SILAS MALAFAIA “A RAPOSA DA REPÚBLICA”

 

Silas Malafaia se apropria do instrumento da sorte para falar sobre suas convicções. Esta censitária da maçonaria insiste transformar vida cristã em vida pública, tornando-se senhor daqueles que em nome do “direito” querem remodelar a fé em vida própria. De uma refutação teológica manufaturada,  vicia evangélicos a terem o gosto pela especulação. Silas segue sua jornada ambiciosa transformando igrejas em arenas onde reinam as sessões parlamentares, reuniões administrativas, evangelicalismo partidário pelo discurso moralista. O pretenso “”direitos do povo”” que fez a igreja se curvar por miseráveis migalhas, enquanto seus inquisidores se enriquecem à custa maquina eleitoral! Silas não teria a conta de quantas vezes mudou de camisa partidária, ou removeu representes políticos com suas alegações, mesmo assim está seguro. Sabe que o povo não gosta de pensar, principalmente com a mente de Cristo, e no final de tudo irão jogar com o seu jogo sujo!
Certamente tudo poderia ser compreendido na face de Jesus, cujo prerrogativa messiânica nunca utilizou os meios políticos para cumprir sua designação ministerial. De maneira nenhuma dependeu da monarquia davídica, que era um fracasso desde o início, para realizar o propósito redentivo no tocante ao pecador. Assim também seguiu este padrão para os seus apóstolos, os mais próximos de sua obra impecável, que em planos vastos e claros, nunca trataram com princípios políticos os recursos sagrados da Salvação do Senhor. Muito mais fizeram os ministros de Cristo serem falastrões políticos, sindicalistas e papagaios de panfletagens!
Infelizmente me dou conta de que a corrupção no cristianismo não pode ser detida, até que se cumpra tudo o que foi predito por Cristo. Até lá, é necessário que seja manifesto estes ministrantes de ídolos: “os abutres são vistos onde tem carniça!” O povo recusa até os fatos concretos deste esquema, e obedecem cegamente esta doutrina baseada em cálculos (evangelho social). O caso de Eduardo Cunha, suspeito no envolvimento no esquema na Petrobrás, revelado na Lava-Jato, acusado de repassar dinheiro público para a Igreja Assembléia de Deus Ministério Madureira em Campinas (SP), que Silas tanto defendeu, é a prova da natureza desta disposição política. Inclua também a boa vontade deste cínico, quando leva a frente esta ideia de que luta pelos diretos do povo evangélico, incitando a paixão pela República cristã, e o único triunfo de sua doutrina dentro da história evangélica ecoa de acordos milionários dos partidos que apoiou! Quanta ingenuidade achar que todo este serviço é gratuito!

Fato. É completamente verdadeiro que a fé não se origine de imparcialidades como esta, por que ela vem da encarnação de Cristo, o que quer dizer: as verdades da fé são autoritativas na Igreja, e a Igreja deve concebê-las como a Palavra de Deus. O Evangelho não veio da Igreja, mas a Igreja do Evangelho. A autoridade evangélica não poderia repousar sobre o pronunciamento, ou determinação de ministérios, ou governos, mas do que Deus disse!! Se a autoridade for concebida no que “Deus disse” à sua Igreja, e tais discursos forem formulados e incorporados em afirmações que sinalizem o advento da Cruz do Senhor, do seu conteúdo, expressão, essência e forma [do que Deus disse], o objeto da nossa teologia será Cristo (fonte e propósito).

“Sempre guardando em mente os fatos de Deus nunca poderão ser discutidos com propósitos que estejam separados da revelação imanente de Cristo.”

A verdade e o valor da fé. Depende do conhecimento revelado por Deus, e a cópia do “Ser de Deus” é o que está sobre si mesmo e sua palavra. Sendo assim, a idéia de que a fé pressupõe qualidade moral, bons costumes, argumentação intelectual, postura autoritária, ética, fraseologias combinadas com regras sociais e arrazoados filosóficos, está possuída pelo diabo do ego e da arrogância deste mundo. Conhecemos Deus na face de Cristo, pela fé aqui na terra e pela visão na vida futura. A bênção disso tudo é sabermos que a verdade que detona a face de Cristo não se encarnou neste sistema, e continuaria constrangendo a periferia das teorias puramente pessoais, se viesse novamente da forma como veio!
O ministério cristão, de todos os tipos e manifestações deve seguir, em última instância, o ministério de Cristo. Desde o início se percebe qual foi a carreira pública de nosso Salvador Jesus. O que o fez ser reduzido em forma de “servo” pelo ministério redentor. O que o fez se revestir de forma de escravo (Fl 2.7) para todo o tipo de serviço em favor da salvação dos pecadores e da humanidade perdida, e isso lhe foi previsto pela sua própria morte e ressurreição (Mc10.45).

Este perfeito exemplo de serviço de humildade e abnegação torna-se por sua vez, a norma e o padrão para todos os seguidores de Cristo a quem ele chamou para partilhar de seu destino. (Jo12.26;At20.18-35;Rm12.1;2Cor3-7; Jo17.18;20.21).
Enquanto o mundo calcula a grandeza em escala de domínio e autoridade secular, a única grandeza que Cristo reconhece em seu reino é o serviço pelo Evangelho nas almas. Todo serviço legitimo está reputado a obra expiatória de Cristo e a igreja foi criada para realizar o seu propósito redentor no mundo. A Igreja não tem nenhum ministério seu, propriamente dito, pois recebeu seu ministério, e agora deve aprender com Ele o que deverá cumprir humanamente. Assumi a ação determinativa e pessoal de Cristo, que reside do Evangelho para a Igreja.

Silas é um operário deste governo eclesiástico que conduz a sociedade cristã para o fim da fé. Culpando-se não só do erro doutrinário e, ministerial, mas solopando o próprio alicerce da fé cristã para fazer os crentes serem cosmopolitas, até que se caracterize a obra final da corporificarão da maldade (besta), e governe com eles, e sobre eles (ONU), pelos mesmos pretensos “direito do povo” que os fará ceder quando a Pátria mundial chegar! O direito  reside na força ou a fé  vem da obediência?

 

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4 respostas para SILAS MALAFAIA “A RAPOSA DA REPÚBLICA”

  1. Pedro Basilio disse:

    Estamos no fim dos tempos! A apostasia avança em larga escala com o ensinamento desses falsos mestres, levando a cruz de Cristo como uma insígnia para conquista terrenas e carnais, como fez a igreja de Sardes e como fez Constatino, dois exemplos de como as pessoas podem tornar a cruz de Cristo um amuleto de manipulação de massas, para benefícios próprios!
    São cegos condutores de cegos!

    Que o Senhor guarde os meios de comunicação como esse, que pregam a verdade e nos alertam para a realidade dessa Terra, que está no maligno e que já está condenada, e nos fazem voltar para as coisas eternas!!

    Maranata!!

  2. tremendo, sempre acompanho o seu blog.. Deus é contigo…
    acompanhe também os meus artigos e estudos bíblicos que eu posto no meu blog
    professorfernandolongo.blogspot.com.br

  3. Carlos Gilberto Valendorf disse:

    O homem não é somente espírito, é também corpo físico. No corpo físico precisa trabalhar para comer. Ele tem que ter uma vida compartilhada com os demais seres humanos socialmente falando e na socialização estão todas as áreas, política, social, humana etc. Jesus virá para governar seres humanos no milênio.

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