, pois não necessitaria dessas sobras para viver decentemente, suas chances de salvação teriam sido consideráveis, segundo as Escrituras.

    Por isso tudo, está provado por Jesus que o amor de caridade tem de sobrepor-se em importância cristã à todas as leis e à toda fé. Ver I Coríntios capítulo 13.

    5) Outro gigantesco exemplo, nos mostrado pelo próprio Jesus Cristo, é a Salvação, também, pelas Boas Obras: a Obra de caridade santa, deveras grandiosa, por acolher um necessitado, exemplo maior em nossos dias tal como a adoção de uma criança, ou de socorro financeiro duradouro a uma delas ou mais:
    “E qualquer que receber em meu nome um menino, tal como este, é a mim me recebe”. Mateus 18:5
    . Então os códigos bíblicos para o ingresso nos Portais do Reino de Deus são esses: Obediência e Amor!

    1) Amar ao Senhor guardando seus Mandamentos escritos por ele próprio nas Rochas das Leis.
    2) Amar ao semelhante a ponto de servi-lo nas necessidades básicas.

    6) No Apocalipse, as Revelações de Deus, em todas as sete Cartas à Ásia são ressaltadas as OBRAS, as boas obras.

    Vamos a outro exemplo, deveras muito esclarecedor, a respeito da Salvação também pelas boas obras:

    7) “E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Apocalipse 20:12

    8) Em Tiago, o Espírito Santo de Deus realça, fortemente, as boas obras como absolutamente indispensáveis para a salvação:
    “Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?
    Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
    Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
    Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem.
    Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?”. Revelações do Espírito Santo, em Tiago 2:14-20.

    9) Quando Jesus permitiu, num sábado, que seus amigos colhessem espigas, agiu com o objetivo de mostrar que o amor de caridade (obras) tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, mesmo a do Sábado Santo, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. (Mateus, 12:1),

    10) O Espírito Santo de Deus, nos revela, em I Coríntios, capítulo 13: preceitos altamente esclarecedores a respeito da monumental importância do amor que faz agir a favor do semelhante necessitado.

    “O qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção; Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade” Romanos 2:6-8

    Apesar da quase totalidade dos pastores evangélicos que abominam o Quarto Mandamento, o Evangelho os desmentem ao legitimar, mas uma vez, o Decálogo por inteiro:

    “Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11

    “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine”. (I Coríntios 13:1) Entende-se, então, perfeitamente, que o amor sem a servidão ao semelhante é o mesmo que zeros à esquerda.

    E não adianta acusar os que defendem a salvação também pelas obras, mais que pela fé, e que por isso se assemelham aos espíritas de Kardec, pois está provado pelos escritos do Espírito Santo de Deus, através do próprio Filho, cujas revelações estão colocadas acima que mostram, sem dúvida alguma, que sem as obras não há salvação. Pelo menos nesse ponto, os espíritas estão mais afinados, biblicamente, que os pastores citados, pois aqueles defendem o forte valor das obras de caridade por amor ao semelhante.

    Tem muito mais preceitos que mostram a imprescindível necessidade da prática das obras no nosso dia a dia, mas bastam esses dez exemplos que nos mostraram que não há salvação sem as boas obras. Não adianta só guardar todos os Mandamentos de Deus se faltar as boas obras. Como também não adianta citar o exemplo do ladrão crucificado ao lado de Jesus que se salvou sem obra alguma, porque foi uma exceção à parte e não teve tempo, sobretudo, porque o que Jesus quis nos mostrar nesse exemplo foi o imenso valor do arrependimento (não aprovado e não acatado pelo outro criminoso ao seu lado) pois mesmo no momento de nossa morte, se nos arrependermos sinceramente de nossos pecados, seremos salvos Mas essa opção é arriscada, pois a morte pode nos pegar entre um passo e outro.

    É altamente contraproducente, espiritualmente falando, quando os pastores defendem a Religião da Graça, do amor e da Liberdade de Jesus, porém se desviam da altíssima importância das boas obras, colocando a fé maior que o amor que faz praticar as boas obras. O amor de caridade tem de ter pleno destaque na Religião da Graça de Jesus, deixando a fé em segundo lugar, tal como está revelado em I Coríntios 13:13, pois o mesmo Jesus resumiu todos os Dez Mandamentos em dois grupos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao semelhante como a nós mesmos. Esse amor deixa de existir sem as obras.

    Bem, para tentarem refutar a Verdade acima, os pastores evangélicos, teólogos e entendidos, em sua maioria, invocarão o mesmo Paulo do Decálogo e das boas obras, trazendo aqui um rosário de abominações às obras e às leis, não levando em conta a Verdade do Evangelho que santifica as boas obras e legitima as boas leis, o que vem a provar que no Evangelho de Paulo há dois tipos de obras e dois tipos de leis.

    Por exemplo, principalmente na Carta aos Gálatas, Paulo não se cansava de abominar as leis e as obras, mas essas se tratavam das leis, ordenanças e obras antigas que realmente escravizavam e até matavam, mas quanto às Dez Leis do Decálogo Imutável, vejamos o mesmo Paulo, o santo em vida, falando pelo Espírito Santo de Deus nos revelando que santificava essas leis, como não poderia jamais ser diferente, senão não seria servo de Cristo, como ele mesmo se nomeou. Eis o Paulo do Decálogo:
    Quanto às leis do Decálogo, o apóstolo Paulo que falava pelo Espírito Santo se confessa escravo delas:

    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo de Deus em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei, instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    O apóstolo Paulo, repetindo Jesus em Mateus 22:36, legitima, mais uma vez, todas as 10 leis de Deus do Monte Sinai, mesmo não tendo citado uma a uma:

    “Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. Romanos 13:9
    O Apóstolo Paulo revela, acima, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto, sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não terá como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho no Sermão do Monte e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

    Mas os pastores… Ah! Os pastores evangélicos! pelo menos uma parte deles ensina que Jesus teria abolido as leis de Deus (que são 10) pregando-as na cruz a favor da Graça e da Liberdade (que grotesco absurdo), como se a Graça, as leis e a Liberdade não se completassem maravilhosamente! Ou será que pela liberdade pregada por eles Jesus nos teria libertado das leis do Decálogo, da maldição das leis? Ora, do Decálogo jamais, pois não há, nem por sonhos, um só mandamento que seja nocivo e que amaldiçoe o homem, mesmo porque, entende-se biblicamente, o Criador, em sua Justiça Perfeita, jamais promulgaria leis que nos escravizassem ou nos amaldiçoassem e, assim, é facílimo concluir que essas se tratavam da leis antigas de Levítico que só puderam vigorar até João ou até Jesus (Lucas 16:16), sendo que as principais delas foram citadas acima. Essas sim, se tivessem ter sido aceitas por Jesus na Nova Mensagem, por certo nos escravizariam, amaldiçoariam e até nos matariam legalmente pelo esfacelamento corporal \a pedradas.

    Então é inegável que quando Paulo se referia à leis como abominações, citava as leis que só vigoraram até João, e quando se referia às leis como normas da salvação na Eternidade, citava as leis do Decálogo do Monte Sinai, que não são NOVE, mas DEZ.

    Vamos agora às más obras, pois as boas já as colocamos acima:
    “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”. Romanos 3:28.
    Interpretando-se esse verso isolado, parecerá que Paulo está abominando as boas obras. nada disso! Paulo se referia às más obras, as mesmas que um grupo de gálatas tentou introduzir no Evangelho, mas sem sucesso, pois se tratavam das obras e leis que só vigoraram até João, pois se tais leis e obras retrógradas, antigas, de Levítico, feitas para regular os inseguros e desobedientes israelitas nos sofridos 40 anos de deserto pudessem ser integradas no Evangelho da Graça e da Liberdade, nos escravizariam e até nos matariam legalmente. Para aclarar, ainda mais essa verdade, no verso seguinte Paulo cita a Circuncisão, a principal das obras da carne, lei que realmente escravizava, pois se essa lei vigorasse mesmo nos tempos da Igreja Primitiva até hoje, qualquer pagão que se convertesse ao cristianismo e a ele desejasse integrar-se, Paulo teria de informar-lhes:
    “Amigos, novos irmãos, parabéns pela sua conversão à Religião da Graça e da Liberdade. Mas para que vocês se tornem cristãos de verdade, é necessário que eu, com essa faca, proceda a uma operação cirúrgica no pênis de todos. Por certo vai doer, vai sangrar e em alguns vai inflamar e até infeccionar, mas isso é necessário”.
    Ora, que Religião da Graça e da Liberdade seria essa se apenas uma só dessas más obras, ordenanças antigas, cargas pesadas, como disse Jesus em Mateus, cap. 23 vigorasse, também no Evangelho?
    “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Efésios 2:8-11 “(a salvação) Não vem das obras, para que ninguém se glorie…”. Certamente aqui o apóstolo Paulo se referia às más obras e para provar isso, em seguida ele cita uma lei ou obra que escravizava: a dolorosa Circuncisão.
    “Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão”. Carta aos Gálatas 2:21, outra interpretação equivocada da maioria evangélica, os que julgam que Cristo anulou as leis, pois a lei citada aqui não se refere às leis do Decálogo, defendidas por Jesus, e sim às leis retrógrada que só vigoraram até João, sendo que as principais estão citadas acima. Cristo teria morrido em vão se a justiça fosse executada mediante as leis retrógradas que só vigoraram até João.
    Mas, como citado acima, Jesus nos revela a salvação pelas obras. Então está provado aqui que Paulo não se referia às boas obras, e sim às más, mesmo porque cita no verso seguinte uma das más obras que escravizavam: a circuncisão, que só foi oficialmente varrida completamente do Evangelho no capítulo 15 de Atos.
    Muitos se apegam em preceitos isolados, como o abaixo, confiando erradamente apenas na misericórdia de Deus. Deus é Bom, mas também Está Escrito que é Furor com os desobedientes às suas leis. Por um exemplo bem consistente, Deus varreu da face da Terra 11 das 12 tribos de Israel por causa da constante desobediência, e devemos lembrar que se tratava do Povo de Deus, do Povo Escolhido, e só não extinguiu também a tribo de Judá, porque o Messias teria de nascer israelita.
    “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna”. Tito 3:4.
    A respeito de Tito, acima, ele também escreveu, em seguida, que o cristão tem de se aprimorar na prática das boas obras:
    “Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens”. Tito 3:8.
    “…e estejam preparados para toda a boa obra”. Tito 3:1
    Os que julgam que se salvarão somente pela misericórdia de Deus, estão completamente enganados. Devo lembrar que não haverá misericórdia alguma para aqueles que fugirem da observação correta da Palavra de Deus Escrita, mormente os ensinamentos de Jesus, pois ele mesmo revelou, por muitas vezes, que os infiéis, também os que não praticarem boas obras, serão lançados no Lago de Fogo (Mateus, 25:31 a 44, colocado acima.
    Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; Efésios 2:8-11. Paulo cita aqui, mais uma vez, a obra que mais escravizava o homem: a lei da circuncisão carnal que foi varrida do Evangelho.
    Abaixo, Paulo repreende vigorosamente o mesmo grupo de Gálatas que pretendia que certas leis da antiga tradição israelita tivessem lugar, também, no Evangelho.
    “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”. Gálatas 3:10. As leis citadas aqui, certamente nada têm a ver com as leis do Decálogo, então sobram para as leis retrógradas, cargas pesadas, segundo Jesus, que só vigoraram até João, mesmo porque, examinando-se uma a uma todas as 10 lei do Decálogo, não encontraremos nem uma que nos escravizem, nos amaldiçoem ou que nos matem. Isso seria impossível, pois é certo que pela benignidade do Senhor, ele jamais cravaria das Rochas das Leis uma só delas que nos fosse nociva.

    Abaixo, Paulo repreende novamente um grupo de gálatas por pretender introduzir, no Evangelho, leis antigas que realmente escravizariam:

    “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. (Nada a ver com as leis de Deus (10), pois toda a lei se refere às centenas de leis de Levítico que não tiveram vez no Evangelho).

    Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído”. Gálatas 5:1-4. Entende-se, facilmente, que como Paulo escreveu que “os que praticam a lei hão de ser justificados”, Romanos 12.13, certamente citou, novamente, as leis retrógradas.

    “que está obrigado a guardar toda a lei”. Por esta colocação, o apóstolo Paulo não se referiu à guarda as 10 leis das Rochas Sagradas, mas às leis retrógradas que escravizavam, àquelas por isso mesmo só vigoraram até João.
    Vamos então às principais obras obsoletas e leis antigas que escravizavam e até matavam legalmente o homem e a mulher até a chegada de Jesus. Segundo Lucas 16:16, as leis abaixo colocadas só vigoraram até João, leis essas às quais Paulo chamava-as de obras da carne (nada a ver com obras de caridade):
    1) Os holocaustos, as matanças diárias de animais nos templos seguidas da aspersão do sangue deles nos presentes para o “perdão dos pecados”. (sacrifícios, obras da carne, ordenanças antigas de Levítico, que não tiveram lugar no Evangelho, segundo Hebreus 9:11-12)

    2) A operação na carne (na época dolorosa e perigosa) a fimose, chamada circuncisão – que veio com Abraão -, oficialmente anulada em Atos dos Apóstolos, capítulo 15, obra da carne (carga pesada) que os judeus da antiga tradição queriam ver imposta nos ombros do cristão, por isso mesmo essa lei antiga foi completamente abolida no Evangelho, na primeira reunião cristã para tratar exatamente dessa antiga lei da Circuncisão carnal.

    3) A separação racial imposta pela tradição israelita, removida por Jesus quando regeu que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças e que todos são iguais perante ele.

    4) A lei da morte por adultério, provinda de Levítico, foi completamente anulada por Jesus ao perdoar e salvar a mulher adúltera condenada legalmente, segundo essa lei antiga, ao terrível esfacelamento mortal.

    5) A lei das 40 chibatadas e outras mais de menor importância, todas elas chamadas por Paulo como obras da carne, ordenanças antigas, prejudiciais e contra o homem, originárias das leis de Levítico (Paulo levou 39 chibatadas por cinco vezes).

    6) A lei da morte também a quem fosse flagrado trabalhando aos sábados, carga pesada segundo Jesus no capítulo 23 de Mateus, também só vigorou até João (Lucas 16:16) Exatamente apoiados nessa lei antiga, os fariseus tentaram, por várias vezes, matar Jesus, interpretando errado que ele violava os sábados. Na verdade, Jesus apenas praticava a caridade (obras), também aos sábados, quando curava e consolava as pessoas e isso não representava trabalho braçal (Números 15:32-36).

    Quanto a ser acusado pelos fariseus do tempo de violar os sábados santos, Jesus simplesmente respondeu que apenas aparentava isso:
    “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24
    Os evangélicos, em parte, que se posicionam equivocadamente contra as obras, apegam-se tenazmente no preceito: “Crê no Senhor Jesus e serão salvos tu e tua família” (Atos:16:31). Ora, para crer realmente no Senhor Jesus é fundamentalmente necessário viver observando seus preceitos, vivendo seus exemplos, pelo menos na medida do possível, e assim, Jesus nos exorta a guardar as Leis do Pai da mesma forma que ele também os guarda (João 15:10). Ora, por que Jesus nos exorta a guardar as leis senão para a nossa salvação? No mais, pela religião da Graça e do Amor, através de Parábolas e preceitos Jesus nos incita fortemente a praticar as obras do amor, cujo conteúdo maior é a caridade, nos mostrando que essas obras são imprescindíveis como parte ativa importantíssima na soma dos merecimentos para a salvação, mesmo porque Jesus viveu e morreu pelo amor, pela lei e pelas obras a favor dos necessitados.
    Mostramos, aqui, claramente, sempre segundo o Evangelho do Espírito Santo de Deus, de forma completa e detalhada, que o cristianismo não vive somente pela fé, pelo batismo ou pelo fato de reconhecer a Jesus Cristo como o Senhor, pois se faltarem a obediência aos mandamentos de Deus e as obras do amor de caridade na nossa vida cristã, principalmente as voltadas para os carentes mais necessitados, fica tudo anulado, da mesma forma que o Espírito Santo de Deus nos revelou pelo exemplo do jovem rico que a Obediência a Deus tem de estar aliada ao Amor de caridade aqui revelada a imensa importância pelo próprio Jesus, o Rei do Amor. E quanto à obediência, ela tem de ser completa na medida do possível, pois o Espírito Santo de Deus nos revelou que a fuga conveniente de um só dos mandamentos de Deus anula a observância correta de todas as Dez.
    Quem somos nós para duvidar dessa Verdade revelada pelo Espírito Santo de Deus?
    Por curiosidade, vejamos abaixo que o apóstolo Paulo ensinava e guardava todas as leis do Decálogo. Se assim ensinava fez até mais, pois nos deixou exemplos dessa Verdade de Deus que valem mais que mil palavras a respeito até da Quarta Lei, da qual a plena maioria evangélica de todo o mundo foge dela mais que o gato escaldado que foge até da água fria, procurando, de todas as formas possíveis, ignorar convenientemente os exemplos de Jesus e sua Igreja, nos concedendo o exemplo de que o sábado é sagrado e tem de ser observado pelos cristão. Vejamos, primeiramente, a Igreja de Paulo, décadas após a ressurreição de Jesus, santificando os sábados do Decálogo:
    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.
    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás através de seus servos, os papas romanos.
    “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.
    Vamos aos demais exemplos da Igreja Primitiva, aos tempos de Jesus, santificando o Quarto Mandamento do qual se esquivam pastores evangélicos, católicos e ortodoxos, pois já mostramos os exemplos da Igreja de Paulo, décadas depois da Ressurreição de Jesus, também santificando o sétimo dia:
    “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.

    Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

    “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:
    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.
    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
    Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade (obras) tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, mesmo a do Sábado Santo, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Nesse preceito Está Escrito que o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

    http://www.segundoasescrituras.com.br. Ver, também, na página 2, o arquivo 119: O tratado sobre as leis de Deus.

  18. Barbarah Glossari disse:

    Engraçado, procurei por todo o Evangelho uma só linha que ensinasse que o domingo viria a substituir o sábado e não achei absolutamente nada. Uma vez ouvi um padre dizer que não há citações tais no Evangelho, justamente porque os apóstolos procuraram não escrever, pois a revolta dos judeus da tradição teria sido até mortal. Ora, atribuir aos apóstolos de Jesus o Medo, o padre citada estava renegando o Espírito Santo quando tomou o espírito dos apóstolos, que depois dessa bênção passaram a não temer mais homem algum do mundo.
    Sem querer, o tal padre legitimou o sábado, pois se um só dos apóstolos tivesse pregado contra o sábado a favor do domingo, até os judeus ali já cristãos, muitíssimo mais os fariseus e príncipes do templo teria se revoltado tanto com eles, e até revoltas com mortes teria ocorrido, pois o sábado sempre foi sagrado para todos os israelitas, por ser o Dia do Senhor e por ser um Sinal entre o Criador e a Humanidade.
    ENTÃO, sabendo-se que os fariseus reclamaram até dos apóstolos pelo simples fato de eles comerem sem lavar as mãos, E ISSO FICOU CLARAMENTE COLOCADO NO EVANGELHO, IMAGINE, ENTÃO QUE TREMENDA REVOLTA TERIA ACONTECIDO SE OS APÓSTOLOS RENEGASSEM O SÁBADO A FAVOR DE UM DOMINGO INVENTADO.
    Portanto, copiando agora do Waldecy Antonio Simões, vamos de fato Á VERDADE DE DEUS QUE MOSTRA OS APÓSTOLOS, JESUS E SUA IGREJA PRIMITIVA SANTIFICANDO OS SÁBADOS:

    A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:

    “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.

    Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

    “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

    Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

    “O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, em Marcos 2:28.

    Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, ao ar livre, coerentemente santificando os sábados do Senhor:

    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

    Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
    Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
    Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
    Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

    Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

    “Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

    “Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

  19. Barbarah Glossari disse:

    Um dia, ouvi de um padre católico que o sábado foi substituído pelo domingo em total sigilo, aos tempos dos apóstolos de Jesus, pois se tivessem feito isso com alarde, os fariseus e judeus teriam se revoltado de tal maneira que poderia até haver mortes. Ora, esse pobre padre errou gravemente em suas colocações, e está renegando até o Espírito Santo de Deus, pois após os apóstolos terem recebido as línguas de fogo, perderam o medo de qualquer homem, por isso mesmo jamais teriam qualquer receio de propagar a VERDADE, qualquer que fosse, portanto, se não está registrado no Evangelho uma revolta dos judeus, certamente os apóstolos e a Igreja Primitiva santificavam os sábados como pediu Deus. Mas o tal padre acertou pelo menos numa coisa: : A REVOLTA DOS JUDEUS. Se os fariseus reclamaram forte de Jesus apenas pelo fato de seus apóstolos estarem a comer sem antes lavar as mãos, E ISSO FICOU REGISTRADO NO EVANGELHO, imagine o escândalo e as revoltas conta os apóstolos de Jesus que realmente terminaram em mortes. Por isso, é absolutamente certo que os apóstolos e a Igreja Primitiva de Jesus santificavam os sábados. Vou copiar aqui as colocações do Waldecy Antonio Simões que PROVAM, SEM SOBRA DE DÚVIDA, QUE O SÁBADO É PARA SEMPRE:
    A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:
    “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.
    Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:
    “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.
    Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:
    “O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, em Marcos 2:28.
    Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, ao ar livre, coerentemente santificando os sábados do Senhor:
    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
    Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
    Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável
    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.
    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:
    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.
    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.
    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
    Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
    Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!
    Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?
    “Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.
    “Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.
    barbaradacidadedesaopaulo@uol.com.br

  20. Temos de ter em conta que Jesus nomeou como FILHOS DO DIABO todos aqueles que o acusavam de violar os sábados santos e benditos do Pai, assim como Deus o nomeou.

    Vejamos alguns exemplos que PROVAM que apenas APARENTAVA que Jesus violava os sábados santos, pois aos sábados continuava a praticar a Caridade do Amor:

    Devemos nos lembrar que aqueles fariseus que acusaram Jesus de violar os sábados santos, ele, o Mestre, nomeou-os de FILHOS DO DIABO, pois apenas APARENTAVA que ele violava os santos e benditos sábados do Pai:

    “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas, porque vos digo a verdade, não me credes”. João 8:44 – 45

    Então, tenhamos sempre em conta que todo aquele, seja quem for, que vier a propor que Jesus violava os sábados, nada mais é que mais um Diabo em pessoa.

    “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24

    “E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado. Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber? E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”. Lucas 13:14-16

    “E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados. Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra. E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”. Mateus 12:10-14

    “E os escribas e fariseus observavam-no, se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar. Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé. Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra. E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”.
    Lucas 6:7-11

    “E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.
    Jesus, em Marcos 7:9
    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

    • “Só quisera saber isso de vós: receberei o Espírito pelas obras da Lei ou pela pregação da fé?” Gl 3.2 A guarda do sábado é sem dúvida um dos principais pontos de controvérsia da doutrina do Adventismo do Sétimo dia! Guilherme (William) Miller, pastor batista do Estado de Nova Iorque/EUA, fundador desta seita, fez […]

      Não sou Adventista, mas Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/), , mas mesmo assim vamos ver Gálatas 3:2?
      “É só isto que quero saber de vós: foi pelas obras da lei que recebestes o Espírito, ou pela fé naquilo que ouvistes?”.
      O maior erro dos que tentam interpretar a Carta aos Gálatas, assim como o tal pastor americano Miller, é que se apegam a preceitos isolados como esse, SEM ATENTAREM PARA O TEXTO POR INTEIRO. O apóstolo Paulo NÃO dividiu em capítulos sua Carta Enviada aos Gálatas, então, retornemos ao capítulo anterior, Gálatas cap 2, e notaremos, claramente, que as obras abominadas por Paulo era a Circuncisão da carne e a lei da segregação racial, pela qual, nesse capítulo dá uma bronca em Simão Pedro por ter entrado de gaiato, fazendo o gosto dos que aprovavam a separação racial.
      Então, Gálatas 3:2 NADA A VER COM OBRAS DE CARIDADE POR AMOR AO SEMELHANTE,, pois Paulo citava as leis retrógradas antigas, que não tiveram lugar no Evangelho, por serem leis escravas, por isso mesmo Está Escrito que tais leis e obras só vigoraram até João. Lucas 16:16.
      O pastor Miller mostrou um verso contra as obras, mesmo de forma errada, mas vamos agora mostrar O MESMO PAULO santificando as BOAS OBRAS e depois vamos exibir o placar: Em todos os versos abaixo, o apóstolo Paulo nos exorta a praticar AS BOAS OBRAS:
      2 Tessalonicenses 2:17
      Colossenses 1:10
      Filipenses 1:16
      2 Coríntios 9:8
      Gálatas 6:6
      Efésios 2:10
      Carta de Paulo a Tito 1:16
      Idem 3:14
      Idem 2:7
      Idem 3:1
      Além de Paulo, acima, ter nos exortado à prática de boas obras, temos, também:
      Mateus 5:16
      Atos 9:36
      1 Timóteo 2:10
      ! Timóteo 5:10
      2 Timóteo 3:17
      2 Timóteo 2:21
      E, para dar um xeque mate no pastor americano Miller, em Mateus 25:31 a 44 temos nada menos que O Filho de Deus Vivo, mostrando A SALVAÇÃO PELAS BOAS OBRAS E A CONDENAÇÃO AO INFERNO PELA FALTA DAS BOAS OBRAS
      Pastor Miller, você perdeu por 17 a 1.
      Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br e aí vão meus dois blogs a respeito desse assunto, COM MUITO MAIS DETALHES
      A maioria dos pastores interpreta errado a Carta aos Gálatas
      http://ebemfacilinterpretaracartaaosgalatas.blogspot.com.br/ copiar o http e colar no navegador

      Segundo Jesus Cristo, as boas obras são imprescindíveis para a salvação
      http://segundojesussemboasobrasnaohasalvacao.blogspot.com.br/

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