“ANTICRISTO” O GOVERNO DAS SOMBRAS SOBRE JERUSALÉM

 

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A resolução da ONU (UNESCO), o qual nega a ligação e o direito histórico do povo judeu sobre Jerusalém, como o Monte do templo e o Muro das Lamentações, atinge brutalmente não só os judeus, mas o fatos históricos e bíblicos. Esta resolução contraditória declara guerra, cria embaraços e derramará sangue!

É certo, que uma organização tão poderosa como a ONU, que surgiu da pretensa teoria “dos que governam pela necessidade da sobrevivência mundial”,  governe sobre as nações sem nunca ter sido eleita democraticamente?

A pior maldade que poderia existir sobre a humanidade é um governo que governa mesmo que o mundo resista suas intenções. Um poder instituído por uma dinastia de velhacos ricos, gente farta, sadia e forte, que sempre oprimiu de modo impiedoso a vida humana com guerras capitalistas, e agora descaradamente chega na tela da imprensa como se fossem libertadores do julgo desigual.

“A maior parte das questões nacionais, individuais, relativas ao comércio, estão estreitamente governadas, contabilizadas, rastreadas e dirigidas pelo poder internacional (ONU). E óbvio que nunca encontraremos repostas adequadas, sinceras, por parte destas comissões de Ordem Mundial única, sobre o engendramento desta política monolítica e sua expansão esmagadora. Da mesma forma que a população reduzida ao materialismo dispensa questionamentos sobre esta emancipação!

A piada da soberania universal, coroada sob o pretexto da solidariedade, que fez da fome crônica, da fraqueza, da miséria e do ódio mundial o capital dos seus direitos universais.”

Certamente Jerusalém, do ponto de vista literário, e arqueológico, é muito abençoada, com abundâncias de registros que marcam profundamente quatro séculos de história antes do Cristo se encarnar. Muito mais do que qualquer outra capital na terra, Jerusalém é a prova viva, com pilhas e pilhas de evidências, que podem traduzir sem sombra de dúvidas uma única coisa: as marcas profundas da história da Salvação do Deus único e do seu povo chamado “Israel”. Jerusalém, até Deus colocá-la aos pés do Cristo como foi predito, sempre será a cidade mais importante do mundo, dos tempos de Davi adiante do lugar da habitação de Deus, do cenário da morte e ressurreição de Cristo que se cumpriu, e do seu retorno de glória, quando a justiça for completa e absoluta no Reino celestial.

A história de Jerusalém de maneira nenhuma pode ser reescrita, por que seria necessário rasgar grande parte de toda história da raça humana. A Bíblia constitui-se a principal fonte para se reconstruir a história de Jerusalém, e sua relação com o povo judeu, inigualada a qualquer outra cidade deste mundo, ou da cidade antiga Oriente próximo. Suas palavras estão suplementadas por uma crescente torrente de dados arqueológicos e também, especialmente em seus períodos posteriores, por fontes literárias seculares contemporâneas.

Independentemente dos interesses religiosos sobre Jerusalém, o fato histórico julga estar acima de qualquer vontade ou capacidade humana. Acima de qualquer concessão ou força política. A resolução da UNESCO sobre os judeus e Jerusalém, insinua ignorância, como compreende um despotismo ousado e individualista. Destrói toda estabilidade, e a desordem aparecerá a cada passo que imprimir esta incoerência.

A motivação para uma resolução tão insana, é para certificar que as feras devoradoras no Oriente Médio “corporativas-financistas-estatais” não podem dormir à sombra de uma sociedade livre. Foram organizadas e instituídas para beber sangue humano no terror armado. Assegura que o tumor dominante do sistema globalista, que se alimenta de guerras e sofrimentos alheios, não pode parar de funcionar para a desestabilização mundial.

A ONU não se preocupou em julgar o principal argumento equivocado que levou os EUA e a Grã-Bretanha a invadir o Iraque há dez anos, de que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa. Uma guerra que resultou em massacres, montanhas de mortos, e mar de sangue, e deriva de informações falsas, invenções e mentiras! E depois disso ainda escutamos várias vezes alguém dizer: quem será o próximo?

Fica fácil para esta mesa redonda manobrar conflitos por meio de contradições, desencadeando mais atos patrióticos sobre o terrorismo, levando mais angustia, terror e insegurança, a fim de que o povo desmoralizado peça aos gritos uma solução imediata para os mais poderosos! Basta certificar antes de seus discursos,  que o coeficiente intelectual do povo mundial está tão baixo, tão baixo, que não perceberiam suas mentiras!!

“Jogam os cadáveres da qual são cúmplices, cavam suas tumbas, e depois choram pelos mortos como se sofressem. Tudo isso por que a verdade morreu, e não há quem que possa contestar suas ações de mentiras!”

Por isso Deus permite que a operação do erro se manifestasse, para que dêem crédito as mentiras, a fim de que sejam julgados todos os que não creram na verdade de Cristo, mas antes tiveram prazer na injustiça. (2 Tess 2.11,12).

Quanto à nós, crentes no Senhor Jesus Cristo, lutamos por uma Jerusalém celestial, onde reinará a justiça de Deus! Perto está este dia. Maranata, ora vem Senhor Jesus!

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