“A COBRA DA REPÚBLICA” AS DIVERSAS FASES DE SILAS MALAFAIA

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O relato de Silas Malafaia e sua ação nefasta, que tende a obscurecer sua cumplicidade no quadro de consternação pela invasão do liberalismo, por convulsões de uma fé de aluguel para políticos, se encontram em duas linhas de narração, o que pode parecer incoerentes para cristãos de laboratório, mas pode concordar perfeitamente com o conceito normativo bíblico, que tais elementos racionais não desempenham um papel importante na teologia cristã.

(1) O problema de Silas não é um problema de Pastor! Sendo autêntico a de Cristo, como poderia agir desta maneira? O problema de um Pastor é outro, familiarizar as ovelhas de Cristo com os pontos principais do Evangelho e impedir a iniqüidade daqueles que não entram pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobem por outra parte (Jo10). Silas desdobra com detalhes uma ordem econômica patrocinada pelo governo. Um fenômeno do sistema implantado por Balaão no período antigo, um produto do racionalismo moderno. Como que uma pessoa que está sujeita ao progresso do propósito divino no mundo, e na história, sujeito ao Evangelho singular, pode exercer o papel verdadeiro de um pastor numa ocasião e de um miserável enganador em outra? (Jo 11.49-52). O problema de Silas agora é usar o mal político do PT de Lula, que com todas as regras e ordens estabelecidas as abençoou com força, para garantir o constrangimento da multidão, e aparecer construindo solidariedades cristãs por um equilíbrio constitucional na maior cara de pau!

A versão expressiva de um apostata descarado que traz na combinação oratória o seu medo, o seu desespero, sua fraqueza e astúcia intelectual, para transformá-las em licença administrativa. É uma forma da Bíblia dizer por Balaão quando homens deste tipo escolhem se opor a vontade de Deus por Jesus Cristo (vida, pessoa, obra, morte, ressurreição, natureza, identidade) enfrentam não só o desafio de promover consternação por ganância, como por em prática o plano sedutor do falso profeta cujo conselho quer ser mais proveitoso, superior á do próprio Conselheiro Divino [nunca demonizou partido nenhum??].

O oráculo preferido de Balaão praticado no Silas: “abrir conflitos necessários para unir a magia política e a providência divina.” É padrão para estes gênios controladores incentivar uma atividade redentora pelo uso de fontes e vontades humanas, no qual pregam que o Senhor livrará o seu povo de forças hostis por intermédio de experiências concebidas em mecanismos comprometidos neste mundo [Estado]. Uma tentativa afortunada que lhe rendeu uma história política como Pastor e o seu fim está assegurado por pessoas reinantes e acordos espúrios.

(2) A segunda parte de Silas retrata uma segurança invencível. Uma segurança sem substância de fé, por que não indica o caráter e as reivindicações da salvação de Cristo para o uso da prerrogativa [a segurança Divina é correlativa ao seu testemunho]. Deus poderia fazer um animal falar, recitar e profetizar sua mensagem, que é padrão fixo obrigatório para todos cristãos, entretanto Silas para fugir da Vontade Divina argumentaria que o asno não possui as cordas vocais necessárias de um instrumento humano para falar eloqüentemente para políticos ou a mente genial científica para estar no campo oposto no objetivo de garantir o futuro do Povo de Deus.

A natureza de um Balaão é ignorar que o destino da Igreja está determinado e controlado por Deus. Levantar a idéia de uma disputa política que controlará o destino e as funções de cristãos, que o progresso do evangelho depende do Estado e, podendo ser frustrado por uma classe política superior, com tal fé que o povo evangélico deva se deixar governar sobre a tutela de políticos evangélicos “servos de Deus”, feitos de uma classe de cristãos inteligentes, bem preparados para assumir o Congresso com a Bíblia em mãos e mudar o sistema do qual o Evangelho de Jesus não faz questão alguma? O oráculo deste Balaão está cheio de superlativos satânicos!!

Silas entrou na questão das forças hostis das desigualdades sociais, com orações insubordinadas fez evangélicos apoiarem Balaque “Lula” em duas eleições. Chegou a comissão de Conselheiro Econômico e Social do Governo do PT a mercê de um inimigo externo [fome]. Por meio de exortações sensatas pregou que o propósito divino não seria frustrado, por que Deus deveria reinar sobre os planos políticos de um metalúrgico de São Bernardo do Campo [Lula]. Agora Silas numa explosão de raiva manda para casa, sem nenhuma recompensa, o PT que o enriqueceu! Convence evangélicos a não votar no Partido de Dilma devido ao perigo de não existir mais um Estado. Fala-se de um profunda repugnância por leis petistas, perseguição política Federal, anarquia e ditadura [ no mesmo momento vai e ora pelo senador Lindebergh Farias (PT-RJ), que é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, que participou de dois cultos na igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo].

Julga-se em missão pelo Reino de Deus, o que pelas vias dos fatos nunca demonstrou caráter de um cristão para isso, se quer a noção normativa disso. Sua comissão pastoral é reversiva e banal, o que biblicamente tem vista cristalina. Amadurece a idéia do messianismo político [que Jesus discípula que cada fiel se ocupe diretamente com a política], tiradas da mais nefasta ignorância, o que se enquadra perfeitamente nos termos judaicos que matou e crucificou Jesus, o Cristo, por ser Pastor.

O problema de Balaão foi acreditar que suas predições e orações forçariam Deus mudar de lado (mundo). Seduzi-lo de que as ofertas financeiras do rei pagão eram mais importantes do que seu povo na terra (Igreja) e seus mandamentos. O que de fato não obteve êxito. O problema de Silas tem uma proporção maior! Joga para dentro da Igreja de Cristo os tropeços da mesma heresia, da perversidade material ao incentivo da promiscuidade doutrinária “corporativismo” para depois discutir e atacar os resultados disso tudo. Não é tão fácil assim Silas, no caso de Balaão, o fim dele foi a morte!!!

Maranata, Jesus está voltando!

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7 respostas para “A COBRA DA REPÚBLICA” AS DIVERSAS FASES DE SILAS MALAFAIA

  1. Politica na Igreja É um lixo !!!
    O Púlpito é lugar de concerto pregação para chamar pecadores ao arrependimento não palanque de politicos safados . Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? Amós 3:3 “Quem não é por mim é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha” (Mateus 12.30; Lucas 11.23). Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Mateus 6:24

  2. Gilson Almeida de Melo disse:

    Finalmente alguém da segmento evangélico está sendo coerente, parabéns.

  3. Lewis On disse:

    Concordo, Igreja tem que pregar o Evangelho.

  4. Janúsia Araújo Carneiro disse:

    Eu sempre digo que quem pregou Jesus na cruz foi os religiosos pois,perseguiram Jesus o tempo todo e depois de prendê-lo,induziram o povo a escolherem Barrabás!Peço sempre à Deus pra não me tornar uma religiosa,sou Serva do Senhor e vivo pra obedecer sua vontade mas,vejo estes religiosos da mídia se fazendo de homens de Deus e apedrejando as ovelhas perdidas enquanto que Jesus não condena,salva!São uns hipócritas,querendo tomar o poder que pertence somente à Deus!Quando os partidos não fazem a vontade deles,simplesmente viram feras abomináveis e esquecem de suas verdadeiras missões que é pregar o evangelho!Estão como as loucas sem azeites!Que Deus nos dê sabedoria para discernir as ovelhas dos lobos!

  5. chicomartins disse:

    Sr. silas malafaia,tu nao muda mesmo heim??anos passam-se e tu continua a mesma serpent enganadora,ate quando vais tu cochiares em dois pensamentos??segue o que quizer foi o proprio DEUS,que te deu o livre arbiter,e nao sou eu que vou tira-lo.Mas se tu queres jogar com politica o problema e’teu,mas nao digas que tu es um pastor de ovelhas de CRISTO,onde esta na biblia que algum governador ou politico apascentava ovelhas,mostre-me,se for possivel.

  6. Marcelo Ferreira disse:

    “O problema de Balaão foi acreditar que suas predições e orações forçariam Deus mudar de lado (mundo). Seduzi-lo de que as ofertas financeiras do rei pagão eram mais importantes do que seu povo na terra (Igreja) e seus mandamentos. O que de fato não obteve êxito.”

    Não parece que Balaão acreditasse que Deus pudesse mudar de lado e abandonar o seu povo, mas que o próprio povo abandonasse a Deus. No que ele obteve êxito, sim.

    A forma e o conteúdo com que se escreve acerca de Silas Malafaia, Ed René Kivitz, Caio Fabio e, talvez, de outros profissionais do púlpito, dizem muito a respeito do seu autor.

    • Profissionais de púlpito? Que expressão estranha esta! Eu só reconheço uma confissão de fé definitiva que se expressa como a decisão voluntária e consciente de se seguir a Jesus e obedecer ao Evangelho da salvação, sem tomar parte nem ter consenso com este sistema secular de iniquidades. Quanto a Balaão, nós nos importa muito, nem faz tanta diferença assim, sobre o que ele acreditava ou não, pois, em resumo, a vontade SOBERANA de Deus permanece, tanto como seu divino e Eterno propósito, mas os que usam de engano não permanecerão firmes diante do Senhor e Rei de toda a terra!

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