“SATANISMO NAS IGREJAS” RELATIVISMO MORAL

 

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A solidariedade com o pecado, onde repousa as atividades do falso evangelho, leva os mesmos requintes de idéias que o satanismo defende em sua própria doutrina: o relativismo moral.

Carlo Climati, perito em satanismo, afirma “que a cada dia aumenta o número de jovens seduzidos pelo diabo” com a ilusão de viver uma vida sem regras, como um “ANJO REBELDE”. Em entrevista ao grupo ACI em Roma, explica que este tipo de satanismo é um revés dos valores morais, onde o mal vira o bem, o bem vira o mal. Segundo Climati esta moda de ingressar no satanismo como um jogo de diversões, vem se estendendo pelo mundo moderno com uma frequência dominada pelo relativismo moral.

Christian Bale, ator que interpretou um filme de sátira política “Vice” e ganhou o Globo de ouro 2019, em seu discurso de agradecimento agradeceu a satanás por dar a inspiração desse papel. Com a mesma projeção metafórica! Não há em existência um diabo pessoal, e sim a atraente personalidade maligna. Satanás estaria representado como o maior potencial humano (orgulho;liberdade;individualismo).

Questões estas que também  alongam a direção do espírito evangélico atual, e com medidas características do relativismo moral, testemunhamos o diabo sendo representado pela Igreja. A esperança unida a certeza de que exista um “Deus” que possa ser útil e prático para todos em uma via sem regras!

O satanismo representado por uma ordem de sacerdotes especializados em relativizar o Evangelho, em fazer transgredir a prerrogativa messiânica e redentora do Cristo! Com medidas que parecem úteis para o público, mas no fundo anulam o que foi decidido por Deus no Calvário. Contradizendo a iniciativa Divina que visa a redenção do homem sobre o pecado com modos superficiais e tendências teosóficas!

Este desempenho procede do diabo desde o princípio. Agitando o homem com motivações de fazer substituir a vontade de Deus pela vontade própria (Gn3.4-5; Mt 4.1-11;Is14.12-15), estabelecendo revindicações ao pecado (Gn 3. 1-3; 1 Tm 2.14; 2 Cor. 11:3; 1 Jo 3.8-10; Mt 13.38), empossando o homem da iniquidade nos últimos dias (2 Tess 2.9-11; Ap. 13.4; Jo 8.44; Jo 13.2).

Colocar em atividade estes planos acima, em alguns casos até ratificando estes conceitos, firma o potencial de um satanista, como imprimi a forte relação do satanismo com a igreja. A inquietude materialista que nasceu desta maldita teologia da prosperidade. As igrejas evangélicas dos gays, o marxismo cristão revolucionário mantido pela ONU, as idéias universalistas que iludem fracos a terem uma vida cristã pecaminosa sem consequencias. O esoterismo implantado pelos neo pentecostais, as mentiras calvinistas da redenção econômica, social e política, que transformaram igrejas em palanques eleitorais e cristãos em evangélicos patriotas. Chamar tudo isso de satanismo talvez não seja tão científico! Identificar um diabo pessoal nisso tudo, talvez seja uma perca de tempo, por que a interpretação mais correta (identificarmos o satanismo nas igrejas) está na excitação pela liberdade licenciosa e a busca pela inefabilidade da vontade humana.

Maranata Jesus está voltando !

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