“PASTORES SUICIDAS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS”

 

 

 

Outro caso de suicídio envolvendo pastores, agora da Assembléia de Deus Catedral, Rafael Octávio, gera compartilhamento de idéias entre cristãos nas redes sociais, que reunidas das observações, fixam a prática do suicídio como um salto para a vida eterna!

Nas Sagradas Escrituras o suicídio (defino como transgressão da lei) não é visto como um fato patológico, por mais que agrupe fatores sociais de peso. A jurisprudência bíblica basea-se de que o homem tem obrigação de executar a vontade de Deus revelada em toda a sua vida, respeitando os direitos da soberania de Deus (vida) e do próximo (relação). Não simplesmente sobre uma base utilitária de natureza pragmática, mas antes como uma criatura feita à semelhança de Deus. Esta obrigação é considerável absoluta e imutável em todos os aspectos, além da autoridade do homem de emendá-la ou adaptá-La a qualquer padrão geral prevalecente na sociedade atual.

A sansão básica para falarmos da prática do suicídio, não é o termo suicídio, mas assassinato. O requerimento tem por ponto de partida o que está em Gênesis 9:6 quando a vida humana é vista como uma concessão Divina (Gênesis 2.7), e o direito ou o dever de tirar a vida, seja individual, ou a do semelhante, premeditadamente, contraria o 6° mandamento do Decálogo. Fica claro que Deus domina a vida do homem em todo o seu aspecto, tempo, desde a sua concepção milagrosa (princípio da vida; Gen. 3.19), como seu desenvolvimento (moral), até a sua morte (existência material e imaterial; MT 10.28; Mc 8.34;10.45; Ap.20.04-13). Cabe a soberania de Deus decidir quando e como o homem termina a caminha existencial de um indivíduo (1 Cor.3.17).

Qualquer interrupção relativo a vida, por questões premeditadas, está sujeito a punição, e é vista como transgressão. Nas Escrituras Sagradas todos os casos de suicídio aparecem em condição deplorável e desfavorável. Ou seja, não está dirigida de provações por causa da fé, ou intercessões, se quer um cisco de compreensão encontramos ali neste cenário! Todos eles se enquadram no aspecto de total fracasso, rebeldia, apostasia, traição, sem acompanhamento de perdão! Saul (1 Sm 31.4), Aitofel (2 Sm 17.23) Zinri (1 Reis 16.18) e Judas (Mt 27.5).

O suicídio nunca poderá ser tratado como um fato social normal, patológico ou libertário, mas uma rejeição deliberada da autoridade de Deus. Obviamente o movimento evangélico atual, com suas habilidades libertinas, espiritualistas, licenciosas, ignorarão o hábito de pensar subjetivamente ao que está imposto pela lei de Deus [a lei da vida que é o Cristo!].

Com este volume considerado de evangélicos se matando, e querendo se matar, logo teremos à venda dentro das igrejas o “Kit Suicídio” e a tendência dos oradores que falarão do assunto “gente cansada” multiplicarão de tal modo os defeitos disso, que podem chegar a sugerir a ideia de um Jesus que o diabo disse: “se atira daqui” e ele se atirou, e se salvou!

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