O DIABO VESTE VERMELHO POR ED RENÉ KIVITZ – IBAB

 

O Bispo e o pastor: Robinson Cavalcanti e Ed René Kivitz dialogam sobre o movimento

Astuto e dissimulado! O diabo veste vermelho por Ed René Kivitz. O guru descarado da IBAB, Igreja Batista da Água Branca em Sp [reduto de esquerdistas, liberais e ecumênicos] usa a mídia para forçar o pensamento teológico evangélico a obrar de acordo com a linguagem oficial da “teologia da libertação” do qual está pactuado. Um fardo necessário para ele poder proteger fortemente a absoluta sujeição dos ignorantes ao movimento evangelical latino-americano, cujo os pontos principais da discórdia tem como epicêntrico o marxismo, o ecumenismo e a proposta de uma reação contra o fundamentalismo protestante.

Ed René Kivitz, pertence a uma militância “Fraternidade” cujo referencial de cooperação missionária é o pacto de Lauzane. O mais importante documento de missão-pastoral firmado por Roma (Suíça em 1974) que por inúmeras gestões, e articulações, trabalhou à décadas especificamente para proteger e remunerar uma “Fraternidade de intelectuais” com a missão de se infiltrar dentro das igrejas evangélicas, e fazer progredir o que chamam de  nova prática cristã: um evangelho que seja mais compatível a cultura geral! Uma estrutura formada de teólogos que propõe o fim do protestantismo continental.

Necessitaria inúmeras páginas para detalhar a estrutura colossal destas contingências que firmaram tal acordo! O primeiro movimento de contribuição desta Fraternidade é o movimento ecumênico, que tem como ponto central de articulação o Conselho Mundial das Igrejas (CMI), fundado em 1948.

O segundo movimento evangelical tem como ponto de articulação a aliança Evangélica Mundial (AEM), pela radicalização e padronização em nível mundial e continental o Conselho Latino-Americano de Igrejas (Clai), Conferência Nacional de Bispos (CNBB), Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), Federação Luterana Mundial (FLM), e Movimento Juventude Cristã (FUMEC), Sociedade para a América Latina (ISAL).

Na década de 1980 o movimento evangelical surge no Brasil por organismos paraeclesiásticos, como Aliança Bíblica Universitária (ABU), Visão Mundial, Visão Nacional de Evangelização (Vinde), dentre outros. Em 1983 foi impulsionado pelo Congresso Brasileiro de Evangelização que culminou com um movimento de resgate da ética evangélica, reorganizados na criação do órgão nacional de representação dos evangélicos de nome AEVB (associação Evangélica Brasileira). Enfatiza-se que a evolução deste esquema tomou proporções e dimensões de nível mundial, tendo como setores esquerdistas de colaboração a Unesco (ONU). Esta parceria com a ONU estaria representada por duas instituições paraeclesiasticas: Aliança Evangélica Mundial (WEA),  e  Associação Nacional de Evangélicos (NAE).

Dentro desta “Fraternidade de teólogos” no Clade 1, responsável por levar adiante as articulações e gestões para conseguir ajuda financeira, incluindo apoio de sua própria missão, trabalhos, eventos e criação da referida fraternidade, conseguiram reunir um “Conselho cooperativo” em 1970 na Bolívia, nos quais a metade eram denominações conhecidas: Wesleyana (Metodista, nazareno e anglicano evangelical); Calvinista (presbiteriana); Batista; Luterana (IELB); Dispensacionalista.

A radicalização do movimento Evangelical, como a articulação teológica em padronizar “nova prática das igrejas”, o mapeando da America Latina com estas estruturas de poder, o quetionamento de propostas mais liberais, tudo isso é debatido e firmado por meio de Congressos e Conferências mundiais, Latinos e nacionais. Dentro destes encontros paraeclesiais, a pauta discutida intenta 9 sensibilizações no discurso pastoral dentro das igrejas:

(1) o fim da leitura reverente das Escrituras

(2) o fim da confessionalidade credal

(3) o fim da Soteriologia seletiva

(4) o fim da ênfase da natureza e impecabilidade Cristológica

(5) o fim do Evangelismo contra a cultura religiosa

(6) o fim da denúncia profética

(7) o fim da crença nos milagres

(8) o fim da Escatologia pós-tribulacionista e milenar

(9) o fim da ética individual e social na santidade ativa, na necessidade de mudança de vida.

Notem como Ed René Kivitz  não falha em nenhuma destes acordos de radicalização! O objetivo de reunir estas informações, é destacar a participação e o esforço de Ed René Kivitz como agente subversivo desta fraternidade, e o bom trabalho que vem realizando pela IBAB, como uma das estruturas de base do movimento evangelical. O modo como ele constroe teologia da “cultura da paz”, de visão socio-politica, com tendências ecumênica, muito bem remunerada pela extrema-esquerda, vale ressaltar ! Uma reflexão que cria oposição contra as Escrituras Sagradas, mas por outro lado, a eloquência de um sabichão que  arranca o espírito de cristãos, como a iniciativa da fé bíblica.

 

 

Em 14.12.2009, Ed Renê Kivitz reuniu toda esta militância dentro da sua igreja, Ariovaldo Ramos (Missão Integral), Bertil Ekstrong (WEA), Débora Fahur (RENAS), Fabrício Cunha (IBAB Jovem e Usina 21), José Libério (Toca do estudante), Luiz Mattos (ALCEB), Silas Tostes (AMTB), Welinton Pereira (Visão Mundial) e representantes da APMB, Convenção Batista Nacional, ABUB, MPC, JV, FLAM, Seminário teológico servo de Cristo, Igreja Epicicopal Anglicana, Movimento Encontrão ligado à Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, Fórum jovem de Missão Integral, Revista Ultimato, W4 Editora, Rede Fale, RENAS, FTL – Continental, Compassion, Seminário Betel Brasileiro, Missão AVANTE, Missões Quilombo, Desperta Débora, Toca do Estudante e Instituto Anima.

 

Os participantes em oração pela igreja brasileira: Durvalina Barreto Bezerra do Betel Brasileiro no microfone

Sempre dependeu deste “motor administrativo” de existência alternativa e criativa para obter o prestígio infame de um “novo Lutero” no movimento evangélico! À exemplo esteve no 32º Congresso Internacional realizado pela Soter (Sociedade de teologia e ciência de religião – PUC) para debater as diversas formas de teologia contextuais que se compreendem como “da libertação”, que articulam teologia e libertação, a defesa da dignidade eco-humana, da justiça e da solidariedade. Também se abriu em debate,  questões de metodologia e epistemologia teológica; às articulações entre mediações filosófico-científicas e hermenêuticas e as perspectivas praxísticas; aos embates com as ciências da religião, às mudanças de paradigma. Siga os rastros desta infâmia e conhecerá o rosto do grande pastor deste rebanho!

Com tal fé muitos se deixaram guiar por este lobos da ONU, ou serem governados pela ideologia social, por esta marcha humilde de cristãos mascarados com o discurso da “regra do bem viver”, cujo luta ardente é os pobres, recompensando longo serviços deste despotismo exercido, que não dispensa gastar recursos com intelectuaizinhos como esta sementinha do mal da IBAB, cujo a ama de leite é a besta, e a sua libertação é o fim da fé bíblica!

 

Exército da Salvação também esteve presente no encontro

Presbiterianos: Ricardo Barbosa de Souza pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto em Brasilia, conversa com Hilton Figueiredo da Fundação Grão de Mostarda e do Seminário Servo de Cristo

Ao centro da foto o pastor Rogério Quadra ligado ao Fórum Jovem de Missão Integral e obreiro do Instituto Papel de Menino, que desenvolve um trabalho junto aos menores infratores da Fundação Casa também esteve presente

Pr. Cláudio Ely Dietrich Espíndola -representando a Convenção Batista Nacional também analisou a Carta de princípios

Diretor nacional da Mocidade para Cristo (MPC) Marcelo Gualberto se deslocou de Belo Horizonte para o encontro

Ricardo Agreste da Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera em Campinas conversa com Valdir Steuernagel sobre pontos da Carta de Princípios da futura rede

Fabricio Cunha que faz parte da nova geração de líderes da igreja brasileira explica os diversos nomes sugeridos para a futura aliança

Key Yuasa (Curitiba, Igreja Holliness) orando pela unidade da Igreja

Key Yuasa de Curitiba da Igreja Holliness ora pela unidade da igreja brasileira

Valdir Steuernagel , Fabricio Cunha, Robinson Cavalcanti e Key Yuasa observam palestra de Paul Freston

Paul Freston: “Funções públicas vão acontecer. As instâncias sociais querem saber o que os evangélicos estão fazendo e pensando. E não há interlocutor. Este vazio será certamente preenchido por alguém. Como fazer isto sem ingenuidade sociológica, mas sem perder o idealismo do Evangelho?”

Luterano Valdir Steuernagel e o sociólogo Paul Freston

 

MARANATA JESUS ESTÁ VOLTANDO!!

 

http://www.soter.org.br/anais/32.pdf

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